quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

POSSÍVEL MILAGRE DE BENTO XVI EM ESTUDO NO VATICANO

Peter Srsich tinha 19 anos quando viajou ao Vaticano em maio de 2012 com sua família, graças à Fundação Make-A-Wish. Ele havia chegado do Colorado com uma doença muito grave: linfoma de Hodgkin em estágio avançado, que comprimia seu coração.

O tumor era tão grande que os médicos não podiam anestesiá-lo nem mesmo para uma biópsia, devido ao risco de ele não acordar.

Após várias sessões de quimioterapia e profundo sofrimento físico e espiritual, Peter encontrou consolo apenas na Eucaristia. Mesmo assim, ele estava convicto de uma coisa: acreditava que Deus poderia curá-lo se ele conseguisse ir ao Vaticano.

Durante a audiência na Praça de São Pedro, Peter pensou que teria apenas alguns segundos diante do Papa. Ao ver que outros carregavam presentes, percebeu que não tinha nada. Então, seu pai decidiu dar ao Santo Padre uma pulseira verde com a inscrição: “Rezem por Pedro”, acompanhada de uma citação que ele amava:

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” (Romanos 8:28) Essa pulseira foi uma das 1.200 feitas para formar uma corrente de oração por sua saúde.

Quando Pedro encontrou Bento XVI, explicou brevemente sua situação e pediu sua bênção.

Então, algo decisivo aconteceu: o Papa colocou sua mão direita diretamente sobre o peito de Pedro, exatamente onde estava o tumor, sem que ninguém o tivesse instruído a fazê-lo.

A partir daquele momento, a saúde de Pedro melhorou progressivamente.

Contra todas as expectativas médicas, ele se recuperou completamente. Anos depois, ingressou na universidade e, em 15 de maio de 2021, foi ordenado sacerdote.

A Igreja examina esses eventos com prudência e rigor. Mas essa história nos lembra de algo essencial: Deus continua a agir, a oração não é em vão e a confiança nEle nunca é vã.

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