O Papa Leão XIV proclamou este tempo como o Ano Jubilar celebrando os 800 anos de São Francisco, convidando toda a Igreja a renovar-se na esperança, na simplicidade e na alegria do Evangelho.
Neste mesmo espírito jubilar, a grande Família Leiga Redentorista une-se, com profunda gratidão e emoção, à Congregação do Santíssimo Redentor para celebrar também os jubileus de profissão religiosa de 22 de seus missionários. Entre eles, há quem celebre 75 anos de profissão e quem comemore 25 anos de consagração. Somados, esses anos de entrega, fidelidade e missão ultrapassam mil anos de vida religiosa, colocados a serviço do Reino de Deus.
É motivo de imensa alegria para toda a Família Redentorista reconhecer que, do seio de muitas dessas famílias leigas, brotaram vocações abençoadas. Deus olhou para essas famílias e elas, à semelhança de Maria, souberam dizer “sim”. Deste “sim” nasceram homens que deixaram tudo para seguir o Senhor Jesus Cristo, abraçando uma vida de doação radical, simplicidade evangélica e zelo missionário.
Esses religiosos percorreram o Brasil inteiro, anunciando a copiosa redenção: dos confins da Amazônia aos rincões do Sul, passando pelo Norte e Nordeste, junto aos pobres, aos esquecidos, aos que mais precisavam de esperança. Suas vidas tornaram-se Evangelho vivido, presença consoladora e testemunho fiel do carisma redentorista.
Neste ano jubilar, a Família Leiga Redentorista sente-se especialmente unida, agradecida e esperançosa. Celebrar esses jubileus é celebrar a fidelidade de Deus, a perseverança dos seus servos e a beleza de uma missão partilhada entre religiosos e leigos, como verdadeira família espiritual.
Com o coração cheio de júbilo, elevamos nossa ação de graças ao Senhor por cada uma dessas vidas consagradas e renovamos nosso compromisso de caminhar juntos, na mesma fé e na mesma missão.
Pedro Luiz: “ Impossível contar em Graças um século de dedicação ao serviço de Deus . Este é um tempo divino.”
Adélia Villas - Rio de Janeiro.
Pedro Luiz: “A partir do meu contato, há alguns anos, com a formação de seminaristas — muitos dos quais hoje são padres redentoristas — percebi que, para eles, o encontro com a Palavra de Deus não se deu como mera informação intelectual, sob o signo da neutralidade, nem como objeto de uma contemplação alienada do mundo, mas como sujeito que interpela e desvela, colocando-os em missão.
Para esses “meninos”, não se tratava — e não se trata — de uma informação a ser simplesmente assimilada, mas de um acontecimento que os atingia e redefinia o próprio ser. Por isso, a resposta deles foi assumir uma aceitação integral, que se traduz diariamente nos padres redentoristas, em fé, adoração e serviço ao próximo.”
Prof. Sergio A. Ribaric’
Pedro Luiz: “Parabéns aos jubilandos! Exemplos de dedicação e fidelidade ao chamado divino para a divulgação do Evangelho. Que Deus os abençoe grandemente e continue inspirando-os, com acompanhamento de Maria, no fomento de novas vocações, pois a messe é grande e os operários são poucos."
José Carlos Criado. São Paulo.
“Fui abençoada ao ser convidada para lecionar aos seminaristas redentoristas, em Tietê/SP. Nessa convivência constante, aprendi que cada gesto de amor, cada palavra de esperança e cada momento dedicado ao serviço do próximo são expressões vivas da nossa fé e do carisma redentorista — carisma este que hoje se renova e se celebra na vida e na missão dos Jubilares da Congregação do Santíssimo Redentor.”
Profa. Mali Moura – Piracicaba/SP
“Um tempo cheio de graça
2026 é, de fato, um ano de muitos júbilos.
A Igreja inteira vive um Ano Jubilar, proclamado pelo Papa Leão XIV, celebrando os 800 anos de São Francisco de Assis e convidando-nos a renovar a esperança, a simplicidade e a alegria do Evangelho.
É nesse clima de gratidão que a Congregação do Santíssimo Redentor celebra o jubileu de 22 confrades, entre eles alguns que alcançam a belíssima marca de 75 anos de vida consagrada. Não estamos apenas contando anos, mas agradecendo por vidas inteiras oferecidas a Deus e à Igreja.
Santo Afonso Maria de Ligório nos lembrava que o tempo é um presente sério: Deus o concede para que seja transformado em amor. Por isso, uma vida longa na vida religiosa não é um peso, mas uma graça — quando vivida com fidelidade. E chegar a 75 anos de consagração é sinal de quem, dia após dia, renovou o mesmo “sim”, mesmo nos momentos difíceis.
Esses irmãos nos ensinam que a fecundidade da vida consagrada não está apenas no que se faz, mas no permanecer. Quando a força diminui, cresce a oração; quando as palavras se tornam poucas, o testemunho fala mais alto. Como dizia Santo Afonso, há uma grande utilidade para a Igreja mesmo quando já não se pode “fazer muito”, porque então tudo se torna oferta.
Neste Ano Jubilar, tão marcado pela esperança, esses jubileus são um verdadeiro sinal profético. Em um mundo que valoriza o imediato e o descartável, 75 anos de fidelidade mostram que vale a pena entregar a vida inteira ao Redentor.
Como lembrava o Padre Antônio Vieira, o tempo pode ser perdido ou salvo.
Esses confrades salvaram o tempo, porque o devolveram a Deus em forma de serviço, oração e amor.
Que este jubileu renove nossa gratidão, fortaleça nossa vocação e nos ajude a olhar para o futuro com confiança, aprendendo com quem caminhou longo tempo e permaneceu fiel até o fim.”
Jonas M. P. Miranda-Assis/SP







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