sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

MANÉ, PERSONAGEM E OBRA

Mané, o que dizer sobre o Mané!!!!!
Sempre vi nele alguém apegado à sua obra! 
Qual foi sua obra?
Sem dúvida sua grande obra foi a UNESER. A entidade que viria a reunir os antigos seminaristas redentoristas, cujo início aconteceu em um churrasco na casa do Bode, pai da Diva, em Tietê, no ano de 1994. 
De lá até 2014 ele manteve sob sua responsabilidade e empenho a condução daquela associação que ajudara a fundar e, com o apoio sem limites do estimado Padre Libárdi CSsR, não dando muita atenção aos trâmites burocráticos, fez evoluir os projetos durante 20 anos de sua permanência, conduzindo 18 encontros oficiais em Aparecida-SP(ENESER) e ainda 8 Retiros na Pedrinha-SP.(Embora tenha discordado de que os encontros na Pedrinha fossem retiro e debatido essa questão com o Mané, hoje, em tributo ao reconhecimento que lhe tenho, aceito a nomenclatura do ilustre presidente da UNESER a respeito! - VEJAM O ARTIGO : “arriba, abajo...” A SEGUIR) Em todos esses eventos muito se percebeu a união coesa de pelo menos 3 pessoas: Padre Libárdi, Mané e Nelsinho!
Assim, aproveito este momento para externar os fatos que presenciei e reconhecer que o Mané era determinadamente apegado à sua obra e essa obra, a UNESER, lhe deve muito!!!!!
“arriba, abajo...”
SOBRE O RETIRO DA PEDRINHA
To: Antonio Ierárdi Neto
Sent: Friday, March 13, 2009 8:47 PM
Subject: Retiro Pedrinha
Caro colega Ierardi
Dada a avaliação negativa feita a respeito de nossos retiros e a nós enviada por você, inclusive com o pedido de que a Direção da UNESER tome providências, sinto-me, na obrigação de responder-lhe, pedindo sua atenção para alguns esclarecimentos que passo a expor. Antes, é bom lembrar que não espero apenas avaliações positivas ou elogios de nossas atividades ou iniciativas, mas, sim, considerações consistentes, justas e construtivas, mesmo que sejam desagradáveis.
Lembro a você que:
1. É costume em todas as casas da congregação, inclusive as de formação, constar nos horários “o momento do aperitivo” antes das refeições, o que acontece em salas reservadas, para onde se pede a presença de todos, no sentido comunitário, inclusive as visitas. É a hospitalidade, informalidade e simplicidade redentoristas que encantam muita gente.
2. Os participantes dos dois retiros criticados são pessoas com mais de 50 anos, casados, pais, avós, aposentados e bem resolvidos psicologicamente, profissionalmente, onde não cabe a preocupação de que alguém possa ser levado a adquirir o vício do alcoolismo ou qualquer outro vício. E os amigos, parentes, esposas e filhos (e até netos!) acompanhantes conhecem bem quem eles são.
3. Na hora dos “arriba, abajo...” todos ou quase todos participam, uns com bebidas alcoólicas, outros com refrigerante e até água, pois não querem perder um momento “ímpar” de pura alegria que o encontro ou reencontro provoca. E sempre a bebida é acompanhada por tira-gostos nutritivos da melhor qualidade que os participantes trazem com toda a generosidade. Na verdade o que acontece é uma grande celebração, em que a amizade, o respeito, o agradecimento, a solidariedade, o sentimento de pertença (família), a saudade, as lembranças despontam e levam aos abraços, beijos, risos e lágrimas num ágape dificilmente visto e vivido em algum grupo fora deste contexto e que, quem tiver a oportunidade de conhecer, ficaria feliz de fazer parte.
4. Desse grupo já tem saído pessoas que episodicamente participam de missões. Na maioria, são engajados em alguma pastoral ou ministério em suas paróquias, portanto cristãos conscientes, que praticam a solidariedade, são de paz e merecem respeito. Ninguém do grupo, pois, é inconseqüente ou moleque.
5. O grupo esteve por 40 h unido e, descontadas 16 h para o sono, 4 h para recreio, entre as quais 1 hora (entre 15 a 20 min cada “arriba” em três ocasiões), 20 h foram empregadas para palestras, interação e celebrações, ou seja, 50% do tempo. Na verdade o tempo todo foi oração, porque, como diz Paulo em 1 Cor 10,30 “Quer vocês comam, ou bebam, ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” E ali não pairava a menor das más intenções, senão o agradecimento, a alegria e o amor.
6. Então porque apenas críticas destrutivas ou provocativas em vez de ver a alegria, a sinceridade, o respeito, a felicidade de amigos/irmãos de tantos atrás?!
