sexta-feira, 15 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - Ir. BENEDITO CARMELINO DE OLIVEIRA CSsR

Ir. BENEDITO CARMELINO DE OLIVEIRA CSsR
+15 DE MAIO DE 2014
1) Origens:
Nasceu no dia 21 de agosto de 1931, em Paraisópolis – MG. Seus pais: Zeferino Góis de Oliveira e  Maria Júlia de Jesus.
2) A Vocação:
Chegou  na Comunidade de Pindamonhangaba a 17de janeiro de 1957. Fez a PROFISSÃO  TEMPORÁRIA: dia 02 de fevereiro de 1957, em Pindamonhangaba – SP. PROFISSÃO PERPÉTUA: dia 02 de fevereiro de 1963, em Aparecida – SP.
            03) Encargos:                                              
 a) O Ir. Carmelino era dotado de piedade exemplar e se adaptava bem à vida comunitária. Sabia aproveitar bem o tempo, dedicando-se aos mais diversos ofícios na comunidade. Sendo assim, procurou se aperfeiçoar em diversos ofícios práticos. Além de fazer um Curso de Teologia para Leigos, em 1974, fez Curso de Encadernador, Curso de Eletricista e Curso de Encanador Prático.
b) Residiu em diversas de nossas comunidades (geralmente casas de formação), sendo encadernador, porteiro, sacristão, hospedeiro, motorista, hortelão, eletricista, encanador e ecônomo. É difícil descobrir o ofício que ele  não tenha exercido. Por muitos anos, foi o encadernador de nossos livros da Biblioteca Provincial, quando ainda estava em nosso Seminário Maior Santa Teresinha, em Tietê/SP. Aí também, como motorista, foi auxiliar de nossa apicultura, especializando-se na caça de enxames de abelhas, que  se instalavam nas fazendas das redondezas.
c) Além de encadernador, era um bom letrista e gravador (letras douradas em capas de livros encadernados). Especializou-se na fabricação de velas, dando grande impulso a tal indústria que funcionava  em nosso Seminário São Geraldo, no Potim/SP. Sendo um bom músico e possuindo boa voz, participava, como voluntário, do Coral do Santuário de Aparecida.
04) Comunidades e cargos exercidos:
De 1957 a 1962 (julho), em Tietê-SP: como encadernador, porteiro e sacristão;
De 1962 (agosto) a 1963, em Pindamonhangaba-SP, segundo noviciado;
De 1963 a 1964 (abril), em Tietê – SP, como encadernador;
De 1964 (maio-dezembro), em Araraquara-SP, sacristão;
Em 1965, em Aparecida-SP (Sto. Afonso), porteiro e encadernador;
Em 1966, em São Paulo, no Santuário da Penha, sacristão;
Em 1967 (janeiro-julho), em Aparecida-SP, porteiro e encadernador;
De 1967 (agosto) a 1968 (fevereiro), em Goiânia-GO, sacristão;
De 1968 (março) a 1970, São Paulo-SP (Alfonsianum), porteiro, serviços gerais;
Em 1971 e 1972, em S. Paulo-SP, (Jd. Paulistano), hospedeiro, ecônomo;
De 1973 a 1977, em Tietê-SP, ecônomo e serviços gerais;
Em 1978, em Campinas-SP, ecônomo auxiliar;
De 1979 a 1982, São Paulo (Jd. Paulistano), ecônomo;
De 1983 a 1986, em S. Paulo (Pesquisas Relig.), gravador auxiliar;
De 1987 a 1989, em S. Paulo (S. Judas), gravador e compreiro;
De 1990 a 1996, em S. Paulo (Jd. Paulistano), ecônomo auxiliar;
Em 1997 e 1998, em Potim-SP (S. R. S. G.), fábrica de velas;
De 1999 a 2002, em Aparecida-SP,(Convento do Santuário), motorista;
De 2003 a 2008, em Aparecida-SP,(Propedêutico), ecônomo e serviços gerais;
De 2009 a 2010, Seminário Santo Afonso, em Aparecida;
De 2011 a 2014, Convento do Santuário.
           
A 15 de maio de 2014 passou por uma cirurgia por causa de um aneurisma abdominal, no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá. Porém, mal saía da sala de cirurgia, teve outro aneurisma, quando não resistiu e veio a falecer. A missa de corpo presente foi às 16h00, no Santuário, seguindo-se  o sepultamento no Cemitério Municipal. Descanse em paz.
Pe. José Bertanha, C.Ss.R
Arquivista Provincial

