sexta-feira, 22 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. ANTÔNIO BIBIANO DE SIQUEIRA CSsR

PE. ANTÔNIO BIBIANO DE SIQUEIRA CSsR
+22 de MAIO 1991 
Era mineiro de Lambari, em Minas Gerais. Nasceu a 9 de outubro de 1910. Entrou para o então "Colégio Santo Afonso" (hoje Hotel Recreio) a 10 de agosto de 1922. "O Mineiro" - foi esse o seu apelido durante todo o tempo de Seminário Menor - era inteligente, vivo, brincalhão, e ... cavador que sempre saía ganhando. Durante os anos de estudo, foi um dos melhores do curso. Iniciou seu Noviciado em Aparecida, continuando-o depois em Pindamonhangaba, cuja casa ainda estava em construo. Professou a 26 de abril de 1930, indo fazer seus estudos superiores na Alemanha (Província Mãe) já que ainda não tínhamos o nosso Seminário Maior. A 5 de maio de 1935 foi ordenado, voltando para o Brasil em janeiro de 1936. Seus timos meses de estudos, ele os fez em Tietê cujo Seminário estava ainda em construo. Em maio de 1936, iniciou a sua vida apostólica. Para começar, foi nomeado professor do nosso Seminário Menor de Aparecida, passando depois a lecionar no nosso Seminário de Pinheiro Marcado, no Rio Grande do Sul. De lá voltou, indo para Campinas de Goiás como Cooperador; e em 1941 fez o seu segundo Noviciado em Aparecida, para iniciar a sua vida que foi sempre missionária. Durante os quase cinqüenta anos seguintes (1941 - 1991) Pe. Siqueira foi sempre o Missionário da ativa. Tinha verdadeiro carisma para tratar com o povo: seu porte, sua voz, seu desembaraço e disposição, tudo o convidava para a atividade das Missões. Daí porque não se tenha dedicado à pregação de Retiros e semelhantes. Trabalhar fechado em casa não era para ele; motivo pelo qual os superiores logo perceberam que ele não era homem para ocupar cargos na Província. Foi Superior apenas duas vezes: em Porto Alegre e em Tietê e, mesmo assim, sempre que possível não dispensava uma saída para alguma missão. Sem dúvida, um dos maiores Missionários que a Província conheceu, após as figuras de um Pe. Pelágio, Pe. Afonso, ou Pe. Conrado. Sem exagero: Se admitirmos uma média de 8 a 10 missões por ano, em quase 50 anos... que o digam os "Livros das Missões" de nossas Casas.P 1 P
Nos últimos anos, não podendo mais trabalhar diretamente nas missões, continuou ocupado com Novenas, Tríduos paroquiais, e principalmente com as famosas Novenas Missionárias. E, durante esses anos já estava usando marca-passo. Em 1988 foi transferido para Aparecida, onde celebrou o Jubileu Áureo de sua Ordenação; e em 1960 ainda celebrou os 60 anos de sua Profissão religiosa. Embora sempre cuidadoso da própria saúde, a princípios de 1981 foi surpreendido por um câncer nos rins. Operação. Tratamentos pareciam acender a esperança do doente. Mas tudo foi inútil. Internado no Hospital Frei Galvão de Guaratinguetá, Pe. Siqueira viu chegar a morte que o levou para a Casa do Pai, na tarde do dia 22 de maio de 1991. Foi sepultado em Aparecida, no dia seguinte. RI.P. (Pe. Isac Lorena) 
P 1 P Pe. Siqueira liderou por muitos anos as equipes missionárias da Província. Era organizado e se dedicava com muito amor às missões, esperando sempre e cobrando dos companheiros o mesmo zelo missionário. Tinha brilhantes dotes oratórios e encantava os auditórios, tanto nos sermões, como nas conferências e até nos avisos ao povo. A voz muito clara e metálica modulava as palavras numa pronúncia interiorana cheia de graça e de vibração. Sabia como ninguém manipular e empolgar as multidões. Concentrações nas praças, procissões e passeatas eram magníficas quando contavam com o toque do "Siqueirão". Outro nome pelo qual era conhecido e do qual gostava muito foi "Dom Camilo". Ganhou-o pela semelhança com a figura do ator que nas comédias cinematográficas desempenhava o papel do cura italiano que vivia às turras com o Pepone, o prefeito comunista da aldeia. (Vejam a seguir!)(nota do editor)
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

PADRE SIQUEIRA, O “DOM CAMILO”!

PADRE SIQUEIRA
Neste 22 de maio, rememoramos o dia final neste mundo do PADRE SIQUEIRAo redentorista que teve o apelido de DOM CAMILO, por ter a mesma aparência do ator FERNANDEL que viveu nas telas do cinema o papel do solerte pároco em constante pugna com o Prefeito Sr.Peppone da Aldeia de Reggio, na Itália.
Ao repassar os artigos publicados no Site Zenit, surgiu-me a história, relatada pela articulista Elizabeth Lev, sobre o livro de contos de Giovannino Guareschi que nos traz as peripécias dos dois rivais, um, católico e outro, comunista em uma região onde todos participavam de tudo... Lembrei-me ainda que esse livro era "deglutido" no silêncio das refeições que fazíamos no seminário.... Aproveitem e relembrem...