Finalizando, a providência é que estes retiros vão continuar –a atual direção garante – porque assim querem os participantes, através das avaliações...e com muitos “arribas y abajos” , orações, diversões, com toda a alegria. Há uma multiplicidade de formas de se aproximar de Deus e esta nossa forma de retiro, talvez pela circunstância do encontro de longo tempo e as viradas históricas de cada um em sua trajetória, seja algo inédito que atrai o Espírito para tanta alegria, tanto entusiasmo, tanta conversão. No futuro, quem sabe, outra modalidade os próprios participantes irão buscar e exigir.
Há um ditado que diz “quem não ajuda, não atrapalhe!” Em julho próximo – aqui está a oportunidade! - haverá eleição para nova diretoria e gostaria muito que você fizesse parte de uma chapa e disputasse a fim de levar para a frente a UNESER como achar que deve.
Um abraço e, com toda a sinceridade, estamos em 2009, devemos acordar para alguma coisa e como está reportado em nosso último Informativo: devemos conviver com os “sapos”, não deixarmo-nos engolir por eles.
Manuel Hildegardo de Almeida
Presidente
A propósito, Ierardi,
Você é daqueles que dizem que Jesus usou suco de uva e não vinho na última ceia? Lembra-se de que, quando acontecia de pegarmos aquelas chuvas torrenciais em nossos passeios pela Mantiqueira - e éramos pré-adolescentes ou adolescentes – nossos formadores nos davam uma pequena dose de cachaça para nos esquentar e não ficarmos resfriados ou gripados? Ou você acha que o barrilzinho (ou corote) preso no pescoço daqueles cães - sãobernardo – que resgatam pessoas perdidas ou acidentadas na neve, na Europa, contém “todinho ou nescau quentinho” em vez de um bom conhaque ou aguardente da pura?
Paulo de Oliveira (Paulinho)
A RESPOSTA
Sr.Manuel!
Agradeço muito a sua deferência em me encaminhar seu parecer!
Segue o ponto de ver mencionado na minha mensagem:  
1ª- “Arriba, abaixo, no centro e para dentro” ....e goladas de bebidas e “até mesmo a pura essência da cana, a pinga” fizeram a festa desse encontro. Entretanto, sem qualquer preconceito de minha parte, posso considerar isso até admissível, tendo em vista que Deus nos deu o livre arbítrio e fazemos o que entendemos ser mais interessante em nossas vidas. O que não está certa é a nomenclatura desse encontro RETIRO ESPIRITUAL, onde há um período de contemplação, reflexão e oração! ÁGAPE talvez seja o nome mais indicado....
2ª- A difusão e prática de um vício entre no nosso meio é inconcebível. As explicações “filosóficas” acomodando a justificativa da bebida para a prática da religião são simplesmente paradoxais e seriam até melhor compreendidas em uma conversa de botequim. Não pode ser uma conclusão de um RETIRO ESPIRITUAL!
Que tal os “diretores” da UNESER ponderarem um pouquinho mais sobre isso!
O senhor considera esta minha sugestão como crítica destrutível e desagradável...
Esta sempre é a situação que encontro quando alguém se manifesta contrariamente ao que se pensa. A resposta que o senhor me manda não é nem destrutível e nem desagradável. Muito ao contrário, fico satisfeito ao receber um retorno de sua parte.
Quanto ao conteúdo de meu ponto de vista não concordo que essa reunião da Pedrinha, nos moldes em que ela é feita, seja convocada como Retiro Espiritual. Vejo um "retiro" ainda como nos tempos dos anos 50 para 60, quando havia uma reflexão constante, muita oração e até o silêncio em tempo integral. Claro que não é bem assim em nossos dias, entretanto entendo que esse evento, cognominado "Retiro Espiritual", poderia ser realizado de forma um pouco mais mística, com alguma semelhança àqueles tempos. Por outro lado o evento, na forma atual, é produtivo e alegre e poderia ter o nome de "ÁGAPE DA PEDRINHA", ao invés de "RETIRO ESPIRITUAL"
No que se refere aos presentes, por favor, não distorça o meu pensamento sobre a sua seriedade, aliás considero-me também um deles.
No que se refere ao fato de ter contestado a apologia da pinga no segundo ponto, foi em razão de uma idéia manifestada que tentou fazer do ato de beber os "aperitivos" uma justificativa salutar na prática religiosa.
Recebi alguns e-mail's favoráveis ao meu pensamento!
Fico triste quando o senhor considera que estou atrapalhando e não ajudando...
Isso reafirma a minha impressão de que não se pretende diálogo!
Quanto a fazer parte de chapa em eleição, declino da sugestão, mesmo porque o meu objetivo não é o de eliminar diretores, mas pedir um pouco mais de diálogo ainda que num debate respeitoso e salutar.
Ao senhor Paulo de Oliveira, essa comparação da Última Ceia com o "aperitivo" do evento é um tanto apelativa e foge do verdadeiro sentido dos argumentos!
Para finalizar, este seria um bom tema para um "fórum" entre todos os colegas.
Poderia ser mais divulgado tanto no Informativo, como no site da Uneser....
Antônio Ierárdi Neto
«Seja humilde e fiel com a Igreja e a Igreja lhe será fiel».Kiko Argüello