Ir. Carmelino... um dos primeiros redentoristas que conheci, quando ainda eu era criança...; nos meus primeiros anos de padre, moramos juntos em Tietê (1976/1978)... era quem fazia as compras para o Seminário Santa Terezinha, na ocasião com 80 seminaristas além da comunidade religiosa... ótimo confrade... presença marcante e querida nas férias do Araguaia..... estou sentindo sua morte... fiquei sabendo agora à noite neste dia 15 de maio... morava em Aparecida-SP. O texto recebido do secretário da província de são paulo comunicando sua morte: "Faleceu ontem (15.05.2014) em Guaratinguetá, Hospital Frei Galvão, o Ir. Benedito Carmelino de Oliveira. Nessa tarde, passou por uma cirurgia por causa de um aneurisma abdominal. Mas, enquanto deixava a sala, teve outro aneurisma e não resistiu, vindo a falecer. Missa de corpo presente, dia 16.05.2014, às 16h00, no Santuário, seguindo-se o sepultamento no Cemitério Municipal"....(Pe.Maurício-FC) 
Querido Irmão Carmelino, moramos juntos também, em Campinas no Taquaral, cuidei dele numas das várias crises de maleita que ele pegou no Araguaia. Tenho mais um amigo no céu!!!!!!Jose Alcides Marton 
Deixou muitas saudades! Grande ser humano. Nunca se esqueceu de qdo morou em Tietê. Descanse em paz.
Bom dia Ierardi. Eu gostava muito do Carmelino, pois ele morou muito tempo aqui em Tietê e onde a gente se encontrava ele era sempre festivo.Abs. Diva Maria Hernandes
Irmão Carmelino fez o noviciado em 1956 com a minha turma. Certa ocasião, conversando com ele, contei-lhe este detalhe, acrescentando que eu saí dias antes do retiro preparatório para vestir a batina em 02 de fevereiro de 1956, como esta já estava pronta, haveria a possibilidade de que ela tenha sido destinada a ele.Alexandre Dumas.
 Alexandre Dumas Pasin de Menezes, não me lembro de você no seminário, mas você quando fala do seminário, fala com tanto amor e muita saudade, que fico pensando: eu nunca deveria ter saído de lá. Você é um ex diferente, que admiro.Abner(+)
Agradeço o seu elogio, o seminário foi um marco em minha vida, até hoje, vivo o trauma de uma saída que não queria, mas se tornava necessária, minha fé se desvanecia, era importante a reflexão, optar por um rumo diferente à lavagem cerebral, encontrar o Cristo puro e verdadeiro, que nos trouxe a mensagem do amor, criando o cristianismo, cisma do judaismo, nada mais que isso, o resto é criação de mentes insanas que nos confundiram através dos tempos e criaram céus, infernos, dogmas e castigos além da morte. Alexandre Dumas
 Eu admiro você em tudo isso, porque sinto mais ou mesmo assim, saí por uma bobeira, e uma vez conversando com o Libardi, ele me disse: "A Congregação perdeu muita pessoa que faria diferença agora, e saíram por bobeira." Talvez seja esse o nosso caso. Precisamos conversar mais.Abner(+) 
Ahahahahah. isso o meu problema. Não entrei para sair. No entanto, as coisas acontecem. abr. Uma prece ao Carmelino, quase carmelengo. Pequeno na estatura, mas grande de coração. Adilson José Cunha
QUE PENA QUE NÃO FICAMOS, SE TODOS NÓS LÁ HOJE ESTIVÉSSEMOS, TALVEZ AS COISAS ESTARIAM MELHOR, GENTE CULTA E INSERIDA NOS PROPÓSITOS DE SANTO AFONSO, NÃO PODEMOS LUTAR CONTRA A REALIDADE, SOMOS EX-SEMINARISTAS E NOSSO SONHO FOI SEPULTADO EM REALIDADES DIFERENTES, POR MUITO TEMPO CONVIVEMOS, ALGUMAS VEZES CONFLITAMOS, AS COISAS BOAS QUE APRENDEMOS, AS BELAS HORAS QUE PASSAMOS, SOMENTE DELAS LEMBRAREMOS..
Essa questão de ficar ou sair é muito individual...no meu caso, fui à sala do então diretor Padre Brandão e disse:
-Padre vou sair do seminário...
Ele estranhou muito minha atitude e quis saber a razão pois não esperava por isso...
-Padre, saio por orientação do meu confessor o Pe.Azevedo....
Imediatamente ele aceitou o meu recado.... Sobre tudo isso tenho uma história particular que quis colocá-la em fórum em alguns dos encontros da UNESER... até para debater uma situação de quem sai para o casamento e depois pleiteia a eucaristia no recasamento... mas os encontros foram sempre mais para o "oba oba" do que para oportunos debates de antigos seminaristas!!!! Ierardi

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. ALTINO ALVES DE SOUZA CSsR

IR. ALTINO ALVES DE SOUZA CSsR
+15 de MAIO 2001 
Nasceu em Nova Granada SP, dia 07 de fevereiro de 1932. Seus pais: Manoel Alves de Souza e Jerônima Jácomo de Souza Entrou para a Vida religiosa em São Paulo, em nosso Convento do Jardim Paulistano, em 24.07.1967. Fez o Postulantado, em Aparecida, em 1967. Dia 01.02.1968 recebeu a batina redentorista e começou sua experiência religiosa no Seminário São Geraldo no Potim. Fez o Noviciado em Aparecida, de 01.02.1969 a 02.02.1970, dia em que fez sua Profissão Religiosa na Congregação do Santíssimo Redentor. Em Tietê formou-se na Escola Técnica de Comércio. Morou em várias comunidades da Província. Fez sua Profissão Perpétua na Congregação Redentorista, em São João da Boa Vista em 01.08.1977. Em 1979, por, pediu dispensa dos votos, para poder ajudar sua família e resolver problemas familiares. Em 21 de setembro de 1994 pediu o retorno à Congregação Redentorista. Foi aceito. Depois de um ano de experiência, fez novamente sua Profissão Religiosa na Congregação Redentorista. Isto aconteceu dia 24.09.1995, em Tietê Dia 31.08.1997, em Aparecida, fez sua Profissão Perpétua na Congregação do Santíssimo Redentor. Durante os anos de sua Vida Religiosa, Ir. Altino, por ser formado em Comércio, sempre trabalhou na contabilidade das comunidades onde morou. Sempre foi um religioso piedoso e correto em seu servi. Era de fácil comunicação. Infelizmente sua saúde logo comeu a manifestar problemas pulmonares. A falta de ar o fazia sofrer muito. Estava morando ultimamente no Convento do Santuário, quase que preso ao balão de oxigênio. Nos timos dias, esteve internado na UTI do Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá. A faleceu, no fim da tarde do dia 15 de maio de 2001. Sepultado em Aparecida, no dia 16 de maio de 2001.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

quinta-feira, 14 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. ANTÔNIO GIRARDI CSsR