SUPERANDO AS DIFERENÇAS
O mundo de Don Camillo, de Giovannino Guareschi
ROMA, quinta-feira, 6 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O poeta romano Horácio registrou em sua lírica o tempo mágico do “otium”, um período de pacífica ociosidade e descanso que permite o fortalecimento espiritual para o dia-a-dia. Pretendo usar este tempo de tranquilidade para a leitura, e, nestas férias de verão europeu, eu felizmente abri o primeiro livro que despertou minha paixão pela Itália.Por Elizabeth Lev
ATOR FERNANDEL
“Don Camillo e o seu pequeno mundo”, escrito pelo italiano Giovannino Guareschi, oferece uma refrescante perspectiva da política, religião e amizade em uma idade em que estes três campos parecem irreconciliáveis. As histórias de Guareschi, escritas quando as paixões eram fortes e as barreiras eram mais altas do que hoje, refletem a forma como o direito somado à esperança, à humanidade e ao humor pode vencer qualquer ideologia.
Guareschi nasceu na região italiana da Emilia Romagna, no início do século XX. Sua vida atravessou as duas Guerras Mundiais, assim como a ascensão do comunismo e do fascismo. Foi um provocador. Suas críticas ao governo Mussolini lhe renderam o ingresso forçado no exército italiano e três anos em uma prisão polonesa.
Retornou ao norte da Itália justamente no ápice dos embates entre os comunistas e os democrata-cristãos pelo controle da Itália. As tensões eram fortes entre as duas partes, os democrata-cristãos afirmando que os filhos dos comunistas tinha sido apropriados pelo Estado, enquanto os extremistas da esquerda atacavam os sacerdotes e proprietários de terra, seus maiores inimigos de classe.
Nesse clima volátil, Guareschi lançou suas sátiras tanto ao primeiro grupo quanto ao segundo, expondo os pontos fracos de ambos lados. Com isso, ajudou a diminuir as tensões entre as violentas oposições. As obras de Guareschi foram vitais para a derrota do Partido Comunista na histórica eleição de 1948. Essas histórias se tornaram extremamente populares e beneficiaram ensinamentos como os do Papa João XXIII, cujo tom pastoral refletia uma presença paternal amorosa em um mundo repleto de ódio.
As mais famosas histórias de Guareschi foram as de Don Camillo, um pároco na pequena aldeia de Reggio, em Emilia Romagna, e seu rival Peppone, o prefeito comunista da cidade. Este contraste é o ambiente de confrontos políticos e calorosos momentos de cumplicidade guiados pelo Cristo crucificado que do altar serve de moderador de consciência para Don Camillo e o tolo Peppone.
DOM CAMILO E O PREFEITO PEPPONE
Don Camillo e Peppone formam a profunda fronteira do movimento da resistência italiana durante a Segunda Guerra. Peppone representa os "partigiani", enquanto Don Camillo encarna o capelão. O ódio pós-guerra contra os fascistas (Mussolini foi de Emilia Romagna) empurraram a região para um triângulo comunista entre Parma, Bolonha e Ferrara. Don Camillo e Peppone chocam-se constantemente, em confrontos que às vezes escapam do verbal para o físico. Mas apesar das suas diferenças, quando confrontados com questões fundamentais como a vida e a morte, o verdadeiro e o falso, eles acabam ficando do mesmo lado.
Giovannino Guareschi
Don Camillo é frequentemente tentado pelo orgulho de permitir que a política possa ultrapassar o seu dever com as almas, mas, felizmente, Cristo está sempre lá para chamá-lo de volta ao caminho certo. Em um memorável episódio, Don Camillo tenta justificar o seu comportamento pecaminoso, usando uma inteligente retórica familiar com muitos políticos. Cristo o repreende dizendo: "Estas são as sutilezas dos sofistas... sem você perceber o diabo ganhou vida em ti e mistura suas palavras com as dele". Um breve período de jejum restaura a saúde espiritual de Don Camillo.
Minha história favorita está próxima do final do livro. No Natal que se aproxima, os comunistas estão-se tornando mais intolerantes com Don Camillo, que acaba de escapar de um atentado a bala. A frágil fronteira respeitosa entre ambos lados parece estar prestes a ruir. Na véspera de Natal, um oprimido Peppone, sem saber para onde se dirigir, acaba por se encaminhar à casa de Don Camillo. Os dois homens sentam-se em lados opostos da mesa, as fortes mãos ocupadas ternamente com as figuras do presépio. Esta simples mas eficaz atividade lentamente cura as feridas entre os dois homens e pacifica os caminhos na pequena aldeia do rio Pó, trazendo esperança a todos aqueles que seguem o Príncipe da Paz.