MANÉ, PERSONAGEM E OBRA!

Mané, o que dizer sobre o Mané!!!!!
Sempre vi nele alguém apegado à sua obra! 
Qual foi sua obra?
Sem dúvida sua grande obra foi a UNESER. A entidade que viria a reunir os antigos seminaristas redentoristas, cujo início aconteceu em um churrasco na casa do Bode, pai da Diva, em Tietê, no ano de 1994. 
De lá até 2014 ele manteve sob sua responsabilidade e empenho a condução daquela associação que ajudara a fundar e, com o apoio sem limites do estimado Padre Libárdi CSsR, não dando muita atenção aos trâmites burocráticos, fez evoluir os projetos durante 20 anos de sua permanência, conduzindo 18 encontros oficiais em Aparecida-SP(ENESER) e ainda 8 Retiros na Pedrinha-SP.(Embora tenha discordado de que os encontros na Pedrinha fossem retiro e debatido essa questão com o Mané, hoje, em tributo ao reconhecimento que lhe tenho, aceito a nomenclatura do ilustre presidente da UNESER a respeito! - VEJAM O ARTIGO : “arriba, abajo...” A SEGUIR) Em todos esses eventos muito se percebeu a união coesa de pelo menos 3 pessoas: Padre Libárdi, Mané e Nelsinho!
Assim, aproveito este momento para externar os fatos que presenciei e reconhecer que o Mané era determinadamente apegado à sua obra e essa obra, a UNESER, lhe deve muito!!!!!
“arriba, abajo...”
SOBRE O RETIRO DA PEDRINHA
To: Antonio Ierárdi Neto
Sent: Friday, March 13, 2009 8:47 PM
Subject: Retiro Pedrinha
Caro colega Ierardi
Dada a avaliação negativa feita a respeito de nossos retiros e a nós enviada por você, inclusive com o pedido de que a Direção da UNESER tome providências, sinto-me, na obrigação de responder-lhe, pedindo sua atenção para alguns esclarecimentos que passo a expor. Antes, é bom lembrar que não espero apenas avaliações positivas ou elogios de nossas atividades ou iniciativas, mas, sim, considerações consistentes, justas e construtivas, mesmo que sejam desagradáveis.
Lembro a você que:
1. É costume em todas as casas da congregação, inclusive as de formação, constar nos horários “o momento do aperitivo” antes das refeições, o que acontece em salas reservadas, para onde se pede a presença de todos, no sentido comunitário, inclusive as visitas. É a hospitalidade, informalidade e simplicidade redentoristas que encantam muita gente.
2. Os participantes dos dois retiros criticados são pessoas com mais de 50 anos, casados, pais, avós, aposentados e bem resolvidos psicologicamente, profissionalmente, onde não cabe a preocupação de que alguém possa ser levado a adquirir o vício do alcoolismo ou qualquer outro vício. E os amigos, parentes, esposas e filhos (e até netos!) acompanhantes conhecem bem quem eles são.
3. Na hora dos “arriba, abajo...” todos ou quase todos participam, uns com bebidas alcoólicas, outros com refrigerante e até água, pois não querem perder um momento “ímpar” de pura alegria que o encontro ou reencontro provoca. E sempre a bebida é acompanhada por tira-gostos nutritivos da melhor qualidade que os participantes trazem com toda a generosidade. Na verdade o que acontece é uma grande celebração, em que a amizade, o respeito, o agradecimento, a solidariedade, o sentimento de pertença (família), a saudade, as lembranças despontam e levam aos abraços, beijos, risos e lágrimas num ágape dificilmente visto e vivido em algum grupo fora deste contexto e que, quem tiver a oportunidade de conhecer, ficaria feliz de fazer parte.
4. Desse grupo já tem saído pessoas que episodicamente participam de missões. Na maioria, são engajados em alguma pastoral ou ministério em suas paróquias, portanto cristãos conscientes, que praticam a solidariedade, são de paz e merecem respeito. Ninguém do grupo, pois, é inconseqüente ou moleque.
5. O grupo esteve por 40 h unido e, descontadas 16 h para o sono, 4 h para recreio, entre as quais 1 hora (entre 15 a 20 min cada “arriba” em três ocasiões), 20 h foram empregadas para palestras, interação e celebrações, ou seja, 50% do tempo. Na verdade o tempo todo foi oração, porque, como diz Paulo em 1 Cor 10,30 “Quer vocês comam, ou bebam, ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.” E ali não pairava a menor das más intenções, senão o agradecimento, a alegria e o amor.
6. Então porque apenas críticas destrutivas ou provocativas em vez de ver a alegria, a sinceridade, o respeito, a felicidade de amigos/irmãos de tantos atrás?!
Finalizando, a providência é que estes retiros vão continuar –a atual direção garante – porque assim querem os participantes, através das avaliações...e com muitos “arribas y abajos” , orações, diversões, com toda a alegria. Há uma multiplicidade de formas de se aproximar de Deus e esta nossa forma de retiro, talvez pela circunstância do encontro de longo tempo e as viradas históricas de cada um em sua trajetória, seja algo inédito que atrai o Espírito para tanta alegria, tanto entusiasmo, tanta conversão. No futuro, quem sabe, outra modalidade os próprios participantes irão buscar e exigir.
Há um ditado que diz “quem não ajuda, não atrapalhe!” Em julho próximo – aqui está a oportunidade! - haverá eleição para nova diretoria e gostaria muito que você fizesse parte de uma chapa e disputasse a fim de levar para a frente a UNESER como achar que deve.
Um abraço e, com toda a sinceridade, estamos em 2009, devemos acordar para alguma coisa e como está reportado em nosso último Informativo: devemos conviver com os “sapos”, não deixarmo-nos engolir por eles.
Manuel Hildegardo de Almeida
Presidente
A propósito, Ierardi,
Você é daqueles que dizem que Jesus usou suco de uva e não vinho na última ceia? Lembra-se de que, quando acontecia de pegarmos aquelas chuvas torrenciais em nossos passeios pela Mantiqueira - e éramos pré-adolescentes ou adolescentes – nossos formadores nos davam uma pequena dose de cachaça para nos esquentar e não ficarmos resfriados ou gripados? Ou você acha que o barrilzinho (ou corote) preso no pescoço daqueles cães - sãobernardo – que resgatam pessoas perdidas ou acidentadas na neve, na Europa, contém “todinho ou nescau quentinho” em vez de um bom conhaque ou aguardente da pura?
Paulo de Oliveira (Paulinho)
A RESPOSTA
Sr.Manuel!
Agradeço muito a sua deferência em me encaminhar seu parecer!
Segue o ponto de ver mencionado na minha mensagem:  
1ª- “Arriba, abaixo, no centro e para dentro” ....e goladas de bebidas e “até mesmo a pura essência da cana, a pinga” fizeram a festa desse encontro. Entretanto, sem qualquer preconceito de minha parte, posso considerar isso até admissível, tendo em vista que Deus nos deu o livre arbítrio e fazemos o que entendemos ser mais interessante em nossas vidas. O que não está certa é a nomenclatura desse encontro RETIRO ESPIRITUAL, onde há um período de contemplação, reflexão e oração! ÁGAPE talvez seja o nome mais indicado....
2ª- A difusão e prática de um vício entre no nosso meio é inconcebível. As explicações “filosóficas” acomodando a justificativa da bebida para a prática da religião são simplesmente paradoxais e seriam até melhor compreendidas em uma conversa de botequim. Não pode ser uma conclusão de um RETIRO ESPIRITUAL!
Que tal os “diretores” da UNESER ponderarem um pouquinho mais sobre isso!
O senhor considera esta minha sugestão como crítica destrutível e desagradável...
Esta sempre é a situação que encontro quando alguém se manifesta contrariamente ao que se pensa. A resposta que o senhor me manda não é nem destrutível e nem desagradável. Muito ao contrário, fico satisfeito ao receber um retorno de sua parte.
Quanto ao conteúdo de meu ponto de vista não concordo que essa reunião da Pedrinha, nos moldes em que ela é feita, seja convocada como Retiro Espiritual. Vejo um "retiro" ainda como nos tempos dos anos 50 para 60, quando havia uma reflexão constante, muita oração e até o silêncio em tempo integral. Claro que não é bem assim em nossos dias, entretanto entendo que esse evento, cognominado "Retiro Espiritual", poderia ser realizado de forma um pouco mais mística, com alguma semelhança àqueles tempos. Por outro lado o evento, na forma atual, é produtivo e alegre e poderia ter o nome de "ÁGAPE DA PEDRINHA", ao invés de "RETIRO ESPIRITUAL"
No que se refere aos presentes, por favor, não distorça o meu pensamento sobre a sua seriedade, aliás considero-me também um deles.
No que se refere ao fato de ter contestado a apologia da pinga no segundo ponto, foi em razão de uma idéia manifestada que tentou fazer do ato de beber os "aperitivos" uma justificativa salutar na prática religiosa.
Recebi alguns e-mail's favoráveis ao meu pensamento!
Fico triste quando o senhor considera que estou atrapalhando e não ajudando...
Isso reafirma a minha impressão de que não se pretende diálogo!
Quanto a fazer parte de chapa em eleição, declino da sugestão, mesmo porque o meu objetivo não é o de eliminar diretores, mas pedir um pouco mais de diálogo ainda que num debate respeitoso e salutar.
Ao senhor Paulo de Oliveira, essa comparação da Última Ceia com o "aperitivo" do evento é um tanto apelativa e foge do verdadeiro sentido dos argumentos!
Para finalizar, este seria um bom tema para um "fórum" entre todos os colegas.
Poderia ser mais divulgado tanto no Informativo, como no site da Uneser....
Antônio Ierárdi Neto
«Seja humilde e fiel com a Igreja e a Igreja lhe será fiel».Kiko Argüello