PE. ANTÔNIO GIRARDI CSsR
+14 de MAIO 1986 
Nasceu numa fazenda no município de Colina - SP. Eram seus pais José Girardi e Amélia Corci. Uma família de 10 irmãos. Entrou para o juvenato de Aparecida no dia 9 de fevereiro de 1944. Fez o Noviciado em Pindamonhangaba, onde professou no dia 2 de fevereiro de 1952. Fez os estudos de filosofia e teologia em Tietê, onde foi ordenado sacerdote no dia 25 de janeiro de 1957. Trabalhou nas seguintes comunidades do Estado de S. Paulo: Penha – São Paulo, Aparecida, São João da Boa Vista e no Jardim Paulistano. Fez o 2º noviciado no primeiro semestre de 1964 no Jardim Paulistano. Começou sua vida missionária fazendo parte da equipe de Araraquara (1965 e 66). Foi transferido em fevereiro de 1967 para a Vice-Província de Brasília, onde permaneceu até sua morte. Fez opção definitiva pela Vice-Província. Pe. Girardi era um confrade muito fraterno, piedoso e alegre. Gostava de cantar, de jogar futebol e especialmente de uma pescaria. Depois da Festa de Trindade sempre tinha lugar cativo na Excursão ao Araguaia. Nos últimos tempos queixava-se de gastrite e de problemas de coluna. Foi operado de hérnia de disco em Brasília. Em um ano emagreceu 13 quilos. Resolveu vir para São Paulo, procurando recursos mais especializados. Chegou no dia 14 de abril de 1986. Quatro dias depois foi operado: câncer no estômago, um dos mais virulentos. As metástases do câncer atingiram o cérebro, deixando-o meio paralítico. Suas irmã, religiosa franciscana, assistiu-o em seus últimos dias. No dia 11 de maio entrou em coma. Faleceu em nosso convento do Jardim Paulistano, no dia 14 de maio de 1986, pelas 7,45 horas da manhã. Foi sepultado em Aparecida, no mesmo dia, depois da missa de corpo presente, na Basílica Nova. (Arquivo Provincial)
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR
PADRE GIRARDI E SUAS IRMÃS FREIRAS

quarta-feira, 13 de maio de 2026

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

FÁTIMA - PORTUGAL
No dia 13 de maio, a comunidade cristã católica do mundo inteiro volta seu olhar, suas orações, suas preces e reflexões para Santuário de Fátima, em Portugal. Nesta data tão significativa, os católicos celebram e mantêm viva na memória a manifestação de Nossa Senhora à humanidade, acontecimento que marcou profundamente a história da fé cristã. 
Essa mariofania carrega a riqueza da fé do povo peregrino, que busca uma relação mais profunda com Maria Santíssima para continuar seguindo os ensinamentos de Cristo, o Filho de Deus e nosso Salvador. Milhares e milhares de peregrinos dirigem-se a Fátima pelos mais diversos caminhos — caminhando, de bicicleta, de carro, pelos céus e estradas do mundo - enquanto incontáveis fiéis permanecem unidos em oração, tocados pelas mensagens confiadas por Nossa Senhora às três crianças pastorinhas. 
Neste dia santo, a Família Leiga Redentorista une-se em preces para que a mensagem de Fátima continue renovando a fé, fortalecendo a esperança e despertando em cada coração a consciência da missão que todos recebemos enquanto caminhamos nesta terra: viver mais amor, mais fraternidade e mais harmonia, tal como Cristo ensinou no Sermão da Montanha. 
Que Nossa Senhora de Fátima interceda por nossas famílias, por nossas comunidades e pelo mundo inteiro. Paz, saúde, serenidade e alegria constante para todos.

DIVALDO PEREIRA FRANCO-GUARDIÃO ESPIRITA

Nascido em 5 de maio de 1927, em Feira de Santana, na Bahia, Divaldo foi responsável por mais de 20 mil conferências, realizadas em mais de 2.500 cidades e 71 países ao redor do mundo. Com mais de 260 obras publicadas e mais de 10 milhões de exemplares vendidos, ele deixou um legado literário espírita que abrange mais de 200 autores espirituais nos mais diversos temas e gêneros textuais. Suas obras, traduzidas para 17 idiomas, continuam a iluminar o caminho de milhões de pessoas com consolo, esperança e espiritualidade. Médium missionário e multifacetado, Divaldo se tornou um dos maiores médiuns e oradores espíritas da atualidade. Fundou, ao lado de Nilson de Souza Pereira (desencarnado em 2013), o Centro Espírita Caminho da Redenção (1947) e a Mansão do Caminho (1952), que hoje constituem um admirável complexo educacional e socioassistencial, com 44 edificações, distribuídas em ruas, bosques e lago, em que são atendidas, diariamente, mais de 5 mil pessoas – crianças, jovens, adultos, idosos – que procuram ajuda material, educacional e espiritual. Tio Divaldo, como carinhosamente é chamado, foi também um pai e educador incansável, tendo adotado mais de 650 filhos, que cresceram nas antigas casas-lares da Mansão do Caminho. Por tudo isso, recebeu mais de 800 homenagens de instituições culturais, sociais, religiosas, políticas e governamentais, pela sua total doação às causas humanitárias. Decerto que a Pátria maior está em festa pelo regresso de um nobre irmão que cumpriu exitosamente a sua missão, e que agora fortalecerá a egrégora de benfeitores espirituais que acolhem e ajudam o mundo. ✨ Até logo, Semeador de Estrelas! Seu exemplo de luz e amor guiará nossos passos para sempre!

segunda-feira, 11 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. ELIAS PEREIRA DA SILVA CSsR