Bons tempos das leituras de Dom Camilo às turras com o prefeito comunista Peppone... Olavo Caramori Borges
No silêncio das nossas refeições no Santo Afonso, acompanhávamos as histórias de GIOVANNINO GUARESCHI e as peripécias de Dom Camilo e o político Peppone....Atente que essas histórias mostram o debate entre Igreja e Comunistas....hoje eles estão de braços dados!!!! Ierárdi
Aquelas leituras era boas, eu gostava. Uma vez eu fui escalado para a leitura, mas o melhor é que a gente comia depois e sempre sobrava um pouco daquela cerveja que o padre tomava na refeição dele. Quando foi a minha vez de leitor, eu mudava palavras do texto para que o pessoal risse. Eu trocava "jubilosos" por "furiosos" que dava um sentido diferente na história e o pessoal ria muito. Então eu ia mudando até que o Padre que presidia a refeição tocava o sininho e falava: "É melhor você parar com essa leitura toda errada"!Eu descia do púlpito e esperava até que o almoço terminasse para eu almoçar. Lembranças boas.Abner(+)

quinta-feira, 21 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. AGENOR MATHIAS PESSOA CSsR

PE. AGENOR MATHIAS PESSOA CSsR
+21 de MAIO 1992 
Nasceu em Quatá - SP, no dia 17 de maio de 1940,mas cresceu e formou- se em Presidente Prudente - SP. Eram seus pais Cândido Mathias Pessoa e Joaquina Maria de Jesus. Com 6 anos de idade perdeu a mãe e com 9 anos, o pai. Fez seus estudos primários, ginasiais e clássicos em Presidente Prudente. Trabalhava e estudava. Formou-se em 1966, quando começou a lecionar. Entrou para o Seminário Santo Afonso, em Aparecida-SP, no dia 30 de janeiro de 1970. O noviciado foi feito em 1971, em Sacramento- MG, onde fez a profissão religiosa na Congregação Redentorista a 05 de fevereiro de 1972. Fez a profissão perpétua no dia 30 de janeiro de 1977, em Tietê-SP. Foi ordenado sacerdote no dia 11 de dezembro de 1977, em Presidente Prudente, por Dom Antônio Agostinho Marochi, bispo daquela diocese. Antes da ordenação trabalhou como diácono na Basílica de Aparecida. Seu primeiro campo de apostolado, depois de padre, foi a formação no Seminário Santo Afonso, em Aparecida, onde ficou até fim de 1981. No ano seguinte foi nomeado diretor do Seminário de Santa Teresinha, em Tietê, onde ficou por um ano. Em 1983 foi transferido para Aparecida, dedicando-se ao trabalho pastoral com os romeiros, na Basílica de Nossa Senhora. Dois anos depois foi nomeado superior da comunidade e diretor do Seminário do Santíssimo Redentor, em Sacramento-MG. Em janeiro de1985 teve seu primeiro problema cardíaco. Veio para São Paulo e no Hospital da Beneficência Portuguesa foi operado do coração. Lá esteve internado de fevereiro a fim de maio. Em recuperação voltou para a comunidade da Basílica, em Aparecida. Em 1991 foi nomeado mestre de noviços, no Seminário Santa Teresinha, em Tietê. Em 1992 cuidava de sua segunda turma de noviços: 15. Em começo de maio, estando os noviços na missão de Atibaia - SP, Pe. Agenor, a conselho do Pe. Provincial, saiu para uns dias de férias. Depois de passar por Aparecida, foi a Três Pontas - MG, à casa de seu amigo Antônio Brito. Lá no dia 5 de maio, à noite, sentiu-se mal, com dores muito fortes no peito. Foi trazido de avião para São Paulo, onde foi internado na Beneficência Portuguesa. Foi operado no dia 12: grande dilatação da aorta. Não saiu mais da UTI. Seu estado foi piorando: infecção pulmonar, depois bloqueio renal. Na UTI completou 52 anos de idade. Faleceu às 1,20 h. da madrugada do dia 21 de maio de 1992, no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo. Seu corpo foi levado para Tietê, sua comunidade. A missa de corpo presente foi às 16 horas desse mesmo dia. 54 foram os concelebrantes, 4 diáconos, além dos Irmãos, teólogos, filósofos, noviços e seminaristas. Foi sepultado no mesmo dia, em Tietê. Pe. Agenor estava com 52 anos de idade, 20 anos de profissão religiosa e quase 15 anos de sacerdócio. Pe. Agenor era um padre e religioso simples, sorridente, alegre e muito piedoso. Era um homem de oração. Por onde passou deixou incontáveis amigos. Estava sendo um mestre de noviços muito bom. Seu falecimento foi verdadeiramente uma perda para a Província. (Arquivo Provincial)
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

quarta-feira, 20 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PADRE LUIZ GONZAGA WEISS CSsR

PADRE LUIZ GONZAGA WEISS CSsR
+20 de MAIO 1959 
De pequena estatura, um tanto infantil em suas maneiras, ele era, para muitos, o Pe. Luizinho. Nasceu em 1881 na Alemanha, e, professando em 1902, foi ordenado em 1907. No ano seguinte veio para o Brasil, permanecendo em Aparecida uns dois anos. Trabalhou depois, em diversos triênios, em Goiás, Aparecida e Penha. Foi Superior em Perdões, Araraquara e Cachoeira do Sul. Pe. Luizinho era um homem simples, alegre e atencioso com todos. Zeloso da observância, sua piedade não conhecia complicações. Foi Mestre de Noviços durante 10 anos seguidos, em Pinda; e seus pupilos guardaram a lembrança de um pai, ou vovô de coração aberto e compreensivo. Caridoso, sabia interessar- se pelo bem dos confrades que o estimavam pela sua sinceridade em tudo. Sempre alemão, mesmo em seus últimos anos, não dispensava a sua cervejinha, que ele dizia o leite dos velhos. Transferido para Cachoeira do Sul, pouco pôde trabalhar, devido a sua idade. Faleceu em Cachoeira do Sul, a 20 de maio de 1959.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

terça-feira, 19 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - EDÉLCIO COSTA LIMA-ANTIGO SEMINARISTA

