Peter Srsich tinha 19 anos quando viajou ao Vaticano em maio de 2012 com sua família, graças à Fundação Make-A-Wish. Ele havia chegado do Colorado com uma doença muito grave: linfoma de Hodgkin em estágio avançado, que comprimia seu coração.
O tumor era tão grande que os médicos não
podiam anestesiá-lo nem mesmo para uma biópsia, devido ao risco de ele não
acordar.
Após várias sessões de quimioterapia e
profundo sofrimento físico e espiritual, Peter encontrou consolo apenas na
Eucaristia. Mesmo assim, ele estava convicto de uma coisa: acreditava que Deus
poderia curá-lo se ele conseguisse ir ao Vaticano.
Durante a audiência na Praça de São Pedro,
Peter pensou que teria apenas alguns segundos diante do Papa. Ao ver que outros
carregavam presentes, percebeu que não tinha nada. Então, seu pai decidiu dar
ao Santo Padre uma pulseira verde com a inscrição: “Rezem por Pedro”,
acompanhada de uma citação que ele amava:
“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem
daqueles que amam a Deus.” (Romanos 8:28) Essa pulseira foi uma das 1.200
feitas para formar uma corrente de oração por sua saúde.
Quando Pedro encontrou Bento XVI, explicou
brevemente sua situação e pediu sua bênção.
Então, algo decisivo aconteceu: o Papa
colocou sua mão direita diretamente sobre o peito de Pedro, exatamente onde
estava o tumor, sem que ninguém o tivesse instruído a fazê-lo.
A partir daquele momento, a saúde de Pedro
melhorou progressivamente.
Contra todas as expectativas médicas, ele se
recuperou completamente. Anos depois, ingressou na universidade e, em 15 de
maio de 2021, foi ordenado sacerdote.
A Igreja examina esses eventos com prudência
e rigor. Mas essa história nos lembra de algo essencial: Deus continua a agir,
a oração não é em vão e a confiança nEle nunca é vã.
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