ELES VIVERAM CONOSCO - MANUEL HILDEGARDO DE ALMEIDA(MANÉ)-ANTIGO SEMINARISTA

MANUEL HILDEGARDO DE ALMEIDA(MANÉ) 
(*) 28/07/1954
(+) 16/01/2015 
ANTIGO SEMINARISTA
MANUEL HILDEGARDO DE ALMEIDA, faleceu na cidade de Piracicaba aos 60 anos de idade e era casado com a Sra. Eliana Maria Cabral de Almeida. Era filho do Sr. Manoel de Almeida Filho, falecido e da Sra. Maria Adorna da Costa Almeida. Deixou os filhos: Manuel Hildegardo de Almeida Junior e Luan Hildegardo de Almeida. O seu corpo foi transladado para a cidade de Santa Maria da Serra, onde o seu sepultamento deu-se hoje às 17:00 hs, saindo a urna mortuária do velório municipal, seguindo para o cemitério municipal naquela localidade, onde foi inumado em jazigo da família. (GRUPO BOM JESUS- FUNERÁRIA BOM JESUS- SERVIÇO PIRACICABANO DE LUTO- FUNERÁRIA LONGATTO FERRARI LTDA)- Lili -Em 17/01/2015
Faleceu nosso companheiro, fundador da Uneser e seu grande incentivador por mais de 20 anos...é muito triste perdê-lo assim com tanto a contribuir...mas nós que acreditamos na Ressurreição, temos certeza de que já está na morada celeste, só nos resta esperar conforto e paz aos amigos e familiares que ficamos ainda aqui...vai Mané- grande Mané- preparar nossa chegada...até breve amigo...Thozzi(FB)
Grannnde Mané, O Ano era 1975, o pé vermelho, (paranaense) recém chegado magrão, logo recebeu o apelido de Vicentão, o Pe. Carlos Silva observando o zagueiro colocou no time do seminário onde havia importantes atletas como Coutinho ( Pe. Coutinho) , Marangoni, Mané, Strabelli, Bicudo (Arnaldo), Clodoaldo, Branco, Tião Reis (Pe. Sebastião Reis), Vidal. Zanatta..., lembro que éramos 03 ou 04 jogadores novos, os outros eram filósofos, eu jogava ao lado do Mané que sempre determinante e exigente, observava e cobrava o máximo. Tivemos contato ainda em 1976 e 1977, fui para Campinas e reencontrei o Mané em 1982 em Tietê, naquele que considero o primeiro encontro da Uneser, Após muitos anos voltamos a encontrar em 1994 em Aparecida. O Mané entusiasta e apaixonado pela União dos antigos colegas, como também a Lili, Pe. Libardi, Chico Mantuanelli, Ari e tantos Outros. Que Estes Grandes Companheiros que já estão no Céu, roguem por Todos Nós ao Pai e a Maria Nossa Mãe. Que o Deus Misericórdia conforte e ampare os Familiares. José Vicente Naves.
Querido Mané, a caminhada para nós que aqui ainda ficamos vai ficando mais difícil, dolorosa e repleta de saudades. Saudades do Sta. Teresinha, Saudades do Sto. Afonso, Saudades da Pedrinha, saudades dos encontros, saudades de você. Onde quer que esteja nesse momento esteja em PAZ, porque todos nós estamos alegres por termos convivido um dia, felizes por sabermos que descansou, mas ficamos tristes com sua ausência, seu sorriso e sua boa conversa. SAUDADES. Antônio Cláudio Ferreira - Foguinho(FB)
Manoel, Mané que era amigo do Libardi, do Paulinho (que deixou de ser meu amigo) do Foguinho, da Diva, do Nelsinho, do Alexandre Dumas e de todos nós, que ficamos morrendo de saudades. Abner (+)(FB)
É como fala a música do Pe. Zezinho: "Alô, Meu Deus, senti saudades tuas e acabei voltando aqui, andei por mil caminhos e como a andorinha eu vim fazer meu ninho em tua casa e repousar... pois meu coração cansado resolveu voltar". Com certeza agora bate a porta do céu tendo carta branca para entrar por tudo aquilo que aqui ele fez, tanto para a família, para os amigos como também para UNESER. Foi se juntar a outros que partiram antes dele e mais ainda, foi rever seu amigo e irmão Pe. Libardi. Devem agora estar trocando figurinhas por tudo aquilo que realizaram pela Uneser e irão continuar com todas as suas bençãos. Descanse em PAZ Mané. Meu respeito e meu reconhecimento por tudo que você fez por mim. Rangel
É com grande tristeza que recebi essa dolorosa notícia. O Mané foi um grande companheiro, mas a partida é inevitável. Que Deus o tenha entre seus eleitos e que dê paz a sua família; que lhes dê conforto nessas horas de angústia e tristeza! Antônio Lima
Perdi um grande amigo.Descanse em paz Manuel Hildegardo de Almeida ou simplesmente Mané.Sentirei muito a sua falta. LILI
Querido Mané, a caminhada para nós que aqui ainda ficamos vai ficando mais difícil, dolorosa e repleta de saudades. Saudades do Sta. Teresinha, Saudades do Sto. Afonso, Saudades da Pedrinha, saudades dos encontros, saudades de você. Onde quer que esteja nesse momento esteja em PAZ, porque todos nós estamos alegres por termos convivido um dia, felizes por sabermos que descansou, mas ficamos tristes com sua ausência, seu sorriso e sua boa conversa. SAUDADES. Poxa vida Mané, você tinha que levar o Savassa também. Assim nossa turma logo logo vai estar toda aí com você. Saudades de você.Antonio Claudio Ferreira
Grande Mané - Nelson Félix Vianna
Eu tive pouco contato com o Mané e quando cheguei na Pedrinha para o meu primeiro retiro em 2011, fui muito bem recebido por ele e pelo Nelson. Outro de quem eu gostei logo à primeira vista foi o Pe. Libardi. É realmente uma pena eles não se encontrarem mais, fisicamente, entre nós. João Aparecido de Oliveira 
Pois é, vivi uma situação inusitada com Lucy, minha mulher, internada com problemas cardíacos. Nessa situação, no Frei Galvão, encontrei o Damião, com a Margarida, também ali internada, ambos são meus primos. Eis que, Damião me comunica que o Mané também estava na UTI. Quanta dor compartilhada naquele momento, nós três vivenciando e tentando superar situações inusitadas. Lembro-me que o Damião chorou comigo ante minha angústia quanto à Lucy. O Mané não resistiu, a Margarida, minha prima também, pouco tempo depois, foi levada ao pai. Que pena, Deus nos dá a vida, mas enche de pedras nossos caminhos. Alexandre Dumas Pasin de Menezes