PE. ELIAS PEREIRA DA SILVA CSsR
+11 de MAIO 1989 
Pe. Elias nasceu dia 22 de março de 1933, em Santa Rita de Caldas - MG. Seus pais foram Olinda Leal de Carvalho e Alfredo Pereira da Silva. Em 1945, entrou para o Seminário Redentorista Santo Afonso, em Aparecida. Fez o noviciado em Pindamonhangaba e dia 02 de fevereiro de 1953 professou, indo para os estudos filosóficos e teológicos em Tietê-SP. Ordenado dia 01 de janeiro de 1958, em Aparecida, em 1959 começou seus trabalhos pastorais como coadjutor na paróquia da Penha, em São Paulo. Em seguida, trabalhou na igreja de Santa Teresinha, em Tietê. Daí voltou para a Penha, em 1961 para dar início, como diretor, a um Pré-Seminário, No fim desse mesmo ano era transferido para o Seminário Santo Afonso. Dois anos depois retornava à Penha para dar prosseguimento a seu trabalho no pré-seminário. Como homem de sete instrumentos, Pe. Elias foi mestre dos noviços irmãos, encarregado da pastoral vocacional, ecônomo auxiliar da Província, pertenceu à equipe missionária, superior das comunidades de Sacramento-MG e São João da Boa Vista - SP, e dedicou-se ao apostolado entre os romeiros em Aparecida. Aí se manifestou um câncer no fígado. Operado, parecia recuperado, mas logo outros tumores malignos apareceram e teve de passar pelos sofrimentos da quimioterapia e por novas cirurgias. Suportou com fé e paciência os sofrimentos constantes. Deixou esta vida dia 11 de maio de 1989, às 18,30 h., no Hospital Sírio- Libanês. Pe. Elias era de muita piedade, homem sério, austero e observante, um educador bastante exigente, admirado pela retidão de caráter, decisão e firmeza de posições. Ao mesmo tempo, não sabia negar seu apoio aos necessitados, lançando-se generosamente aos trabalhos sem medida e sem medo. (Pe. Víctor Hugo)
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR
Padre Elias foi meu colega no Colegião. Se professou em 1953, foi da turma do padre Zômpero e, consequentemente, convivemos por três anos. Lembro-me bem dele, sua fisionomia não mudou, era exatamente esta da foto. Alexandre Dumas
Meu querido Pe Elias , de quem gostei muito. Que esteja em paz. Vagner Gaspar 
Ele estava conosco, quando nos perdemos na serra da Mantiqueira, indo da Pedrona, Tijuco, Campos. Onde parte da nossa turma nos esperava. Olavo Caramori Borges

domingo, 10 de maio de 2026

Tributo às Mães Redentoristas

No mês de maio, mês de Maria, nossos pensamentos, orações e gestos concretos se voltam com carinho e reverência àquela que disse “seja feita em mim a Tua vontade”, ato que mudou para sempre a história da humanidade. 
Maria, a mãe de Jesus, foi escolhida por Deus para conceber, criar e educar o Salvador. 
E ao recordarmos seu papel singular, não nos esquecemos de São José, o justo, companheiro fiel, com quem ela construiu uma história eterna de fé, obediência e amor. 
Inspirados por esse gesto divino de confiança na maternidade, voltamos também nosso olhar para tantas outras mães — silenciosas e firmes — que, ao longo do tempo, confiaram seus filhos e filhas à vontade de Deus. 
Mães que acolheram o chamado de seus filhos com fé, coragem e esperança.
Mães de cardeais, bispos, monjas, padres e leigos, todos hoje Redentoristas em espírito e missão. 
Estas mães, muitas vezes longe dos altares e dos púlpitos, são protagonistas invisíveis de uma missão grandiosa: formaram com ternura e fé aqueles que hoje anunciam a Copiosa Redenção. 
São elas que, em suas casas simples ou em meio às lutas cotidianas, cultivaram o amor à Palavra, a sensibilidade ao sofrimento humano e o ardor missionário. 
Neste mês de Maria, queremos honrar especialmente essas mães.
Mães que, como Maria, acolheram a vontade de Deus e ofereceram seus filhos e filhas para o anúncio do Evangelho, segundo o carisma de Santo Afonso Maria de Ligório e da Beata Maria Celeste Crostarosa. 
A elas, nossa eterna gratidão. 
Que sua generosidade continue a florescer nos jardins da missão redentorista. 
Que suas histórias, muitas vezes ocultas, sigam inspirando novas vocações e fortalecendo as que já existem. 
Que Maria, Mãe da Redenção, interceda por cada uma delas com a ternura do seu olhar materno.
PEDRO LUIZ DIAS