EDÉLCIO COSTA LIMA (+19/05/2013)
Às 20,30h de 19 de maio de 2013, domingo de Pentecostes, nosso querido e admirado colega Edélcio partiu para junto do Pai.Deixa para nós belo exemplo de vida. Entusiasta da UNESER, foi sempre colaborador. Apesar das dificuldades da doença, não deixava de participar dos encontros, dos retiros e de outros acontecimentos, dando seu testemunho de fé, confiança em Deus, amizade e camaradagem, alegria e participação. Em fevereiro ainda celebrou suas bodas de casamento, recebendo, na missa de encerramento de nosso retiro, a bênção do Pe. Dezidério. Nosso pesar e nossa mensagem de conforto aos famiiares, em especial, a sua esposa Vera e ao filho Renato. (Lili)(UNESER - COORDENAÇÃO)
Com muita dor que tomo conhecimento agora do falecimento deste tão querido irmão, Edélcio Costa Lima, por favor queiram encaminhar meus mais profundos sentimentos de pesar à toda sua familia, especialmente sua esposa Vera Lucia Lima e seu filho Renato Nunes Lima. Não poderei comparecer ao enterro, mas estarei rezando por ele. Vá em paz meu grande amigo!!!(Ubaldo)
Ainda em nosso encontro de sábado passado, 18 de maio de 2013, lembrávamos de uma das muitas passagens com ele quando do retiro na Pedrinha em 2011!Deus o tem com toda certeza!(Ierárdi)
Sei que ele deixa muita saudade para nós seus colegas e seus familiares. Que Deus o tenha a seu lado!(Benedito Franco)
Querido Edélcio, vai em paz meu irmão. Meu coração manifesta-se em lágrimas em minha face, mas não consegue aquietar meu espírito pela ausência da convivência de um campeão. Descansa o corpo, sobe o espirito para o Pai. (Antônio Galvão)
Minha querida Vera e Renato, que Deus dê forças a vocês para suportarem a dor da perda.O Edélcio foi uma pessoal especial na vida de todos/as que o conheceram e conviveram com ele. Foi guerreiro, lutou até o fim pela vida! Com certeza Deus o recebeu em sua glória! Muitas bênçãos e que Nossa Senhora conforte seus corações!!(Elzi F.Silvério)
Sinto muito também. Vamos nos unir em orações por ele e pela família. Foi mesmo um lutador.Fica nossa saudade e agradecimento pela sua presença amiga.(João Loch)
Um grande amigo nos deixou...Nossos sentimentos à Vera e Renato. (Staliano)
Enquanto vivemos juntos no SRSA repetimos várias vezes que "A morte não será tirada, mas transformada". Juntamente com o Edélcio fizemos o Ensino Médio, cursamos Filosofia e Estudos Sociais. Com ele convivemos vários anos. Edélcio era como meu irmão.Era uma pessoa de ouro. Depois que voltamos a nos encontrar na UNESER, aquela chama de amizade e de fraternidade ficou mais acesa ainda. Ele foi um exemplo de dedicação, de inteligência e de sensibilidade, enquanto pensamos juntos. Ele era 10. Nos últimos tempos, com sua doença, cada vez que a gente se encontrava, ele nos inspirava confiança e muita fé. Creio que Jesus, através do Espírito Santo, vem ao encontro daqueles que o amam devotamente. Edélcio se foi no dia em que comentamos sobre os sete dons do Espírito Santo. Edélcio era portador da energia destes 7 dons. Nele sempre presenciei a humildade e a sabedoria. Nossos sentimentos aos familiares, principalmente à Vera e ao Renato. Afonso e Maria Helena. (Afonso Cavalcanti-Jandaia)
Com muito pesar recebo a notícia do falecimento de nosso irmão Edélcio. Apesar de conhecer em momentos de encontro da UNESER, vejo uma pessoa de muita calma e apesar da doença abraçou com garra sem perder a esperança. É como fala o Zezinho em sua música: "Senti saudades tuas e acabei voltando aqui" e com certeza agora goza da presença do Pai junto aos nossos entes queridos, como por exemplo o nosso inesquecível e estimado Pe. Libardi.(Waddington Pacheco Rangel)
O nosso amigo se foi para junto do Pai, agradeçamos a Deus por termos convivido um pouco com ele e através dele termos aprendido tantas coisas. Um abraço à família e conte com nossas orações.(José Hélio Reis)
Oi, Gente, 
Fiquei sabendo agora pouco do falecimento do Edélcio. Fomos colegas de classe, depois do e-mail sempre nos correspondíamos. Considerado genial, QI muito acima da média, não era pessoa da arrogância. Nos últimos anos parece que o sofrimento imposto pela doença foi duro. Mas ele era resistente. Brincávamos que "quem comeu da pasta atômica sobreviveria a qualquer outro atentado". Era uma referência a uma berinjela feita às toneladas em nosso tempo de seminário, que virava uma pasta pesada. Que Deus o tenha e conforte sua família. Cumpriu sua história. (Malvezzi. )
"Vá em paz, meu irmão Edélcio: Deus vê coração e atitudes independente de bandeiras. O reino dos céus não é um local como a maioria pensa, mas é um estado de ser em Deus com Cristo, e creio que você muitas vezes já teve em si esse estado. Hoje você apenas está experienciando a Verdade em que sempre acreditou e se encontrando com o Ele: a Verdade, o Caminho, a Vida, o Senhor Jesus, nosso Redentor, nosso Deus, nosso amigo. Agora é hora de curtir na eternidade. Nos encontraremos lá, se a misericórdia desse maravilhsos Deus nos permitir. Abraço eterno querido amigo."(Elberto Mello)
"Mais um se junta à plêiade de Redentoristas no céu. Valeu,Edélcio. A caravana continua..." (Aparecido Ramos Barbosa(+))
Sinto demais essa partida, mas reconheço que a LUTA do Edelcio foi algo extraordinário.Aliás, luta foi o que nunca faltou a esse corinthiano fiel e cheio de raça. A doença não o derrotou nunca! Ele a venceu e lá do céu estará nos acompanhando sempre, pois Uma Vez Redentorista, Sempre Redentorista. Valeu Edelcio, e muito obrigado por fazer parte de nossa Vida. Vera e Renato, muito obrigado pelo carinho e presença na vida dele. Beijão em voces.(Antonio Deziderio Frabetti Vieira)
Nossa vida em Cristo é tudo. Valeu amigo e colega de curso Edelcio. Que Deus o acolha em seu seio e junto a Vigem Mãe Aparecida possa desfrutar da eternidade feliz. Obrigado pelo seu exemplo de vida.(Laerte Pasquotto)