MANÉ, SEMPRE NA NOSSA MEMÓRIA

                                   

Bom dia Mané aí no andar de cima. O tempo está passando muito rápido. Sentimos a sua falta física, mas temos a certeza que você está bem e cuidando dos que ficaram. Saudades viu !!!!Lili-Diva Maria 
Maestro da Uneser!Continua vivendo em nossas lembranças e no coração.Renato Veloso 
Grande Mané. Por aqui mudou muita coisa. A nossa Uneser não é mais aquela. Ficou só saudade. Uma saudade boa de um tempo legal. Nós sabemos que você está com Deus. Grande abraço.Nelson Félix Vianna
Oi Nelson, tudo começou quando tiraram o Mane da Uneser para fazer política, acabou a fraternidade, companheirismo, aqueles abraços amigos, a confraternização emanada de muita luz sempre com a ajuda e presença do Espírito Santo, até isso foi tirado, resta saudade!Renato Veloso
Boa noite. Respeito e mantenho grande admiração do saudoso Mané e pela sua valiosa contribuição. Porém, discordo de que o Mané fosse UNESER, pois a primeira iniciativa de reunir os alunos que deixavam o seminário foi do saudoso Padre Brandão. Em 1981 e 1982 com o Padre Libardi, momento este que tive a oportunidade de participar entre muitos outros colegas inclusive o Mané, nasceu oficialmente a entidade, retomada em 1996 no primeiro encontro em Aparecida com o Libardi, Mané, Chico Mantuaneli entre outros. Discordo que o Mané "foi tirado para se fazer política ". Houve uma eleição e houve uma chapa legitimamente eleita. A UNESER está viva e continua. Ainda mais, a UNESER somos todos nós. Vamos participar, muita paz e saúde a todos.José Vicente Naves 
José Vicente Naves Na UNESER vê-se uma geração nova: de 1970 para cá! Existe a geração anterior: até 1970! Hoje prevalece consequentemente a geração nova! A UNITAS surgiu em 1966! Era a união da geração anterior! Objetivo:"Adaptação do ex-seminarista na sociedade" Pelo que se nota, isso deixa de acontecer na geração nova, que promove encontros sem esse objetivo! Quanto ao Mané, devo-lhe muito respeito e agradecimento pelo tempo, mais de 20 anos, que dirigiu a UNESER sem nunca faltar! Mencionei que a UNESER acabou! Isso é para mim! Lembrando sobre a UNITAS, antes dos anos 80 tínhamos ex-seminaristas e as condições não eram tão propícias na época aos egressos do seminário!Ierárdi Neto 
Pena que o Mané não está aqui no meio de certos amigos que não o respeitavam embora ele tivesse o maior respeito com os ex. Seminaristas. Mas ao mesmo tempo é muito bom pois ele ia se decepcionar com certos ex. Seminaristas que não lhe davam o devido valor. Sinto muito Jose Vicente pois sou a esposa dele e tenho pena de você pois não teve tempo para conhecer o Mané. ELE VIVIA PARA UNESER.Eliana Almeida(Esposa)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

POSSÍVEL MILAGRE DE BENTO XVI EM ESTUDO NO VATICANO

Peter Srsich tinha 19 anos quando viajou ao Vaticano em maio de 2012 com sua família, graças à Fundação Make-A-Wish. Ele havia chegado do Colorado com uma doença muito grave: linfoma de Hodgkin em estágio avançado, que comprimia seu coração.

O tumor era tão grande que os médicos não podiam anestesiá-lo nem mesmo para uma biópsia, devido ao risco de ele não acordar.