sábado, 9 de maio de 2026

ELES NOS PRECEDERAM - IR. GASPAR NUSSHART CSsR e PE. MATHIAS RAUS CSsR

IR. GASPAR NUSSHART CSsR
+9 de MAIO 1914 
Duro e resistente como uma noz — é o que significa o sobrenome deste nosso Irmão Gaspar. E assim ele foi realmente. Forte e sadio na infância, tornou-se depois um rapagote alto, corpulento, dotado de uma força que talvez fizesse inveja a algum trator. Entrou para a C.Ss.R. após uma Missão pregada pelos nossos na sua terra. Terminado o noviciado em 1869, precisou servir o exército, voltando depois para professar. Durante anos trabalhou nas nossas casas da Alemanha distinguindo-se na construção do juvenato de Dürnberg, onde foi verdadeira máquina de trabalho para preparar o terreno, arrebentar e carregar pedras, cavar alicerces e levantar paredes. À noite, por não haver quarto, dormia num porão, sobre palhas, enfrentando o frio e a umidade feliz por estar servindo a Congregação. Em 1895 pediu e conseguiu licença para vir trabalhar no Brasil. Foi designado para Goiás, a pedidos do Pe. Lourenço Gahr, que já conhecia a força e disposição do Irmão para qualquer trabalho. Com incrível disposição o gigante Gaspar construiu logo uma serraria, canalizou um ribeirão, e começou a preparar tábuas e vigas, tiradas de enormes troncos que ele trazia da mata. Era material para a construção das casas de Campinas, Trindade e capelas vizinhas. Assentou um bom engenho para fabricar açúcar, cavou um poço de oito metros de profundidade para fornecer água para casa e, a fim de dar ao convento uma boa chácara, canalizou um córrego numa distância de nove quilômetros para irrigar verduras e arvoredo. Como era péssimo o caminho da casa para a matriz, nosso Irmão Gaspar abriu uma quase avenida de um quilometro à prova de qualquer enxurrada. Mas, com toda a sua força e disposição para o trabalho, o Irmão era também um homem de muita oração e vida interior. Nunca faltava aos atos comuns. Aos domingos e dias santos, ia de um lado para o outro, a fim de não perder nenhuma das missas que iam ser celebradas. Era com o terço às mãos que ele se dirigia para o trabalho, na mata, na serraria, na chácara, fosse onde fosse. As tardes de domingo ele as passava na capela da Casa, sempre de joelhos, meditando ou fazendo Vias Sacras. Interessava- se pelo trabalho dos Missionários, procurando informar-se do apostolado que realizavam. Já estava com 72 anos, quando, na festa do patrocínio de São José assistiu a missa na Matriz, levando depois a cruz processional na procissão de encerramento. Tudo terminado voltou para a Casa. Mas à hora do exame particular e do almoço ele não apareceu. A Comunidade estranhou, e quando o foram chamar no quarto, acharam-no caído no chão, vítima de um colapso. Colocaram-no na cama, e ele, ainda consciente, e com profunda piedade, recebeu os últimos Sacramentos. Faleceu às três horas, num sábado, dia 9 de maio de 1914. Terminavam 50 anos de trabalho e oração. 
PE. MATHIAS RAUS CSsR
+9 de MAIO  1917 
Foi Superior Geral de 1894 a 1909. Foi ele que encaminhou a vinda dos redentoristas da Província da Baviera para Aparecida e Goiás. Esteve pessoalmente na Baviera para abençoar e despedir- se dos padres e irmãos da primeira turma. (Arquivo Provincial)
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Extra Omnes e Ex-Seminaristas: A Nova Lógica da Acolhida Redentorista

PEDRO LUIZ DIAS
É notável a direção que a atual liderança da Congregação do Santíssimo Redentor (C.Ss.R.) tem tomado nos últimos anos. Inspirada pelos ensinamentos de Santo Afonso Maria de Ligório e da Beata Maria Celeste Crostarosa, a Congregação tem se voltado de forma mais intensa à missão de reunir e revitalizar todos os segmentos de fiéis que, em diferentes momentos de suas vidas, cruzaram os caminhos redentoristas. 
Neste cenário, torna-se simbólica – e até providencial – a expressão “Extra omnes”, ouvida recentemente no contexto do conclave para eleição do novo Papa. No protocolo litúrgico, “extra omnes” é o chamado para que todos os que não fazem parte do colégio cardinalício deixem a Capela Sistina, dando início ao momento mais reservado da eleição. No entanto, esse mesmo termo pode ganhar um novo significado, mais inclusivo e pastoral, quando refletimos sobre os “ex-seminaristas” e até mesmo os chamados “ex-padres”, cuja condição ainda é motivo de debate teológico e canônico, uma vez que os votos sacerdotais carregam a marca do “para sempre”. 
É justamente nessa fronteira entre o institucional e o existencial que a Congregação Redentorista parece propor uma nova leitura. Em vez de acentuar o “ex” como ruptura, ela opta por enxergar trajetórias interrompidas como parte do mesmo corpo espiritual, convocando para a comunhão aqueles que, por diferentes razões, seguiram outros rumos. A lógica pastoral deixa de ser excludente para se tornar restauradora, acolhendo, reunindo, compreendendo e energizando vidas que continuam marcadas pela espiritualidade alfonsiana. 
Essa proposta se alinha a movimentos concretos e recentes dentro da própria Congregação, como a reunião mundial das Monjas Redentoristas realizada em Aparecida – SP, momento raro e profundamente simbólico de comunhão internacional. Monjas vindas de diversos continentes renovaram laços, partilharam vivências e reafirmaram sua fidelidade ao carisma redentorista. Paralelamente, oblatas e oblatos seguem firmes na missão, convivendo e colaborando ativamente com comunidades redentoristas, ombreados com os ensinamentos de Afonso e Maria Celeste, numa sinergia viva e comprometida. 
Trata-se, portanto, de uma coragem eclesial que propõe o reencontro como forma de missão. 
Reencontro com a memória afetiva dos tempos de formação; com o chamado vocacional, mesmo que reconfigurado; com a espiritualidade que resiste ao tempo e às rupturas formais. Afinal, a essência da Redenção está exatamente aí: no resgate das sementes que jamais deixaram de germinar no coração dos que um dia ouviram o chamado e, de alguma forma, ainda o escutam. Assim, “Extra omnes” não significa, aqui, um chamado para fora, mas para dentro – para dentro de uma nova consciência eclesial e comunitária, onde ninguém é descartado ou esquecido.
PEDRO LUIZ DIAS

quarta-feira, 6 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. ARGEMIRO SAVASSA CSsR