Já se foram quatro anos!! Grande amigo de muito tempo. Saudades de você, de seus e-mails, das felicitações no dia do aniversário!! Ubaldo em 19/05/2017
Amigo de curso. No inicio da filosofia éramos quinze. Terminou a teologia com Dorivaldo e Gogò( Roberto Malvezzi). Adilson José Cunha
Nosso irmão se foi para junto de Deus. Quero abraçá-los, mesmo na distância. Vocês sabem e se lembram que estivemos juntos nas mesmas salas de aula, nos mesmos cursos, nos mesmos encontros da Uneser e lá víamos o Edélcio, o Midem, o Queixinho, o moço genial, simples, humilde, mas muito doce, muito gente, muito amigo, muito seminarista, muito Ministro da Eucaristia conosco. Que pena! A doença judiou muito dele, mas agora ele está lá junto com o Libardi, com Foguinho, com Leuze e com os seus familiares. Aqui ficamos nós: que sirva de alento os seus bons exemplos: Estudioso, Dedicado, Religioso, Amigo, Irmão no Santíssimo Redentor. Se vocês forem ao velório cumprimentem os familiares por mim. Não poderei ir. Abraço. Afonso. Mesmo distante vou pensar e rezar pelo Edélcio.Afonso Cavalcanti(Jandaia)
MENSAGEM DA ESPOSA E FILHO:
(Edélcio ainda lutava pela vida no hospital)
Queremos agradecer as manifestações de carinho e apoio que estamos recebendo. Edélcio continua internado: consciente e lúcido, decide com o médico as novas etapas do tratamento. O espírito elevado lhe dá forças para enfrentar as dores e limitações do corpo. Pediu-me para enviar a todos um forte e grande abraço e dizer que não se esquece de rezar nas intenções de cada um. Obrigado a todos!VERA LÚCIA LIMA e RENATO

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Conversas Cordiais: entre o Seminar e o Plantar

O Espírito Santo não trabalha com “acasos”
 
Eu já me preparava para partir quando chegou o carro do Padre Provincial, trazia consigo dois visitantes. 
Eu estava ali por ocasião do velório do nosso Padre Gervásio dos Anjos Fabri, CSsR. 
Compareci por razões pessoais e também como representante da Família Leiga Redentorista. 
Na saída, aproveitei para cumprimentar o Padre Bigão, que caminhava serenamente pelas alamedas da Comunidade Redentorista Irmão São Bento. 
Para quem ainda não teve a oportunidade de visitar: recomendo. 
Ali estão valorosos missionários que seguem firmes na vocação da Copiosa Redenção. 
Ao me despedir, estendi também o cumprimento ao Padre Marlos Aurélio, Provincial, que, com sua gentileza habitual, me apresentou os dois visitantes. 
Eram membros do governo da Congregação, vindos diretamente de Roma para uma visita fraternal e regimental. 
Entre uma frase e outra, nasceu ali - sob a inspiração do Espírito Santo (eu creio) uma conversa breve, aparentemente protocolar, mas com palavras de significados profundos. 
Uma verdadeira reunião da grande Família Redentorista. 
E lembre-se: como já mencionei, o Espírito Santo não opera “no por acaso”. 
Foi então que, como quem semeia sentido em palavras já conhecidas, ouvi deles uma frase que me acompanha até este momento em que compartilho este fato:
-“O seminário é lugar para seminar vocações. Deixá-las germinar, corrigir os rumos e expandir os horizontes.” 
Saí dali com a alma tocada, certo de ter ouvido mais uma mensagem nascida das reflexões da Governadoria: 
-“O que são esses nossos alunos? Onde devem encontrar espaço nas searas do Senhor?” 
A etimologia havia se reconciliado com a espiritualidade. E o verbo seminar, quase esquecido, floresceu entre nós como revelação.
PEDRO LUIZ DIAS

sábado, 16 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PADRE GERVÁSIO FÁBRI DOS ANJOS CSsR