Após várias sessões de quimioterapia e profundo sofrimento físico e espiritual, Peter encontrou consolo apenas na Eucaristia. Mesmo assim, ele estava convicto de uma coisa: acreditava que Deus poderia curá-lo se ele conseguisse ir ao Vaticano.

Durante a audiência na Praça de São Pedro, Peter pensou que teria apenas alguns segundos diante do Papa. Ao ver que outros carregavam presentes, percebeu que não tinha nada. Então, seu pai decidiu dar ao Santo Padre uma pulseira verde com a inscrição: “Rezem por Pedro”, acompanhada de uma citação que ele amava:

“Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” (Romanos 8:28) Essa pulseira foi uma das 1.200 feitas para formar uma corrente de oração por sua saúde.

Quando Pedro encontrou Bento XVI, explicou brevemente sua situação e pediu sua bênção.

Então, algo decisivo aconteceu: o Papa colocou sua mão direita diretamente sobre o peito de Pedro, exatamente onde estava o tumor, sem que ninguém o tivesse instruído a fazê-lo.

A partir daquele momento, a saúde de Pedro melhorou progressivamente.

Contra todas as expectativas médicas, ele se recuperou completamente. Anos depois, ingressou na universidade e, em 15 de maio de 2021, foi ordenado sacerdote.

A Igreja examina esses eventos com prudência e rigor. Mas essa história nos lembra de algo essencial: Deus continua a agir, a oração não é em vão e a confiança nEle nunca é vã.

https://www.instagram.com/p/DTfZnedDcX9/?igsh=MW5jdTg2ajM4NDQ4Zw%3D%3D

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - Pe. Júlio Negrizollo CSsR

Pe. Júlio Negrizollo CSsR 
+ 13 de janeiro 2009 
Pe. Júlio Negrizollo nasceu em Serra Azul (SP), em 06/06/1923; professou como membro da Congregação Redentorista em 02/02/1945 e foi ordenado sacerdote no dia 27/12/1949. P. Júlio pertencia aos Redentoristas de São Paulo, mas foi transferido para a Província de Goiás, onde desenvolveu grande parte de sua missão. Deixou marcas profundas de seu ardor apostólico nos Estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais. A presença redentorista em Garça (SP) teve início em 1957, com ele. Ao longo da história, o nome que mais se ressalta entre os que passaram por lá é o do P. Júlio. Em 12/02/1962 recebeu o título de "Cidadão Garcense". Dizia-se, na época, que P. Júlio queria converter toda a cidade de Garça, preocupava-se muito em atrair os homens para Deus. Era exageradamente apostólico! Ainda hoje é muito conhecido na cidade. Na Capital Paulista, trabalhou muitos anos na Paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro, do Jardim Paulistano, em São Paulo (SP). Naquela época a região era ainda meio periferia da Capital. Dizia-se que ele se preocupava tanto em atender a todos que ia levar comunhão para um doente que morava no outro extremo da Cidade! Trabalhou incansavelmente nos cursilhos de cristantade, principalmente na época em que morou em São Paulo (SP). Foi membro da equipe missionária volante, mestre de noviços, pároco. Transferido para Goiás, suas atividades pastorais iam muito além de sua Paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro, de Brasília (DF). Era o grande distribuidor de bênçãos e de uma atenção quase que sem limites. Quando estava para completar 80 anos de vida, na paróquia P. Socorro, no Lago Sul de Brasília (DF), P. Júlio publicou um livro intitulado "Testemunhos da Fé". Trabalhou na paróquia da Penha, em São Paulo (SP) (1951 e depois de 1953-1955). Como missionário itinerante morou em São João da Boa Vista (SP) (1952 e depois em 1955 e de 1968-1970); em Araraquara (SP) (1956). Em 1956-1957 no Jardim Paulistano, em São Paulo (SP). De 1957-1961 trabalhou na paróquia de Garça (SP). De 1961-1967 novamente no Jardim Paulistano, em São Paulo (SP). Em 1967-1968 com os romeiros na Basílica de Aparecida (SP). Foi mestre de noviços em Aparecida (SP), 1970-1971, e em Goiânia (GO) em 1972. Em Goiás trabalhou em seminário (1973), como missionário itinerante, como secretário da Conferência dos Religiosos e coordenador de Cursilhos de Cristandade. De 1975-1979 foi pároco em Sacramento (MG). Em 1979 novamente em Aparecida (SP). A partir de 1981 trabalhou na paróquia Perpétuo Socorro de Brasília (DF), lá terminando sua vida missionária. - P. Júlio faleceu em 13/01/2009, no hospital Daher, em Brasília (DF), aos 86 anos. Seu corpo foi sepultado na manhã seguinte, 14/01/09, numa capelinha que existe atrás da sede da paróquia redentorista de N. Sra. do Perpétuo Socorro do Lago, em Brasília (DF). A capelinha faz parte do Convento redentorista e era lá que nos últimos anos ele celebrava a Eucaristia Descanse em paz.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. PEDRO HENRIQUE FLÖRCHLINGER CSsR