IR. ARGEMIRO SAVASSA CSsR
+6 de MAIO 1970 
Dado até agora como morto, Irmão Argemiro, desapareceu em circunstâncias trágicas. Era de Tietê, onde nasceu em 1940. Ingressou no Geraldinato (Potim) em 1956, fazendo sua Profissão perpétua em 1967. Trabalhou no Alfonsianum, como ecônomo, em Aparecida, como sacristão da Basílica, e foi porteiro em Tietê. Em 1968 foi para a Prelazia de Rubiataba, onde era principalmente o piloto de D. Juvenal Roriz. Seu curso em avião particular ele o fez em Goiânia, e a 12 de outubro de 1968 fez seu primeiro vôo sozinho. Em 1970, num vôo para Caixas do Sul a serviço da Prelazia, fez pouso em Tibagí -PR e daí saindo a 6 de maio às 4 horas da tarde, perdeu a rota devido ao mau tempo, desviando-se para o lado de Florianópolis. E aí desapareceu. Inúteis todas as buscas efetuadas pelo serviço de Aeronáutica. Queda no mar? Seqüestro? As duas hipóteses são prováveis. Mas o mistério ainda continua. Sobre o Irmão Argemiro escreveu depois D. Roriz: “Conheci bem de perto o nosso Irmão, com seu bom espírito, sua caridade e seu amor ao trabalho... Como piloto foi sempre consciencioso, prudente e seguro. Ainda agora, na última viagem, pediu-me que fosse com ele, não o nosso piloto de Rubiataba, mas um homem mais experiente, professor de navegação em São Miguel do Araguaia”. — Diante desta informação fica a duvida sobre as informações que o Irmão teria dado sobre o desvio da rota, falta de combustível etc. Um dia o mistério será revelado.
CERESP

Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

MINHA NOTA:Conheci o Ir.Savassa quando ainda estava no geraldinato do Potim em 1958. Uma vez, recordo que ele dirigia um tratorzinho para ajudar na plantação de frutas nas terras daquele seminário. Ele perguntou se eu queria acompanhá-lo. Aceitei e acomodei-me precariamente sobre o para-lama traseiro do veículo que seguia em velocidade muito baixa.
De repente ele falou-me: 
-Segure forte que agora vou colocar uma primeira marcha!
Como desconhecesse tudo de automotivos, fiquei apavorado e disse, tremendo de medo:
-Por favor, não faça isso!!!!
Até hoje lembro-me o sorrisinho maroto dele, que sempre foi um bom brincalhão! Ierárdi

terça-feira, 5 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. GERMANO KÖNIG CSsR

PE. GERMANO KÖNIG CSsR
+5 de MAIO 1955 
Nasceu em Silberhütte (Alemanha) a 11 de abril de 1899. Ingressou no Juvenato da C.Ss.R. em 1909, e durante a guerra de 1914 foi oficial do exército alemão. Professando em 1920, foi ordenado em 1924, e no ano seguinte veio para o Brasil. Foi missionário durante alguns anos; Diretor e Professor do Juvenato, lecionando algum tempo no Seminário Maior de Tietê. Foi Superior da comunidade do Seminário Santo Afonso e diretor em nossos pré-seminários de Pindamonhangaba- SP e Pinheiro Marcado - RS. De físico forte, com uma formação rígida, quase militar, Pe. Germano foi sempre estimado, devido a sua humildade, sua calma, e piedade profunda. Quando missionário, em Araraquara, chegou a adoecer gravemente e, devido à extração de um rim, esteve às portas da morte. Restabelecido, porém, continuou trabalhando com o mesmo entusiasmo de antes. Mas a sua saúde e resistência que tanto prometiam, não foram tão longe com se esperava. A princípios de 1955, estando na comunidade de Tietê como confessor dos clérigos, sentindo-se cada vez mais fraco, foi internado no Hospital Santa Catarina, e os exames revelaram que ele estava com câncer. Operado, foi, após alguns dias, para o Hospital da Penha. Quando soube que seu caso não dava esperanças, respondeu muito calmo: “Posso morrer hoje mesmo”. Assistido por alguns confrades, à hora em que, na capela do Hospital, nosso Pe. Nogueira terminava a missa pelo enfermo, ele também terminou a missa da sua vida. Era o dia 5 de maio de 1955.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR
Padre Germano era reitor da comunidade quando entrei ao seminário em 1949. Relaciona-se muito pouco com os seminaristas. Militar que fora na Alemanha, ministrava aulas de ginástica, era forte, rígido e exigente, contava em voz alta o número de flexões com forte sotaque alemão, acompanhando pessoalmente aquilo que de nós exigia. Considerando que saíamos esgotados, vejam sua força ao continuar a mesma prática com as outras turmas. Alexandre Dumas Pasin
Foi meu confessor, no seminário em Tietê. Um santo sacerdote. João De Deus Rezende Costa

domingo, 3 de maio de 2026

Brasil: Encontro de Ex-Seminaristas Redentoristas fortalece laços e Missão em todos os continentes

 
De 25 a 27 de abril de 2025, aconteceu no Seminário do Santíssimo Redentor de Sacramento-MG o 7º Encontro da UNESER (União Nacional dos Ex-Seminaristas Redentoristas), com a participação de mais de 50 pessoas. 
O evento foi um verdadeiro momento de revitalização da espiritualidade redentorista, onde foram compartilhadas experiências que demonstram a força da formação recebida e seu impacto global.
Ex-seminaristas de diferentes gerações recordaram, junto com suas famílias, os valores e o carisma que continuam a viver mesmo fora dos limites do seminário, sublinhando a importância de preservar a memória histórica como fundamento da missão vivida nas famílias e comunidades. 
Roberto Rivas, visivelmente emocionado, lembrou o seminário como uma "rocha sólida" que moldou sua vida: "Voltando aqui, revivemos o Espírito Santo que nos tocou. Esta chama não se apaga: renova-se e envia-nos em missão". 
João Batista Rosa reiterou o lema: "Uma vez redentorista, redentorista para a vida", e lembrou como a formação recebida é uma base para a ação cristã no mundo. Ser missionário hoje significa sair de si mesmo para ir ao encontro do outro. E esse encontro nos reconecta com nossa essência." 
Walmor Júlio da Silva expressou sua gratidão pela acolhida da Congregação e reafirmou seu compromisso de servir os pobres segundo o espírito redentorista. 
Um dos momentos mais emocionantes foi o discurso do P. Dionísio de Foltran Zamuner, que contou com emoção a sua experiência missionária em Angola e no Suriname. 
Esperandir Pereira compartilhou a emoção de todos: "Ele chorou ao falar de famílias que ofereceram de presente o único ovo ou uma espiga de milho. Isso nos lembra que a missão redentorista é universal: da África às Américas e além". 
Tânia Meira comparou a unidade do grupo a "uma casa construída sobre a rocha" (Mt 7,25), uma imagem da solidez espiritual do carisma redentorista em tempos difíceis. 
O coordenador Valdair Bernardeli destacou as novidades deste ano: momentos de partilha em grupo, recitação do terço em procissão até a capela e uma seresta musical que combinou música e memória.
"Dormir no seminário depois de 50 anos foi como reviver nossa história. E é essa história que queremos continuar a contar." 
Irmã Maria Luzia Alves, das Mensageiras do Amor Divino, expressou a alegria da acolhida: "Recebê-los aqui é fortalecer um caminho comum – o de viver e transmitir o amor redentorista". 
O P. João Batista de Almeida, CSsR, diretor espiritual da UNESER e da Rede CAS, reiterou o valor do laicato redentorista: "A Província está aberta a ampliar a participação dos ex-seminaristas, nas missões populares, na formação e nas obras sociais. A jornada é feita caminhando – juntos." 
Ele também destacou o papel do Centro de Ação Social (CAS) em Sacramento, comprometido em ajudar os idosos, jovens e famílias, como um sinal concreto de ressurreição espiritual. 
Em uma mensagem de vídeo, o Superior Geral da Congregação, P. Rogério Gomes, elogiou a iniciativa como um "modelo para outros continentes", lembrando que a UNESER é uma semente brasileira que está dando frutos para o mundo. 
O Superior Provincial de Nossa Senhora Aparecida, P. Marlos Aurélio, também enfatizou o significado do encontro no Ano Jubilar: "É um sinal de comunhão na missão, na esteira traçada pelo Papa Francisco e em continuidade com o Redentor". 
A reunião foi concluída com um compromisso com o futuro. 
Antonio Carlos dos Santos, junto com Paulo Cesar e outros coordenadores, anunciou: "Queremos envolver mais famílias e jovens. A espiritualidade redentorista não conhece fronteiras". 
Este encontro em Sacramento-MG é a prova viva de como a formação redentorista continua gerando vida e missão, superando muros e inspirando novas ações em diferentes contextos. 
A UNESER convida todas as unidades da Congregação a compartilhar suas experiências e fortalecer uma rede global de leigos e consagrados em missão, na beleza do carisma redentorista. 
"Que nossa Mãe do Perpétuo Socorro e Santo Afonso guie cada palavra, cada gesto e cada encontro, transformando-nos em sinais de um Amor que não conhece fronteiras!" 

Vicente de Paula Alves, 
UNESER Brasil 3 de maio de 2025
https://www.cssr.news/2025/05/brazil-meeting-of-former-redemptorist-seminarians-strengthens-bonds-and-mission-on-all-continents/

PADRE LIBÁRDI E A TURMA!!!!!

Esta foto carrega muitas mensagens. 
Sim, é uma imagem antiga — mas viva — de jovens em busca de respostas. 
Ali estavam eles, como tantos de nós, tentando discernir:
-“Afinal, qual é a minha vocação?” 
Na base da foto, no primeiro degrau da arquibancada, está um verdadeiro confrade de Santo Afonso. 
Um homem que, um dia, deitado diante de um bispo e diante de Nosso Senhor Jesus Cristo, jurou fidelidade à missão. 
E daquele juramento nasceu um mantra que ele viveu intensamente:
-“Ovelha que me foi confiada, eu não perco de vista.” 
E ele não perdeu. 
Anos depois, quando a semente lançada por sua fé já dava frutos visíveis, ele me chamou no corredor — com aquele jeito firme e sereno de quem sempre soube para onde apontava a bússola interior — e disse: 
-“Você que trabalha com comunicação… arranja aí um slogan pra nossa turma. 
A coisa está ficando séria.” 
Pois bem, padre Libardi, acho que encontrei: 
“Uma vez Redentorista, sempre Redentorista.” 
Será que ajuda? 
Pedro Luiz
Pedro, ajuda e já ajudou muito! 
Nessa base criei para os que se foram: 
"UMA VEZ REDENTORISTA, 
REDENTORISTA NO CÉU!"
Ierardi


sábado, 2 de maio de 2026

A MAIS FELIZ

Na casa da Isabel, a parente idosa que afinal seria mãe, a esposa de José canta sua felicidade, que será cantada por todos. 
Maria sente-se mulher feliz, amada e agraciada por Deus, inundada pelo Espírito da Vida, a gestar a humanidade do Filho. 
Maria, que se alegra com sua felicidade, louva o Senhor, e agradece o amor imenso que a escolheu.
Alegro-me com ela e quero agradecer a Deus tudo que lhe deu. 
E peço que Maria, minha irmã feliz, me ajude a agradecer a felicidade que Deus me oferece. 
Que me ensine a viver alegre essa felicidade, a de ser imensamente amado por ele, chama-do a viver rodeado por irmãs e irmãos, a saborear cada instante que passa, à espera da felicida-de final. 
Santa Maria, a feliz, ajudai-me a ser feliz agora e na hora da morte.

sexta-feira, 1 de maio de 2026

MARIA, NOSSA MÃE

Em nossa profissão de fé dizemos crer na “comunhão dos santos”. 
Cremos que entre Cristo e todos os seus discípulos que vivem na terra, ou já estão nos céus, existe estreita união, uma união de vida. 
Nessa comunidade de Jesus, todos somos fatores da de vida e salvação para os outros, na medida de nossa união com Cristo. 
Entre todos nós, a que mais participa de sua vida divina é Maria, sua mãe. 
Ela é quem mais, depois de Jesus, pode ajudar-nos a crescer na comunhão de vida, na família dos seus discípulos de por ele transformados. 
Por isso podemos dizer que Maria é nossa mãe, mãe da igreja. 
E temos o testemunho de João: 
“Depois disse ao discípulo: – Esta é a tua mãe. Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo.”

quinta-feira, 30 de abril de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PADRE LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA CSsR

PE. LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA CSsR 
 21.08.1947 – 30.04.2022 
74 anos de vida – 54 anos de CSsR – 46 anos de Padre 
Pe. Luiz Carlos de Oliveira nasceu em Sacramento, MG, no dia 21 de agosto de 1947. Filho de José Batista de Oliveira e Alda Borges de Oliveira, que tiveram 8 filhos. Aos 11 anos entrou para o Seminário SS. Redentor, recém construído na sua cidade pelo missionário redentorista Pe. Antônio Borges de Souza, também sacramentano. Completou os estudos do ensino médio em Aparecida. Fez o Noviciado em Tietê, SP, onde fez a Profissão Religiosa no dia 02 de fevereiro de 1968. Em São Paulo, capital fez os estudos de Filosofia e Teologia. Foi ordenado sacerdote no dia 23 de agosto de 1975, em Sacramento-MG, por D. José Pedro da Costa, arcebispo administrador apostólico de Uberaba – MG. Depois de ordenado fez Pedagogia, na Fac. Ciências e Letras, em Itu-SP, Licenciatura (1975); Sagrada Liturgia, S. Anselmo, em Roma, mestrado (1985-1987); Teologia da Espiritualidade, no Teresianum, em Roma, mestrado (1997-1998). Pe. Luiz Carlos deu um testemunho edificante de serviço à Igreja, aos confrades e ao povo de Deus. Estava sempre disponível, por isso pode fazer o bem em vários lugares e de diversos modos, usando os dons recebidos, aos quais colaborou sempre com alegria e de bom humor, que era uma característica de sua vida. Foi formador e diretor dos futuros missionários redentoristas em nossos seminários; mestre dos noviços no Brasil e em Angola, na África, foi diretor do Colégio Maior em Roma. Junto aos formandos e aos confrades passou seu amor à Congregação do SS. Redentor repassando o missal redentorista e a vida de nossos confrades santos, beatos, mártires e servos de Deus. Como diretor do CERESP, Centro Redentorista de Espiritualidade, ajudou os confrades, leigos e leigas e religiosas a beberem e se aprofundarem da espiritualidade e carisma redentorista. Na pastoral junto do povo deu seu testemunho de amor, de alegria e simplicidade como vigário ou pároco em diversas cidades do estado de São Paulo: Garça, Tietê, São Paulo, São João da Boa Vista, Aparecida, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Seu testemunho de vida e zelo apostólico, sempre com simplicidade e alegria, expandiram-se também nos escritos que espalhou em livros, artigos, revistas, jornais, opúsculos, reflexões bíblicas, vida dos santos, homilias, ensinamentos catequéticos e pregações de retiros para leigos, religiosos e sacerdotes... foi o missionário sempre atento para evangelizar! Nos últimos anos atingiu mais público através da Rádio e TV Aparecida, Portal A12 e redes sociais, participando de vários programas e celebrações litúrgicas, onde ensinava e transmitia o evangelho de Jesus e as glórias de Maria de um modo simples, alegre e atraente. Deus seja louvado pela vida e pelo bem que o Pe. Luiz Carlos fez nesta terra, e que agora, junto com seus pais, familiares, confrades redentoristas e com seus conterrâneos Pe. Antônio Borges e o Servo de Deus Pe. Vítor Coelho de Almeida, goze da presença amorosa da Santíssima Trindade, de Maria, a Mãe do Belo Amor e dos anjos e santos. Que interceda por nós, por seus confrades que se encontram reunidos em Capítulo Geral para que a Missão redentorista seja continuação da Missão do Redentor a fim de que o mundo seja mais humano e fraterno! Obrigado, Pe. Luiz Carlos, pelo seu testemunho de doação de vida alegre e fiel! Pe. Luiz Carlos foi internado há 20 dias no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá, onde permaneceu uma semana. No dia da Páscoa voltou para a comunidade do Santuário de Aparecida, onde residia. Depois de uma semana foi levado para São Paulo e internado no Hospital Paulistano, onde veio a falecer na madrugada deste sábado, dia 30 de abril de 2022, às 03h15. Tinha câncer no pâncreas. Seu corpo será velado, no sábado, na igreja-paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro, no Jd. Paulistano, em São Paulo, onde Pe. Luiz Carlos foi pároco. No domingo, dia 1º de maio, será levado para Aparecida, onde será velado. No dia 02, 2ª feira, às 09h00, será a missa de corpo presente, com transmissão pela Rádio e TV Aparecida e Portal A12, presidida pelo Arcebispo de Aparecida, Dom Orlando Brandes, com presença do Superior Geral da CSsR, Pe. Michael Brehl e concelebrada pelos missionários redentoristas da A. L. e Caribe que estão no Capítulo Geral em Aparecida e por outros confrades, com presença dos familiares, amigos e fiéis. O sepultamento será após a missa no Cemitério Municipal Santa Rita em Aparecida. R.I.P. Bom Pai do céu, recebei de volta este vosso filho querido, Pe. Luiz Carlos de Oliveira. Ele veio de vós e volta para vós! Obrigado, ó Pai, pela vida e pelo bem que ele fez na sua família, na família redentorista, na Igreja de Jesus e para o povo de Deus! Dai-lhe o descanso eterno e que junto de vós, ó Pai, interceda por nós para que sejamos seguidores de seu Filho Redentor e devotos da Mãe do Belo Amor, a fim de que pratiquemos o bem, de um modo alegre e fiel, como viveu o vosso querido filho, o missionário redentorista, Pe. Luiz Carlos de Oliveira. Amém!

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