PADRE GERVÁSIO FÁBRI DOS ANJOS CSsR
(*)20 DE MAIO 1935
(+)16 DE MAIO 2025
Redentoristas - Província Nossa Senhora Aparecida
 
Com profundo pesar, a Província Nossa Senhora Aparecida comunica o falecimento do missionário redentorista Padre Gervásio Fabri dos Anjos, C.Ss.R. Nosso confrade será velado na Comunidade Irmão Bento na cidade de Potim (SP), a partir das 18h desta sexta-feira (16). A Missa de corpo presente será celebrada na tarde do sábado (17), às 14h, na capela da comunidade Ir. Bento. Em seguida será o sepultamento em Aparecida (SP). Que o Santíssimo Redentor lhe conceda o prêmio da vida eterna por perseverar fielmente na vinha do Senhor anunciando a Copiosa Redenção. 
NOME COMPLETO: Gervásio Fabri dos Anjos
NASCIMENTO: 20 de maio de 1935, em Monte Belo – MG.
PAIS: Otávio Patrício dos Anjos (falecido) e Josephina Fabri dos Anjos (falecida) 
PROFISSÃO TEMPORÁRIA: 02 de fevereiro de 1956
PROFISSÃO PERPÉTUA: 02 de fevereiro de 1959
ORDENAÇÃO DIACONAL: 30 de outubro de 1960,na igreja de Santa Terezinha,em Tietê-SP-
Bispo Ordenante:D.Almir Marques, bispo auxiliar de Sorocaba – SP. 
ORDENAÇÃO PREBISTERAL: 01 de janeiro de 1961, na igreja de Santa Terezinha, em Tietê – SP-
Bispo Ordenante:   D.José Aguirre, bispo de Sorocaba –SP. 
ESTUDOS REALIZADOS, A PARTIR DO II GRAU: 
(local e diploma) 
Filosofia e Teologia, em Tietê – SP; Pós-graduação em Filosofia, em Mogi das Cruzes – SP; Curso Extensivo em Comunicação, Universidade S. Francisco, em São Paulo – SP.
COMUNIDADES ONDE VIVEU E CARGOS JÁ EXERCIDOS:
(locais e períodos
Em 1961, Seminário S. José e Paróquia, em Campinas – GO; Em 1962, segundo noviciado, em Pinda – SP; e estágio pastoral na Penha (S. Paulo); De 1963 a 1965, Seminário S. José e Paróquia, em Campinas – GO; Em 1966, coadjutor na Paróquia São Pedro, em Garça – SP; Em 1967 e 1968, nas Missões Populares, em S. João da Boa Vista – SP; De 1969 a 1974, Secretariado Vocacional, Paulistano – São Paulo; Em 1975, formador auxiliar, Ipiranga, em São Paulo – SP; Em 1976, formador da filosofia, em Aparecida – SP; De 1977 a 1983, auxiliar do mestre de noviços e superior (1981-83), em São João da Boa Vista – SP; De 1984 a 1989, secretário executivo da CRB-SP, Paulistano – S. P; Em 1990 e 1991, Missões Populares, Equipe de Tietê – SP; De 1992 a 1994, Produções Redentor, Paulistano, em São Paulo; Em 1995 e 1996, estudante de Comunicação, Paulistano, em São Paulo; De 1997 a 1999, pároco de Aparecida, em Aparecida – SP; De 2000 a 2002, vigário paroquial em Tiradentes, em São Paulo–SP; De 2003 a 2005, vigário paroquial de Sapopemba, em São Paulo-SP; De 2006 a 2008, pároco de Nossa Senhora das Dores, em Miracatu – SP. Em 2009, vigário geral da Diocese de Registro. 2015, reside no Santuário Nacional de Aparecida 
OBRAS PRODUZIDAS 
(escritas ou outras formas de arte ou ciência) 
Novenas de Santos (5) 
Manual de São Judas 
Curso de Noivos 
Batismo: Fonte de Vida, Catecismo e Oração
Meu queridíssimo colega de sala . Pessoa maravilhosa. Um santo redentorista. 
João De Deus Rezende Costa 
Meu dileto amigo, primeira pessoa a quem fui apresentado no meu ingresso no seminário, era zelador dos menores, convivemos por seis anos.
Alexandre Dumas Pasin de Menezes 
 
No meu noviciado ele era mestre auxiliar do Pe. Cabral. Deus o acolha em seu amor.
João Loch

sexta-feira, 15 de maio de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - Ir. BENEDITO CARMELINO DE OLIVEIRA CSsR