PE. PEDRO HENRIQUE FLÖRCHLINGER CSsR 
+13 de JANEIRO 1971 
Muito lhe ficou devendo a Província, pelo que realizou, e pelo que sofreu. Nascido a 26 de outubro de 1901 na Alemanha, professou na C.Ss.R. em 1921, sendo ordenado em 1926. Veio para o Brasil em 1930, trabalhando como coadjutor na Penha até 1933, quando começou a trabalhar no Juvenato (Aparecida). A princípio como professor, depois como diretor, ficou no Juvenato até 1949; ano em que precisou ir a Campos do Jordão, para um tratamento dos pulmões. Em 1950 foi para Tietê como prefeito dos estudantes. Ocupou também os cargos de superior de São João da Boa Vista, de Aparecida, e de reitor da Basílica. Em seus 40 anos de atividade na Província, Pe. Pedro foi sempre um confrade alegre, enérgico mas compreensivo. Durante os anos que trabalhou como Diretor do Juvenato procurou formar nossos futuros Missionários dentro do espírito de fé, simplicidade e amor ao trabalho. As falhas que teve no seu modo quase militar de encaminhar as vocações, certamente as compensou com sua boa vontade e dedicação. Como Tesoureiro da Basílica, em seus últimos anos de atividade, teve uma tremenda decepção que muito o abateu, resultado da sua ilimitada confiança em determinados funcionários que o deixaram na rua da amargura. Nomeado, depois, superior de São João da Boa Vista, pela segunda vez, não chegou a tomar posse. Teve de renunciar devido ao estado precário da sua saúde. Seus pulmões estavam exigindo sérios cuidados. Foi internado no Sanatório da Providência, em Campos do Jordão, onde ainda viveu quase três anos de profundo sofrimento. Mesmo assim continuou sendo um homem de fé e edificante conformidade, oferecendo seus sofrimentos pelas vocações da Província. A 13 de janeiro de 1971, estava ele conversando com a irmã enfermeira. Mais ouvia do que falava, devido a sua extrema fraqueza. Foi quando a morte chegou; e, sem que a irmã notasse, ele deixou de falar. Quando a irmã percebeu, ele já havia deixado de viver na maior tranqüilidade.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

sábado, 10 de janeiro de 2026

DUMAS E JOSÉ PINHEIRO-DOIS ANTIGOS SEMINARISTAS DO SRSA

Pois, é ! 
Recebi uma visita inesperada, José Pinheiro, ele mesmo, acompanhado de sua filha Gláucia, muito simpática. Trouxe-me uma revista dedicada a Aparecida, o rio, seus montes, as basílicas, monumentos, sua história, a Santa. Que bom ! Isto precede ao lançamento de seu livro, duzentas crônicas elaboradas ao longo de anos de uma aposentadoria merecida, um tanto poeta, muito de filósofo, historiador, saudosista, ex-seminarista, pai de família, nascido em Piracaia, morador de Aparecida, Santa Rita, meu berço e minha história. Rememoramos fatos, pessoas, padres, lugares comuns que vivemos em épocas diferentes, mas na mira de um mesmo ideal, Seminário Santo Afonso. Ele repetiu o cafezinho improvisado, não aceitou vinho, sentiu-se a vontade, presenteou-me com sua revista, com dedicatória ao Pasin. Pessoa simples, culta, parceiro de uma trajetória comum. Espero o seu livro, quem sabe, vai me incentivar a preparar o meu. Uma árvore, um filho, um livro...... Obrigado, José ! Alexandre Dumas
Eu que agradeço a acolhida. O café com pão de queijo estava ótimo. Não aceitei o vinho porque tenho dificuldade para dirigir à noite. Já aconteceu de eu sair da estrada e quase cair em uma ribanceira. E outra, eu tinha que atravessar a ponte do rio Paraiba. Com o vinho na cabeça, correria o risco de ver duas pontes ou nenhuma e cair no Rio. É melhor prevenir do que remediar.José Pinheiro 
Boa tarde. Imagino o tanto de "prosa" entre vocês. Tantas lembranças , recordações de dois amigos de tantos anos. Fiquei feliz por vocês! Lili

ELES VIVERAM CONOSCO - Pe. Luiz Inocêncio Pereira CSsR

 

Pe. Luiz Inocêncio Pereira CSsR 
+ 10 de janeiro 2009 
Pe. Luiz Inocêncio nasceu em 22/06/1914, no Bairro do Brás, em São Paulo (SP). Eram seus pais: Maximiano Bonifácio José Pereira e Maria Batista de Souza Pereira. Entrou para o Seminário Redentorista Santo Afonso, em Aparecida, em 17.02.1932, com dezoito anos, terminando o curso em dezembro de 1935. Fez o Noviciado em Pindamonhangaba, durante o ano de 1936, onde fez a Profissão Religiosa na CSSR, no dia 02.02.1937. O Seminário Maior foi feito em Tietê (SP) onde fez a Profissão Perpétua, em 02.02.1940. Foi Ordenado Sacerdote em São Paulo (SP), na Igreja de Santa Efigênia (Catedral Provisória), em 08.12.1941, por Dom José Gaspar de Fonseca e Silva, então Arcebispo de São Paulo. Celebrou a Primeira Missa Solene, na Igreja Matriz da Penha, no dia 14.12.1941. Em 17.01.1943 começou seu apostolado como Vigário Cooperador em Aparecida (SP), onde ficou até julho de 1945. Em 1946 foi transferido para o Rio Grande do Sul, como Vigário Cooperador nas cidade gaúchas de Pinheiro Marcado, Carazinho e Ijuí. Em 1948 retornou a Aparecida, como Vigário Cooperador, aí ficando até fim de 1950. Em dezembro de 1950 foi transferido para a Comunidade do Seminário Santo Afonso, o chamado Colegião, e foi o encarregado da construção do novo Seminário. Foi a alma da construção! Aí ficou até janeiro de 1953. Em janeiro de 1953 foi para Passo Fundo (RS), como encarregado da construção do novo Seminário Redentorista de Passo Fundo (RS). Aí ficou até fevereiro de 1956. Voltou então para São Paulo (SP), morando na Penha e no Jardim Paulistano, como Vigário Cooperador. Desde 16.01.1967 até agora morava no Convento do Santuário Nacional, em Aparecida (SP). Pe. Inocêncio foi um excelente agrimensor e topógrafo. Mediu e fez plantas de todos os terrenos da Congregação nos Estados de São Paulo e de Goiás, bem como da Diocese de Rubiataba-Mozarlândia. Pe. Inocência gostava e entendia muito de física, matemática e astronomia. Durante muitos anos ele pessoalmente controlava as estatísticas sobre o fluxo de romeiros em Aparecida (SP). O sistema de controle do movimento de pessoas, ônibus, carros etc. em Aparecida é iniciativa dele. Como religioso, Pe. Inocêncio levava uma vida humilde e silenciosa e procurava servir na¬quilo que podia. Uma ocasião, em uma visita do Superior Provincial, disse que sua ocupação e preocupação era "fazer as coisas pequenas que ninguém faria"... Faleceu no dia 10 de ja¬neiro de 2009, às 16 horas, com 94 anos de idade, quase 72 anos de vida religiosa e quase 58 anos de sacerdócio. No dia seguinte, às 16h00, no Santuário Nacional foi celebrada a Missa Exequial, e o sepultamento fez-se logo após. Servo fiel, perseverou até o fim, e temos certeza que recebe a coroa eterna, junto de Deus, a quem serviu com sua vida, e junto de sua querida Mãe Aparecida (ARQUIVO PROVINCIAL) 
Quando esteve em São Paulo, participou da construção da torre da Igreja da Penha. Lembro-me que, ainda no seminário, em um dos poucos dias de que dispunha para estar com minha família, fui fazer uma visita ao convento redentorista daquele bairro.
Muito atenciosamente o Pe.Inocêncio recebeu-me e levou-me para conhecer sua obra que despontava no alto da Penha, a torre do Santuário de Nossa Senhora da Penha de França. Foi para mim uma grande aventura. Junto com o Pe.Inocêncio, em um elevador de obra, aquele que só tinha piso e uma coluna central, subimos a uns 40mt do solo. No percurso, ele me dizia:

-Olhe só para o centro...não olhe para os lados e nem para baixo. Quando chegamos ao topo, entre o estrado do elevador e a laje, havia uma distância de 30cm que me parecia ter mais de um metro. Muito radiante ele mostrou-me a vista exuberante daquela região paulistana. Antônio Ierardi Neto
Olá Ierardi! Padre Inocêncio, antes de entrar para o Santo Afonso, pertenceu à Congregação Mariana da Penha, se não me engano, ele teria sido um dos fundadores de seus fundadores. Acredito que ele tenha sido influenciado pela comunidade dos redentoristas da Penha na escolha de sua vocação. A Nova Basílica da Penha, o Convento e Seminário da Penha tiveram participação do Padre Inocêncio na escolha de suas arquiteturas. Tentei influenciar para que algum logradouro do bairro ganhasse o seu nome. mas não obtive êxito até o momento. Mesmo com toda discrição, esse nosso confrade brilhou com sua luz sobre todos os que o conheceram. Abraços! José Morelli
Nos idos de 1949. estando eu a ajudar missa na capela do asilo em Aparecida, me defrontei com padre Inocêncio, convidou-me a ingressar no seminário, tímido, aleguei que defrontava com a oposição de meus pais, prontamente se propôs a ir à minha casa e conversar eles, acabei ingressando no Colegião em 02/02/49, até hoje, não me conformo com aquela minha timidez, não era verdadeiramente meu intento, mas os redentoristas se insinuavam e nos induziam àquele caminho. Aconteceu, estava escrito, ali permaneci por sete anos, foi bom, aprendi, convivi com pessoas santas, com homens convictos, hoje , faço parte de uma comunidade de ex-seminaristas que valorizam o tempo em que estivemos juntos, não vale a pena voltar ao passado e sim valorizar as boas coisas que aprendemos e os bons momentos que vivemos, somente deles lembraremos.ALEXANDRE DUMAS

ELES VIVERAM CONOSCO - PADRE LAURENCE PATRICK KEAMS

*NOTA DE FALECIMENTO* 
Faleceu no dia 10 de janeiro de 2022, em Curitiba/PR, o Missionário Redentorista Pe. Laurence Patrick Kearns. *Padre Lourenço,* como era conhecido, nasceu no Brooklin, Nova York, EUA, no dia 21 de agosto de 1939 (estava com 82 anos), fez sua Profissão Religiosa em 02 de agosto de 1960 (viveu 61 anos como Missionário Redentorista) e foi ordenado Sacerdote no dia 20 de junho de 1965 (56 anos). Veio para o Brasil em 1968, com apenas 29 anos de idade. Com Mestrado em Educação Religiosa e em História foi autor de nove livros sobre a Vida Consagrada e Espiritualidade. Grande pregador de retiros foi bastante conhecido no Brasil e exterior em virtude de suas pregações e orientações espirituais. Foi o primeiro Superior Provincial da Província de Campo Grande (de 1990 a 1995), trabalhou por mais de 30 anos na formação dos novos redentoristas. Nos últimos anos, padre Lourenço residia na Casa Provincial, em Curitiba e auxiliava nas missas e confissões no Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Desde o dia 12 de dezembro de 2021, estava internado no Hospital Marcelino Champagnat, em Curitiba, onde veio a falecer nesta madrugada. Rezemos pelo descanso eterno de nosso querido confrade.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Professor Domingos Zamagna

PEDRO LUIZ DIAS
Ao longo da minha caminhada universitária (trabalhando como escriturário em Secretarias de várias Faculdades, assistente na reitoria de ensino e pesquisa, depois Secretário de importantes universidades, aluno, monitor e professor universitário) conheci Mestres e Doutores memoráveis. Na Faculdade de Teologia conheci muitos deles. Hoje destaco o texto do Professor Domingos Zamagna. Um ex-clérigo que é uma verdadeira biblioteca ambulante. Um orador da melhor estirpe.

Aprendendo com o passado

Domingos Zamagna (*)

No início do ano costumamos fazer uma revisão do passado e nos dispomos para um futuro mais esperançoso.  Uma revisão que pode nos ajudar na caminhada, mas infelizmente pode também ser francamente desviante. A mídia tenta nos ajudar nessa tarefa.

Mas todos os anos – acabamos de verificar – acaba sendo a mesma cantilena. Anunciam-se Natal, Ano Novo com os mesmos clichês. Temos que evocar aqui o chamado “princípio de economia”. A previsibilidade, a redundância étal que nem precisamos ler, ouvir ou ver o que se publica. Um brinde do mais do mesmo. O tempo é escasso, não vale a pena nos ocupar com irrelevâncias.