Ir. BENEDITO CARMELINO DE OLIVEIRA CSsR
+15 DE MAIO DE 2014
1) Origens:
Nasceu no dia 21 de agosto de 1931, em Paraisópolis – MG. Seus pais: Zeferino Góis de Oliveira e  Maria Júlia de Jesus.
2) A Vocação:
Chegou  na Comunidade de Pindamonhangaba a 17de janeiro de 1957. Fez a PROFISSÃO  TEMPORÁRIA: dia 02 de fevereiro de 1957, em Pindamonhangaba – SP. PROFISSÃO PERPÉTUA: dia 02 de fevereiro de 1963, em Aparecida – SP.
            03) Encargos:                                              
 a) O Ir. Carmelino era dotado de piedade exemplar e se adaptava bem à vida comunitária. Sabia aproveitar bem o tempo, dedicando-se aos mais diversos ofícios na comunidade. Sendo assim, procurou se aperfeiçoar em diversos ofícios práticos. Além de fazer um Curso de Teologia para Leigos, em 1974, fez Curso de Encadernador, Curso de Eletricista e Curso de Encanador Prático.
b) Residiu em diversas de nossas comunidades (geralmente casas de formação), sendo encadernador, porteiro, sacristão, hospedeiro, motorista, hortelão, eletricista, encanador e ecônomo. É difícil descobrir o ofício que ele  não tenha exercido. Por muitos anos, foi o encadernador de nossos livros da Biblioteca Provincial, quando ainda estava em nosso Seminário Maior Santa Teresinha, em Tietê/SP. Aí também, como motorista, foi auxiliar de nossa apicultura, especializando-se na caça de enxames de abelhas, que  se instalavam nas fazendas das redondezas.
c) Além de encadernador, era um bom letrista e gravador (letras douradas em capas de livros encadernados). Especializou-se na fabricação de velas, dando grande impulso a tal indústria que funcionava  em nosso Seminário São Geraldo, no Potim/SP. Sendo um bom músico e possuindo boa voz, participava, como voluntário, do Coral do Santuário de Aparecida.
04) Comunidades e cargos exercidos:
De 1957 a 1962 (julho), em Tietê-SP: como encadernador, porteiro e sacristão;
De 1962 (agosto) a 1963, em Pindamonhangaba-SP, segundo noviciado;
De 1963 a 1964 (abril), em Tietê – SP, como encadernador;
De 1964 (maio-dezembro), em Araraquara-SP, sacristão;
Em 1965, em Aparecida-SP (Sto. Afonso), porteiro e encadernador;
Em 1966, em São Paulo, no Santuário da Penha, sacristão;
Em 1967 (janeiro-julho), em Aparecida-SP, porteiro e encadernador;
De 1967 (agosto) a 1968 (fevereiro), em Goiânia-GO, sacristão;
De 1968 (março) a 1970, São Paulo-SP (Alfonsianum), porteiro, serviços gerais;
Em 1971 e 1972, em S. Paulo-SP, (Jd. Paulistano), hospedeiro, ecônomo;
De 1973 a 1977, em Tietê-SP, ecônomo e serviços gerais;
Em 1978, em Campinas-SP, ecônomo auxiliar;
De 1979 a 1982, São Paulo (Jd. Paulistano), ecônomo;
De 1983 a 1986, em S. Paulo (Pesquisas Relig.), gravador auxiliar;
De 1987 a 1989, em S. Paulo (S. Judas), gravador e compreiro;
De 1990 a 1996, em S. Paulo (Jd. Paulistano), ecônomo auxiliar;
Em 1997 e 1998, em Potim-SP (S. R. S. G.), fábrica de velas;
De 1999 a 2002, em Aparecida-SP,(Convento do Santuário), motorista;
De 2003 a 2008, em Aparecida-SP,(Propedêutico), ecônomo e serviços gerais;
De 2009 a 2010, Seminário Santo Afonso, em Aparecida;
De 2011 a 2014, Convento do Santuário.
           
A 15 de maio de 2014 passou por uma cirurgia por causa de um aneurisma abdominal, no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá. Porém, mal saía da sala de cirurgia, teve outro aneurisma, quando não resistiu e veio a falecer. A missa de corpo presente foi às 16h00, no Santuário, seguindo-se  o sepultamento no Cemitério Municipal. Descanse em paz.
Pe. José Bertanha, C.Ss.R
Arquivista Provincial

Ir. Carmelino... um dos primeiros redentoristas que conheci, quando ainda eu era criança...; nos meus primeiros anos de padre, moramos juntos em Tietê (1976/1978)... era quem fazia as compras para o Seminário Santa Terezinha, na ocasião com 80 seminaristas além da comunidade religiosa... ótimo confrade... presença marcante e querida nas férias do Araguaia..... estou sentindo sua morte... fiquei sabendo agora à noite neste dia 15 de maio... morava em Aparecida-SP. O texto recebido do secretário da província de são paulo comunicando sua morte: "Faleceu ontem (15.05.2014) em Guaratinguetá, Hospital Frei Galvão, o Ir. Benedito Carmelino de Oliveira. Nessa tarde, passou por uma cirurgia por causa de um aneurisma abdominal. Mas, enquanto deixava a sala, teve outro aneurisma e não resistiu, vindo a falecer. Missa de corpo presente, dia 16.05.2014, às 16h00, no Santuário, seguindo-se o sepultamento no Cemitério Municipal"....(Pe.Maurício-FC) 
Querido Irmão Carmelino, moramos juntos também, em Campinas no Taquaral, cuidei dele numas das várias crises de maleita que ele pegou no Araguaia. Tenho mais um amigo no céu!!!!!!Jose Alcides Marton 
Deixou muitas saudades! Grande ser humano. Nunca se esqueceu de qdo morou em Tietê. Descanse em paz.
Bom dia Ierardi. Eu gostava muito do Carmelino, pois ele morou muito tempo aqui em Tietê e onde a gente se encontrava ele era sempre festivo.Abs. Diva Maria Hernandes
Irmão Carmelino fez o noviciado em 1956 com a minha turma. Certa ocasião, conversando com ele, contei-lhe este detalhe, acrescentando que eu saí dias antes do retiro preparatório para vestir a batina em 02 de fevereiro de 1956, como esta já estava pronta, haveria a possibilidade de que ela tenha sido destinada a ele.Alexandre Dumas.
 Alexandre Dumas Pasin de Menezes, não me lembro de você no seminário, mas você quando fala do seminário, fala com tanto amor e muita saudade, que fico pensando: eu nunca deveria ter saído de lá. Você é um ex diferente, que admiro.Abner(+)
Agradeço o seu elogio, o seminário foi um marco em minha vida, até hoje, vivo o trauma de uma saída que não queria, mas se tornava necessária, minha fé se desvanecia, era importante a reflexão, optar por um rumo diferente à lavagem cerebral, encontrar o Cristo puro e verdadeiro, que nos trouxe a mensagem do amor, criando o cristianismo, cisma do judaismo, nada mais que isso, o resto é criação de mentes insanas que nos confundiram através dos tempos e criaram céus, infernos, dogmas e castigos além da morte. Alexandre Dumas
 Eu admiro você em tudo isso, porque sinto mais ou mesmo assim, saí por uma bobeira, e uma vez conversando com o Libardi, ele me disse: "A Congregação perdeu muita pessoa que faria diferença agora, e saíram por bobeira." Talvez seja esse o nosso caso. Precisamos conversar mais.Abner(+) 
Ahahahahah. isso o meu problema. Não entrei para sair. No entanto, as coisas acontecem. abr. Uma prece ao Carmelino, quase carmelengo. Pequeno na estatura, mas grande de coração. Adilson José Cunha
QUE PENA QUE NÃO FICAMOS, SE TODOS NÓS LÁ HOJE ESTIVÉSSEMOS, TALVEZ AS COISAS ESTARIAM MELHOR, GENTE CULTA E INSERIDA NOS PROPÓSITOS DE SANTO AFONSO, NÃO PODEMOS LUTAR CONTRA A REALIDADE, SOMOS EX-SEMINARISTAS E NOSSO SONHO FOI SEPULTADO EM REALIDADES DIFERENTES, POR MUITO TEMPO CONVIVEMOS, ALGUMAS VEZES CONFLITAMOS, AS COISAS BOAS QUE APRENDEMOS, AS BELAS HORAS QUE PASSAMOS, SOMENTE DELAS LEMBRAREMOS..
Essa questão de ficar ou sair é muito individual...no meu caso, fui à sala do então diretor Padre Brandão e disse:
-Padre vou sair do seminário...
Ele estranhou muito minha atitude e quis saber a razão pois não esperava por isso...
-Padre, saio por orientação do meu confessor o Pe.Azevedo....
Imediatamente ele aceitou o meu recado.... Sobre tudo isso tenho uma história particular que quis colocá-la em fórum em alguns dos encontros da UNESER... até para debater uma situação de quem sai para o casamento e depois pleiteia a eucaristia no recasamento... mas os encontros foram sempre mais para o "oba oba" do que para oportunos debates de antigos seminaristas!!!! Ierardi

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. ALTINO ALVES DE SOUZA CSsR

IR. ALTINO ALVES DE SOUZA CSsR
+15 de MAIO 2001 
Nasceu em Nova Granada SP, dia 07 de fevereiro de 1932. Seus pais: Manoel Alves de Souza e Jerônima Jácomo de Souza Entrou para a Vida religiosa em São Paulo, em nosso Convento do Jardim Paulistano, em 24.07.1967. Fez o Postulantado, em Aparecida, em 1967. Dia 01.02.1968 recebeu a batina redentorista e começou sua experiência religiosa no Seminário São Geraldo no Potim. Fez o Noviciado em Aparecida, de 01.02.1969 a 02.02.1970, dia em que fez sua Profissão Religiosa na Congregação do Santíssimo Redentor. Em Tietê formou-se na Escola Técnica de Comércio. Morou em várias comunidades da Província. Fez sua Profissão Perpétua na Congregação Redentorista, em São João da Boa Vista em 01.08.1977. Em 1979, por, pediu dispensa dos votos, para poder ajudar sua família e resolver problemas familiares. Em 21 de setembro de 1994 pediu o retorno à Congregação Redentorista. Foi aceito. Depois de um ano de experiência, fez novamente sua Profissão Religiosa na Congregação Redentorista. Isto aconteceu dia 24.09.1995, em Tietê Dia 31.08.1997, em Aparecida, fez sua Profissão Perpétua na Congregação do Santíssimo Redentor. Durante os anos de sua Vida Religiosa, Ir. Altino, por ser formado em Comércio, sempre trabalhou na contabilidade das comunidades onde morou. Sempre foi um religioso piedoso e correto em seu servi. Era de fácil comunicação. Infelizmente sua saúde logo comeu a manifestar problemas pulmonares. A falta de ar o fazia sofrer muito. Estava morando ultimamente no Convento do Santuário, quase que preso ao balão de oxigênio. Nos timos dias, esteve internado na UTI do Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá. A faleceu, no fim da tarde do dia 15 de maio de 2001. Sepultado em Aparecida, no dia 16 de maio de 2001.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR