quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. GUILHERME SÔNEGO CSsR

PE. GUILHERME SÔNEGO CSsR
+15 de DEZEMBRO 1969 
Nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo e contava, entre seus irmãos, três padres, e duas religiosas. No Juvenato (Aparecida) mostrou-se “piedoso, obediente, sincero e de um gênio forte”. Professando a 2 de fevereiro de 1945, estudou em Tietê, e foi ordenado em 27 de dezembro de 1949. Durante 16 anos trabalhou no setor de Formação, como Diretor nos Seminários de Aparecida, Passo Fundo e Goiânia. Dedicado no trabalho, exato e responsável em tudo, sempre soube ganhar a confiança dos seminaristas que nele viam o religioso alegre, piedoso e trabalhador.(*) Deixando a formação, passou a integrar a equipe missionária de Araraquara. Com seu zelo, piedade sincera e grande disposição, muito prometia realizar no trabalho das missões. Mas sua saúde não correspondeu. Um reumatismo infeccioso foi minando suas forças, e logo o coração também começou a apresentar falhas. À força de muito tratamento, dava a impressão de ter recuperado a saúde. No entanto, a 15 de dezembro de 1969 seu coração parou definitivamente. Era o último dia do seu Retiro anual. À noite, deitando-se para dormir, repousou in sommo pacis. Foi o que constataram os confrades, quando o procuram no dia seguinte. 
(*) Foi o fundador e primeiro diretor do Pré-Seminário da Pedrinha. Em Aparecida, enfrentou os primeiros anos de instalação do Seminário Santo Afonso no prédio novo. Também em Pinheiro Marcado e em Goiânia foi o diretor corajoso e trabalhador da construção e mudanças dos seminários. (nota do editor)
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP 
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam) 
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR 
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR
MINHA NOTA: Padre Sônego recebeu-me no SRSA em Aparecida, 1958, após 1 ano que estive no PRÉ-SEMINÁRIO da Pedrinha com o Padre Brandão. Ele era sisudo!Apenas um olhar seu me transmitia o respeito aos regulamentos. Baixinho, mas bem maior que eu,que era o Tampinha. Tratou-me de um pequeno problema de saúde que muito me beneficiou no momento. Pelo que me lembro, não foi professor, apenas diretor e administrador do Seminário Santo Afonso..DESCANSE EM PAZ, PADRE AMIGO! (IERÁRDI) 

Grande Padre Guilherme Sonego. Nosso Diretor.

NELSON FELIX VIANNA 

Padre Sônego assinou minha extradição, saí em 1955 sob sua égide. Lembro-me, em suas aulas, referir-se à escovação dos dentes. Lá nas suas posses, de manhã, sua mãe cortava e dava a cada filho um gomo de cana que, mastigado, limpava a arcada dentária e nutria de vitaminas os estômagos famintos. ALEXANDRE DUMAS
Dumas eis um dos irmãos referidos-Ierárdi

Frei Guilherme Sônego

 OFMcap(+2013)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

ELES VIVERAM CONOSCO - DOM JUVENAL RORIZ CSsR

DOM JUVENAL RORIZ CSsR 
+13 de DEZEMBRO 1994 
Dom Juvenal Roriz, arcebispo emérito de Juiz de fora – MG, nasceu em Goiás – GO, antiga capital do Estado, a 12 de outubro de 1920. Eram seus pais Nazareno Roriz e Bárbara Lobo Roriz. Entrou para o Pré-Seminário de Pindamonhangaba a 11 de junho de 1932. No dia 05 de janeiro de 1934 passou para o Seminário Santo Afonso, em Aparecida – SP. Durante o ano de 1939 fez o noviciado em Pindamonhangaba, onde também fez a profissão religiosa na C.Ss.R. a 02 de fevereiro de 1940. O Seminário Maior foi feito em Tietê, de 1940 a 46. Foi ordenado sacerdote em São João da Boa Vista – SP por Dom Manuel da Silveira D’Elboux, Arcebispo de Ribeirão Preto – SP. Iniciou sua vida apostólica como vigário coadjutor em Aparecida – SP. A 06 de novembro de 1947 viajou para Roma, onde laureou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana. Regressou ao Brasil no segundo semestre de 1950.(P 1 P) Até 1953 foi professor de Filosofia, no Seminário Maior de Tietê e Sócio dos Estudantes.(P 2 P) De 1953 a 1956 morou em Roma, como Secretário do Pe. Geral e Vice Procurador Geral. Regressando ao Brasil, retomou suas aulas de Filosofia. Em 1958, no primeiro semestre fez o 2º noviciado, em Pindamonhangaba, preparando-se para as Missões Populares. Pregou missões em vários Estados do Brasil. De 1960 a 1962 foi pároco da 1ª paróquia redentorista de Brasília – DF, retornando depois às missões. Em 1964 foi nomeado o 1ºP PVice-Provincial da Vice-Província de Brasília, ficando nesse cargo até 28 de outubro de 1966, quando foi nomeado, pela Santa Sé, Prelado de Rubiataba, em Goiás. Em Rubiataba trabalhou muito para organizar a Prelazia. A 15 de agosto de 1967 foi nomeado pelo Papa Bispo titular de Lemelefa, sendo ordenado bispo pelo Sr. Núncio Apostólico Dom Sebastião Baggio, no dia 11 de outubro de 1967. Tomou posse em Rubiataba na qualidade de Bispo-Prelado. A 13 de maio de 1978 foi nomeado Arcebispo de Juiz de Fora MG. Enquanto era Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Roriz teve um enfarte, em Itaici, ao participar da Assembléia Geral da CNBB. A 07 de julho de 1990 o Papa João Paulo II aceitou o pedido de renúncia de Dom Roriz ao governo pastoral da Arquidiocese. O Arcebispo Emérito foi morar em Goiânia, em um apartamento. Nos últimos tempos Dom Roriz estava sofrendo da vista e já não enxergava bem. Participou com entusiasmo dos festejos do Centenário, em Aparecida, de 28 a 30 de outubro de 1994.(P 3 P) Mas Dom Roriz sentia que não estava bem. No dia 12 de dezembro, os médicos acharam que deviam operá-lo novamente do coração. No dia seguinte, durante a cirurgia, ele não resistiu e veio a falecer. Dom Juvenal Roriz criou a Vice-Província de Brasília e acompanhou seu crescimento até tornar-se Província de Goiás. Ele fez da Igreja de Rubiataba uma Igreja Missionária e alegrou-se com a transformação da Prelazia em Diocese. Aí teve que construir tudo: patrimônio, formar o clero, arranjar religiosas, cuidar do Seminário Diocesano, etc. Ele deixou para a Igreja o Instituto Missionário Mãe de Deus, que depois se tornou Sociedade de Vida Apostólica. Dom Juvenal Roriz foi sepultado em Rubiataba a 14 de dezembro de 1994. Estava com 74 anos de idade, 54 de Profissão Religiosa, 48 de sacerdócio e 27 de episcopado.(P 4 P) (Arquivo Provincial) 
(P 1 P)Dom Roriz foi o primeiro membro da Província a alcançar oficialmente o título de doutor. (nota do editor) (P 2 P)Sócio dos Estudantes era o título que se dava, na época, ao auxiliar do Prefeito dos Estudantes, o responsável primeiro pela formação dos clérigos. ( nota do editor) (P 3 P)Era o Centenário da vinda dos Redentoristas para o Brasil. (nota do editor) (P 4 P)Dom Roriz, além de muito inteligente e vivo, era alegre, expansivo, brincalhão, irreverente mesmo, gostando de aprontar molecagens com as quais se divertia, dando boas risadas ao contá-las. Durante os anos que foi professor de Filosofia, empenhou-se na elevação do nível de formação de nossos clérigos. (nota do editor) 
CERESP Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP 
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam) 
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR 
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR
Foi meu professor de filosofia. Um sábio, um santo. Saudades. Gratidão eterna.
João De Deus Rezende Costa
Recém ordenado, nomeado para Aparecida, foi meu chefe de coroinhas na basílica nacional. Reconheceu-me e chamou-me pelo nome em ocasiões posteriores. Motivo de orgulho, um bispo, baixinho e simpático dirigir-se a você , como vai, Dumas ?-Alexandre Dumas Pasin de Menezes

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. GERALDO AFFONSO BONOTTI CSsR

 PE. GERALDO AFFONSO BONOTTI CSsR 

+13 de DEZEMBRO 2002 

Nasceu na Penha, em S.Paulo, no dia 16 de agosto de 1917. Eram seus pais: André Bonotti e Geni Tommasi Bonotti Fez seus estudos primários no Colégio S. Vicente, na Penha, e no Liceu N.S.Auxiliadora, de Campinas SP. Entrou para o Pré Seminário de Pindamonhangaba, em 06.07.1929 Em abril de 1930 passou para o Seminário S. Afonso, em Aparecida, onde completou o curso em dezembro de 1935. Fez o Noviciado em Pindamonhangaba, durante o ano de 1936, onde fez a Profissão Religiosa na CSSR a 02.02.1937. O Seminário Maior foi feito em Tietê. Ali fez a Profissão Perpétua a 02.02.1940. Foi Ordenado Sacerdote em S.Paulo, na Igreja de S. Efigênia (Catedral Provisória), em 08.12.1941, por Dom José Gaspar da Fonseca e Silva, Arcebispo de S.Paulo. Celebrou sua Primeira Missa Solene, na Matriz da Penha, em 14.12.1941. Deixou o Seminário Maior em janeiro de 1943, iniciando seu apostolado como Professor no Seminário S.Afonso. Em 1945 foi transferido para Goiás, para ser professor no Pré Seminário de S. José Trabalhava também na Paróquia. Em 1948 foi trabalhar na Igreja de S. Cruz, em Araraquara. De 1949 a 1952 esteve novamente como Vigário Cooperador em Aparecida. Em 1953, no primeiro semestre, fez, em Pindamonhangaba, o 2º Noviciado. Aí continuou o resto do ano, como Missionário. De 1954 a 1956 morou em Araraquara, como Missionário. De 1957 a 1969 trabalhou no Seminário S.Geraldo, na formação dos futuros Irmãos. Desde março de 1970, mora no Convento da Basílica, em Aparecida, dedicando-se ao atendimento dos romeiros. Em 08.12.1991 celebrou no Seminário S. Afonso, em Aparecida, o Jubileu de Ouro de Sacerdócio. Pe. Geraldo tinha mais dois irmãos Redentoristas: Pe. Mário Antonio Bonotti e o falecido Pe. Artur Natale Bonotti. No dia 02.02.1997 celebrou 60 anos de Profissão Religiosa. Dia 08.12.2001 celebrou seu Jubileu de 60 anos de Sacerdócio. Nos últimos tempos estava com a saúde muito combalida. Faleceu na manhã de 13.12.2002, no Hospital em Guaratinguetá. Sepultado em Aparecida, no dia 14.12.2002, depois da missa de corpo presente no Santuário Nacional. Estava com 85 anos de idade, 61 anos de Sacerdócio e 65 anos de Vida Religiosa. 
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP 
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam) 
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR 
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR 
Penhense como eu , foi uma honra imensa conhecê-lo , assim como seu irmão Pe. Artur. Vagner Gaspar 
Caro Vagner, ainda houve o terceiro padre, irmão dos Bonotti's, Padre Mário Antônio Bonotti, cuja biografia você pode encontrar neste blog da TÁVOLA REDONDA 
- http://tavolaseminarios.blogspot.com/2015/09/eles-viveram-conosco-pe-mario-antonio.html
A biografia do Padre Arthur também está aqui no blog da TÁVOLA em
- http://tavolaseminarios.blogspot.com/2018/06/eles-viveram-conosco-pe-artur-natale.html
Ierárdi
Meu amigo ainda lembremos o outro irmão também saudoso missionário redentorista, o Padre Mário Bonotti, tantos anos reitor do noviciado em Pindamonhangaba-SP Foi meu professor de latim, e nós saíamos das salas e ao ar livre só podíamos falar na latim e sai frases do tipo "Cave ne cadas in canis cacacione" Cuidado com a merda do cachorro, Era muito bom. Abner

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

JONIVAL CÔRTES - ANTIGO SEMINARISTA - MENSAGEM

Olá, amigos e amigas!  
Esta semana deixei para escrever hoje (08/12), dia de Nossa Senhora da Conceição. E motivo não me falta. Nossa Senhora da Conceição é a Santa Primaz do Brasil, sua primeira imagem foi trazida por Thomé de Sousa, que fez a primeira capelinha para a Santa em Salvador (1549), hoje esta capela é uma das mais imponentes Basílicas da capital baiana, com o nome de Nossa Senhora da Conceição da Praia, fica ali na cidade baixa e desde 1938 foi designada como Patrimônio Mundial. Mas, minha motivação é muito mais pessoal. É Paróquia de Nossa Senhora da Conceição, Matriz de Campinas/Goiânia. Devoção que na Campininha iniciou lá por volta de 1843 e não foi interrompida. Lá fui acolhido em 1971, estudava do outro lado da Praça, no Colégio Assis Chateaubriand. Participei depois dos grupos de jovens da paróquia e conheci os redentoristas. Já sabia da existência deles, mas lá os conheci. Uma geração inteira de padres e jovens seminaristas (Simão, Wanderley, Joil, Valtuir, Divino etc) e depois outros mais, Jadir, João Flávio, Geraldo Magela, João Otávio e tantos outros. Foi lá que entrei para o seminário e foi pelos redentoristas que quis ser missionário, motivo que me fez chegar a São Paulo, à querida Tietê e depois Campinas. Quando cheguei em Campinas-GO descobri que a padroeira da cidade era Nossa Senhora da Conceição, aí uma força me chamou e nunca mais saí daqui. Visitar a Catedral de Campinas é uma de minhas alegrias. Sento-me ali naqueles bancos de jacarandá da Bahia e fico admirando os entalhes de madeira, os vitrais e rezando. Nunca preparo uma oração, sentado espero a inspiração e rezo, sempre peço pela paz mundial, pela justiça social, pelos amigos, por minhas filhas e peço forças para não desistir da fé. Amigos e amigas, penso que sou muito abençoado por tudo e a presença da mãe de Jesus é uma inspiração forte para continuar acreditando em um mundo melhor, mais humano, justo e feliz. 
Tenham todos e todas uma semana de paz e preparação para a chegada de Jesus. 
Jonival Côrtes – Goiano Presidente da UNESER

quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Barítonos e Tenores (ELES VIVERAM CONOSCO)

São muitos os membros da UNESER (União Nacional dos Ex Seminaristas Redentoristas) bem como os consagrados, que já não estão mais fisicamente presentes nesta Terra. Alguns chegaram antes para acolher os próximos, na maestria do padre Délcio Viesse para cantar: Até vocêêêêêê? Ele não acreditou quando viu chegar dois confrades, que, como ele, moraram no Seminário Santo Afonso, sendo um diretor e outro aluno: padres Silvério Negri e o Ferrari. O maestro colocou-os no devido lugar dizendo: -----ocupem seus lugares e cantem: até você? Padre Ferrari, que residia em Jundiaí, esteve conosco na Pedrinha, nos ajudando a refletir sobre o profeta Jonas. Padre Negri, que foi diretor daquele educandário, rubrava ao ficar bravo. Padre Libardi e o Mané também estavam nessa temporada. Quem não se lembra de Marcos Moser, que após aposentar e confraternizar-se com os colegas de serviço , fez parte do coral ? Foi cremado e as cinzas jogadas no Rio Araguaia. A vida nesta Província de Santa Cruz não é para sempre. Alguns têm passagem rápida enquanto outros demoram um pouco mais. Para Deus “Um dia é como se mil anos e mil anos como se fosse um dia” (II Pd.3,8). Em todos os ENESERs, num cantinho do refeitório, estava sentado, juntamente com sua esposa, o Sr. José Bueno e, em algumas vezes, o fazedor de vinho, especialista em alcoólicos, Miltinho Pieroni, morador da Maristela, distrito de Laranjal Paulista. Eles também se tornaram membros do coral, talvez como tenor, buscando uma clave diferente: Até vocêêêêê? Na mesma época em que Mané se apresentou para o concerto, o Dr. Láua, que sempre deu uma passadinha no encontro do “meio do ano”, principalmente participando dos atos litúrgicos, também passou para o outro lado do mundo como foi Chico Mantuanelli, um dos co – fundadores da UNESER. Alguns fazem parte do grupo, ou como barítono ou como tenor. São eles: Mário Barreto, Luiz Gonzaga Thomazzi, Geraldo Vilaça, Geraldo Brandão, Claudio Silveira, Ênio Décio e Bianor, que veio pouquíssimas vezes, saindo lá do centro do Brasil para participar das atividades da UNESER. Todos eles e mais alguns participaram conosco, como é o caso de Raimundo Germano de São Bernardo do Campo, Aparecido Ramos Barbosa, irmão do padre Vanir, que quando cheguei no Santo Afonso era noviço , cujo mestre era padre Negri coadjuvado pelo padre Vitor Hugo Silveira Lapenta. Ah! Ia me esquecendo do Sacristão, o Antonio Carlos, que certa vez o vi na Chácara do Silvério em Mairinque , conversando na língua francesa. Ele que residia na cidade de Assis-SP. Vale ressaltar que do meu curso já estão do outro lado , cantando: até vocêêê: Edélcio Costa Lima, José Maules da Rocha e Leuze Lucas da Silva. Todos eles e mais alguns que se encontram em nosso inconsciente, continuarão cantando para aqueles que se fizerem presentes: Até vocêêêêê!!!!!! Não esquecendo que chegou , nos céus, cantando, o nosso confrade Hélio Magdalena. Deixou-nos um grande legado com a sua existência longeva. O doutor como nos foi apresentado. Não posso deixar de elevar preces ao nosso contemporâneo padre Renato Savassa, conhecido em nosso meio como “Sucata” ou “General”, como ao Padre Júlio Brustoloni, natural de Tietê, do bairro São Roque, entremeio sua cidade natal e Cerquilho. Ele que era vice postulador da causa Padre Vitor Coelho de Almeida no processo de beatificação. Descansem em paz! Adilson José Cunha

Bela exposição, caro amigo diácono. Estou tomando a liberdade de editá-la em nosso BLOG - TÁVOLA REDONDA DOS SEMINÁRIOS - onde publico a biografia de todos os redentoristas de que tenho conhecimento, tanto AQUELES QUE NOS PRECEDERAM, como AQUELES QUE VIVERAM CONOSCO. Hoje temos a biografia do irmão IR. WOLFGANG (JOÃO SCHECK)CSsR-+1 de DEZEMBRO 1971. Gostaria de aditar a esse seu texto JÚLIO MACHADO BRAGA, batalhador incansável, antigo seminarista e oblato redentorista. Há um longo texto publicado no dia de sua morte 24 de setembro, em nosso blog da TÁVOLA REDONDA - https://tavolaseminarios.blogspot.com/.../eles-nos... - onde também se encontra uma mensagem do ALEXANDRE DUMAS muito importante para os associados da UNESER.Ierárdi
Quantas lembranças, quantos valores que já se foram, choremos lágrimas, queremos acrescentar alguns nomes, Vivaldo Justino Neves que me acolheu em São Paulo, meu colega de turma,Antonio de Santa Terezinha Maciel, o Terezo, a quem me referi no Licor de Pequi, Benedito Lourenço Barbosa e seu irmão João Lourenço Barbosa, professores que nos deixaram um legado em Aparecida, o grande amigo José Galvão Láua, Mário Muniz Barreto, meu irmão. Se cada um trouxer uma referência que participou de sua trajetória e já nos deixou, formaremos uma orquestra, lembram-se do Oswaldo Aranha, grande maestro, do Oto, Ivo, João Bosco entre tantos que fazem parte do coro celeste, Aqui ficamos nós a entoar musicas do advento "Quando virá, Senhor, o dia em apareça o Salvador" e nos preparamos para o" Noite Feliz". Que bom sabermos que já nos é reservado um lugarzinho no coro celeste, onde encontraremos nosso grande maestro e ocuparemos um lugar entre os tenores,me recusarei a voltar ao Baixo. Se o Viesse não me aceitar, vou procurar o Marino.Alexandre Dumas

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. WOLFGANG (JOÃO SCHECK)CSsR

IR. WOLFGANG (JOÃO SCHECK)CSsR
+1 de DEZEMBRO 1971 
Nasceu no natal de 1900, na Alemanha. Em 1923 professou na C.Ss.R. vindo logo para o Brasil. Trabalhou em diversas casas de nossa Província, sempre como homem dos sete instrumentos: cozinheiro, hortelão, encanador, mecânico, etc. Não era homem de ficar esperando pelo trabalho; era ele quem o ia pegar onde estivesse. Observante e piedoso, apesar de sempre ocupado, não se descuidava dos seus exercícios de piedade.(*) Nos últimos anos foi transferido para a Província de Porto Alegre, e continuou sendo, no seminário de Passo Fundo, o mesmo religioso dedicado ao trabalho e à oração. Foi aí que ele faleceu de repente, quando fazia a limpeza da caixa d’água da casa. Procurado pelos confrades, foi encontrado morto, dentro da caixa. Era o dia 1º de dezembro de 1971. 
(*)Durante vários anos foi cozinheiro do Seminário Santo Afonso, em Aparecida, sempre muito respeitado e admirado pelos seminaristas (nota do editor)
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

COM ELE SERÁ TUDO MELHOR

Quase no fim de um ano bastante diferente, veio-me à lembrança a figura dos pastores – homens, mulheres e crianças – que chegaram ao rancho em que o filho de Deus e de Maria viera nascer. 
Para eles a vida não era fácil, não tinham importância em Belém, eram pobres e estavam cansados. 
Que foi que lhes disseram Maria e José, e mais ainda que lhes disse ao coração o menino que acabara de chegar? 
Certamente o que viram, ouviram e sentiram era mais belo e animador que a mensagem dos anjos. 
Nossa vida não está fácil, e é mais pesada ainda para outros.
Esqueçamos por um pouco as luzes, as canções, os odores e sabores do Natal. Fechemos os olhos e abramos o coração. 
Poderemos ver e ouvir a mensagem de Deus. 
Porque Jesus está em nós, e nos envolve, podemos olhar confiados para a frente, para começar ou retomar, para viver, apesar de tudo, a felicidade alegre do Natal.

segunda-feira, 29 de novembro de 2021

ELES NOS PRECEDERAM - PE. BENEDITO JOÃO DIAS CSsR

PE. BENEDITO JOÃO DIAS CSsR 
+29 de NOVEMBRO 1946 
Era de Campinas (GO) onde nasceu a 17 outubro de 1915. Veio para o Juvenato de Aparecida em janeiro de 1927, professando em 1934, indo, depois, iniciar seus estudos superiores na Argentina. Em janeiro de 1937 regressou, continuando a estudar no recém-inaugurado Seminário Maior de Tietê. Era 1938 (18 de dezembro), foi ordenado sacerdote, e nomeado professor do Juvenato em Aparecida. Inteligente, alegre e espirituoso, Pe. Dias foi sempre um ótimo confrade. Teria sido um grande missionário, com a simplicidade e espírito de fé que o caracterizavam. Sabia ler e estudar, com um faro bastante aguçado para escolher seus livros. Dotes literários não lhe faltavam: fantasia desenvolvida, linguagem fluente e até elegante. Mas foram outros os planos de Deus a seu respeito. Sempre muito magro, já nos primeiros anos, como professor no Juvenato, contraiu a tuberculose; e, quando ele o notou, seu estado já não era dos melhores. Foi, por isso, internado em Campos do Jordão, para um tratamento sério. Mas a enfermidade já havia avançado demais. Passou alguns anos no sanatório mas não resistiu, falecendo aos 31 anos, no dia 29 de novembro de 1946. Embora abatido, vendo sua vida chegar ao fim tão cedo, Pe. Dias soube aceitar com resignação a vontade de Deus. Meses antes da sua morte, agradecendo aos confrades os parabéns e orações pelo seu onomástico, ele escreveu: “Meus caros, a mão do Senhor me tocou. Sonhei com um túmulo glorioso, em pleno campo de batalha pelo Reino de Deus. Agora só peço a Deus que suscite em vocês todos aquele espírito que animou nosso Pai Santo Afonso... no trabalho e na salvação das almas. Só me resta dizer-lhes o que outrora dizia Jerônimo ao Bispo Agostinho: ... basta-me um cantinho no deserto, para terminar os meus dias, e fazer penitência dos meus pecados. Firmes, pois meus amigos, na melhor parte que vocês escolheram, sem olhar para o século e seus falsos profetas!”
CERESP 
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP 
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam) 
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR 
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

domingo, 28 de novembro de 2021

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. LUCAS (BERNARDO ARNOLD) CSsR

IR. LUCAS (BERNARDO ARNOLD) CSsR
+28 de NOVEMBRO 1953 
A portaria do Convento de Aparecida o conheceu durante quase 30 anos. Era de Ittenhausen (Alemanha) nascido a 13 de agosto de 1871. Professou na C.Ss.R. em 1895, vindo para o Brasil em 1902. Foi logo designado cozinheiro em Aparecida, e desempenhando o mesmo ofício, esteve depois em Goiás, até 1912, ano em que veio para a Penha, como porteiro. Em 1926 foi para a portaria de Aparecida, onde trabalhou até a sua morte. Um “fora de série” — esse foi o nosso Irmão Lucas. Com invejável equilíbrio, era um homem sempre alegre, e profundamente recolhido. Em todo o seu modo de falar e agir, via-se o justo que vivia intensamente ex fide. Impressionava a todos pelo seu recolhimento e piedade, mormente quando na capela, onde costumava passar seus momentos livres. De uma simplicidade infantil, era a caridade em pessoa, não só para com os confrades, mas principalmente para os pobres que sempre o importunavam na portaria. Para todos, além de alguma esmola, tinha sempre uma palavra de consolo, de alegria e de animação. Nunca estava ocioso, porque não esperava que o trabalho se apresentasse; era ele quem o procurava onde pudesse estar. A alegria, a paz interior que sempre o distinguiram, já aparecem numa carta que escreveu em 1909, ao Provincial da Alemanha. Entre outras coisas ele diz nessa carta: “Onze anos atrás meu cavalo disparou morro abaixo com a carroça cheia; o eixo quebrou, e a carroça passou por cima de mim. Mas Deus seja louvado, tanto no sofrimento como na alegria. Deus seja mil vezes bendito pela ótima saúde que me deu, pois não sinto absolutamente nada com a mudança de clima. Até agora não me arrependi de ter atendido ao chamado de Deus, para vir trabalhar aqui no Brasil; pelo contrário, nem sei como agradecer”. E ele soube muito bem agradecer com sua vida de oração e trabalho, durante os cinqüenta anos que viveu entre nós. No fim da vida, percebendo que já não podia mais trabalhar como antes, aceitou a última doença com a mesma paz e tranqüilidade com que se sempre viveu. Quando a 28 de novembro de 1953 a irmã morte apresentou para levá-lo à presença do Pai, ele a recebeu com a segurança do servo bom e fiel, certo da recompensa final.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

quinta-feira, 25 de novembro de 2021

ELES VIVERAM CONOSCO - PE.CARLOS ARTHUR ANNUNCIAÇÃO CSsR

Padre Carlos Artur Annunciação 
Missionário Redentorista
(+) 25 de Novembro de 2020 
NOME COMPLETO: Carlos Artur Annunciação 
NASCIMENTO: 09 de fevereiro de 1947, bairro Bela Vista. São Paulo - SP 
PAIS: Cândido Arthur Annunciação e Dalva Bassi Annunciação
PROFISSÃO TEMPORÁRIA: 20 de janeiro de 1970 
PROFISSÃO PERPÉTUA: 30 de janeiro de 1977 
ORDENAÇÃO DIACONAL: ------------- 
ORDENAÇÃO PRESBITERAL: 25 de junho de 1977, na Igreja Matriz de São Vicente - SP 
BISPO ORDENANTE: Dom Antônio Celso Queiroz, Bispo Auxiliar de São Paulo 
ESTUDOS REALIZADOS (CAPACITAÇÃO PASTORAL, PROFISSIONAL OU ARTÍSTICA) A PARTIR DO II GRAU:
Humanidades, no Seminário Santo Afonso, em dezembro de 1968. Filosofia e Teologia no Instituto Redentorista de Estudos Superiores, em São Paulo. 
COMUNIDADES ONDE VIVEU E CARGOS JÁ EXERCIDOS:
Em 1978, iniciou sua Vida Apostólica como Missionário das Missões Populares, morando em São João da Boa Vista. Foi sempre um ótimo missionário. Nas Missões Populares ficou até dezembro de 1981, quando foi transferido para o Seminário Santo Afonso, em Aparecida, como Formador de novos missionários. A 01.10.1984, foi eleito Conselheiro Provincial, por 3 anos. No Seminário Santo Afonso, foi Superior da Comunidade, Formador dos seminaristas e Diretor do Seminário (1987). Em setembro de 1987 foi reeleito Conselheiro Provincial, por mais 3 anos. No Seminário Santo Afonso, ficou até dezembro de 1990, quando foi transferido para o Convento do Santuário, ao lado da Basílica Nova, dedicando-se ao apostolado com os Romeiros. A 12.12.1996 tomou posse como Reitor do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. A 26.12.1996 foi nomeado Superior da Comunidade Redentorista do Santuário Nacional de Aparecida. A 07.03.1999, Dom Aloísio, Cardeal Lorscheider, Arcebispo de Aparecida, nomeou-o Vigário Episcopal para o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida. Em dezembro de 1999, foi transferido para São João da Boa Vista, como responsável do Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Foi nomeado também Superior da Comunidade. A 08.12.2002 foi nomeado Pároco da Paróquia de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Jardim Paulistano, em São Paulo. Tomou posse da Paróquia a 19.01.2003. Em janeiro de 2007, retornou ao Santuário de Aparecida a fim de colaborar na Pastoral dos Romeiros. 
TESTEMUNHO VOCACIONAL O que Santo Afonso representa na sua vida? Santo Afonso foi o grande inspirador da minha vocação. Ainda jovem pude conhecer a vida dele através das Missões Redentoristas e depois através de livros também e tudo isso bateu muito com aquilo que eu desejava. Eu queria ser missionário, queria ser padre, mas não padre de paróquia. Eu queria ser evangelizador e trabalhar com os mais pobres e com as pessoas excluídas da sociedade e foi isso que eu vi em Santo Afonso. Então, ele realmente me atraiu e eu entrei para congregação já há mais de 50 anos. Você foi feliz na sua escolha vocacional? Eu penso que sim, e isso eu agradeço a Deus. A gente tem muitos defeitos, falhas, deficiências, mas eu vejo que foi o modo de me realizar como pessoa. Eu me sinto uma pessoa feliz e tranquila, vivo bem na comunidade na congregação, então, eu acredito que Deus me inspirou e me iluminou e eu pude escolher o caminho certo. 
O que significa ser Redentorista? 
Redentorista é aquele que segue o Redentor,Jesus Cristo, em primeiro lugar. Ser Redentorista é identificar-se com o Redentor e viver com Ele, participar da sua vida, ter os mesmos sentimentos e pensamentos; a mentalidade de Jesus. Esse Redentorista é aquele que trabalha na redenção na libertação das pessoas, principalmente. No nosso caso, com o carisma afonsiano trabalhamos na libertação dos mais pobres e abandonados ou como a gente costuma dizer hoje, aqueles que são os mais feridos e machucados pela sociedade.
Hoje, morreu o padre Arthur Annunciação . Não fomos contemporâneos, frequentamos os mesmos espaços de formação redentorista. Gostava de ouvi-lo, transmitia fé, era convicto, sua voz era suave, elevava a Deus. Gosto da CSRR, identifico-me com seus misteres, não nego minhas origens, sofro com perdas, choro com ausências irreparáveis.Alexandre Dumas 
Meu contemporâneo e ficamos amigos sempre, combateu sempre o bom combate, recebeu o prêmio, nós sentiremos saudades!Thozzi 
Saí do Seminário e trinta anos depois encontrei-me com o Pe. Arthur. Nunca mais me esqueci daquele dia, ele se recordou de mim, disse meu nome e de onde era. A Rita, minha mulher, também ficou admirada. Encontramo-nos, em 2019, no Jardim Paulistano. Ele ia começar a celebração, intimou-me a ficar para fazer a leitura, o que fiz com grande alegria e lisonjeado.Antônio de Lima
Meu irmão. Fui seu contemporâneo no Seminário de Santo Afonso.Segui até NOVICIADO e retornei a SANTOS , bem vizinho à terra do PE. CARLOS ARTHUR, SÃO VICENTE. Autêntico, firme. Ainda não entendi, nem quero entender esse fim tao triste e prematuro desse anjo bom. Vai estar ou já está com JESUS, com Pe. NEGRI, LAURO, como uma luz na CONSTELAÇÃO REDENTORISTA. Outros 29 REDENTORISTAS com COVID... Quando vão entender que nem MARIA nem JESUS não querem ninguem na BASÍLICA ainda nessa PANDEMIA? Por que tanta ganância ? Por que tudo em nome de uma "campanha" que pode e deve esperar?... Quantos ainda vao partir em plena pandemia?... Vai com DEUS MEU AMIGO IRMÃO. Desculpa essa dor. Eu sei que MARIA JA TE ABRAÇOU NO CÉU. AMÉM-Nelson Duarte

PADRE CARLOS ARTHUR CSsR - FALECIMENTO

PADRE CARLOS ARTHUR ANUNCIAÇÃO
Caros confrades, bom dia! Ontem, quarta-feira, às 23h50 do dia 25/11/2020, faleceu o nosso querido Pe. Carlos Artur Annunciação! 
Devolvemos a sua vida, que sempre foi marcada pela fé e pela alegria de ser discípulo fiel do Redentor, como filho de santo Afonso, e um devoto apaixonado de Nossa Senhora Aparecida, nosso Perpétuo Socorro! 
Descanse em paz, querido Pe. Carlos e interceda por nossa Província e CSSR. Deus o acolha na festa sem fim! R.I.P. 
O enterro será, hoje 26.11.20, às 10h30. Por isso podemos unirmo-nos virtual e espiritualmente neste momento de entrega da Vida do Pe. Carlos Artur a Deus, através da missa das 9h00 que será celebrada no Santuário Nacional nessa intenção. 
PADRE FRANCISCO DE ASSIS
MIGUEL-REDENTORISTA
[26/11 05:57] Pe Chicão

ELES VIVERAM CONOSCO - REGINALDO SILVA – ANTIGO SEMINARISTA REDENTORISTA

REGINALDO SILVA ANTIGO SEMINARISTA REDENTORISTA
+ 25 Novembro 1962
No dia 25/11/62 tivemos uma grande tristeza! Morreu o seminarista aparecidense Reginaldo Silva, filho de Luís Oliveira Silva e Maria Mercedes Silva. Durante a semana santa ele tivera um ataque convulsivo. Foi mandado para a sua casa para tratamento. Após algum tempo, Dr. Sigaud deu um atestado declarando que podia voltar aos estudos. Segundo o doutor, era problema de vermes. Reginaldo era alegrinho, bom cantor, bom jogador de futebol, bem comportado. Em setembro de 62 seus pais foram avisados que ele não podia continuar no seminário em 63 por causa da sua dificuldade nos estudos, apesar de boas qualidades. Não foi logo para casa para não perder o ano. Ele mesmo foi preparado por mim para enfrentar essa dura realidade. Chorou muito. À noite de 24/11, após um filme no refeitório, sofreu outra convulsão. Socorrido, ele se recuperou. Foi dormir. Mas, já na cama, um colega notou que ele não estava bom. Chamou o Diretor, Pe. Negri, Pe. Vieira e o Pe. Zulian. Imediatamente eu e o Pe. Furlani pegamos a condução, que estava na Pedrinha para levar no dia seguinte o Pe. Vieira para Aparecida, e fomos atrás do doutor e dos pais do Reginaldo. Estava chovendo muito. Tivemos que parar um bom tempo na passagem de um córrego transbordante logo após o Fazendão. Rezamos um terço. A chuva parou. Arriscamos atravessar e conseguimos. Acordamos primeiro o doutor em Guaratinguetá. Depois fomos ao Bairro de Santa Teresinha, em Aparecida, buscar o Sr. Luís Oliveira. Nesse meio tempo, Reginaldo piorou. Pe. Furlani deu ao menino a unção dos enfermos. Pe. Francisco Vieira ficou ajudando, junto com alguns seminaristas. Ele faleceu serenamente às 0:10 do dia 25/11/62, disse-nos o Pe. Zulian. Ao chegar, ali pela uma hora o médico, constatou que havia morrido de edema pulmonar.
Veja a crônica escrita pelo juvenista Antônio Benedito Martins, colega de curso do falecido: “Georgino Ribeiro (Zoza) nosso cozinheiro, Pe. Vieira e outros amigos da Pedrinha ajudaram a preparar o corpo. Às 5 horas da manhã o corpo de Reginaldo já estava na capela do SRSA. O velório se estendeu até as 16 horas. Durante todo o dia muitos amigos da família desfilaram diante do caixão rezando e trazendo as condolências. Pe. José Oscar Brandão, Pe. José Rodrigues de Souza, os prefeitos e professores do SRSA prestaram total solidariedade. José Borges Ribeiro e outros amigos de Aparecida ajudaram demais, nos preparativos do funeral e dos papéis necessários.
Às 16 horas houve Missa de Corpo Presente (em latim) celebrada pelo Pe. Silvério Negri e assistida pelos padres, irmãos coadjutores e muitos parentes e amigos da família enlutada. Carregamos o féretro em procissão com todos os seminaristas do Pré e do SRSA.
Os pais do Reginaldo, no dia do enterro, mostraram muita conformidade, embora com muita dor. Entretanto, alguns dias depois, apareceram algumas críticas sobre o diagnóstico do Dr. Sigaud e sobre o modo como ele cuidou do caso, justamente por seu um médico muito respeitado em Guaratinguetá e em Aparecida.
PADRE SILVÉRIO
NEGRI CSsR+
Além de muito inteligente jogava muita bola. Infelizmente faleceu numa noite de grande tempestade, riacho transbordou e não conseguiu chegar à Santa Casa. Sebastian Baldi
Foi meu colega em Pedrinha e se minha memória ainda me ajuda , seu óbito deu-se em 1962, ano em chegamos em Aparecida . Permaneceu conosco pouco tempo , mas ficou em nossas lembranças . Que esteja em paz.  Vágner Gaspar
                               

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. JUVENAL MARTINS RATTO CSsR

PE. JUVENAL MARTINS RATTO CSsR 
+ 25 de NOVEMBRO 1982 
Era paulista de Mogí das Cruzes, onde nasceu a 13 de novembro de 1911. Aos doze anos ingressou no Seminário Santo Afonso, de Aparecida- SP. Em 1931 fez o seu noviciado em Pindamonhangaba, onde professou a 26 de abril do ano seguinte. Os estudos de Filosofia e Teologia ele os fez em Villa Allende (Argentina, sendo ordenado em Tietê a 24 de janeiro de 1937. Até 1941 trabalhou em Goiânia e Aparecida, como cooperador. Dedicou- se depois à vida missionária nos Estados de São Paulo, Goiás e Rio Grande do Sul, tendo pregado perto de 100 missões. Durante vários anos exerceu, com muita dedicação, o cargo de Procurador Provincial. De ótima saúde, Pe. Martins foi sempre um Redentorista de grande atividade. Como Procurador, atento e minucioso, nada esquecia, preocupado em tudo prever para o bem da Província. Como missionário não se poupava, e soube aproveitar bem de sua saúde e da força de sua voz nas pregações. Ótimo confrade, sempre alegre e disposto, tanto para o trabalho, como para as festas, passeios e recreações. Nos seus últimos anos pouco pôde trabalhar, devido à sua saúde que começou a cair quase de repente. Mesmo assim não descuidava suas notas e apontamentos. Basta lembrar que na sua ficha pessoal, do Arquivo Provincial, acrescentou ao formulário já de quatro páginas, outras quatro, anotando pormenores dos seus trabalhos de missionário e procurador.(*) Membro da comunidade de Sacramento-MG em 1982, embora não fosse homem de se preocupar muito com sua saúde, acabou convencendo-se da necessidade de um tratamento em São Paulo. Tudo foi feito para impedir que uma grave infecção continuasse a lhe minar as forças. Mas já era tarde. E no dia 25 de novembro ele faleceu repentinamente em nossa casa do Jardim Paulistano, em São Paulo. Estreou como primeiro redentorista sepultado no jazigo da Província, no Cemitério Getsêmani, em São Paulo. (Arquivo Provincial) 
CERESP 
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP 
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam) 
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR 
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

quarta-feira, 24 de novembro de 2021

ELES VIVERAM CONOSCO - ANTÔNIO BICARATO, OBLATO REDENTORISTA E ANTIGO SEMINARISTA

 ANTÔNIO BICARATO, OBLATO REDENTORISTA 

E ANTIGO SEMINARISTA

+24 DE NOVEMBRO 2014
Morreu em 24/11/14, o Oblato Redentorista Antônio Bicarato, aos 74 anos. Seu Toninho, como era conhecido, trabalhava desde 2011 na sede da CNBB, em Brasília, inicialmente como auxiliar de administração e, em seguida, como revisor de textos. Em nota de pesar, o secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner, destacou que "Toninho, oblato redentorista, dedicou sua vida e seus dons com generosa fidelidade à Igreja, na oração diária da Liturgia das Horas e do Rosário de Nossa Senhora, na dedicação aos mais pobres, na educação da família e na pronta disponibilidade para servir. Na CNBB, passaram por suas mãos boletins de notícias, documentos, comunicados e tantas importantes publicações que animaram e colaboraram com a ação evangelizadora da Igreja no Brasil". Toninho estava em tratamento contra um câncer no pâncreas, descoberto em outubro passado. O sepultamento ocorreu em São José dos Campos (SP). Viúvo, deixou cinco filhos e duas netas. Na Província de São Paulo, entre diversas colaborações, trabalhou na Editora Santuário.
29/01/2013
Chove a noite toda. “Acho que começou a estação das águas”, pensou. Até seria bom chover assim. Uma chuva mansa e criadeira. Chuva-mãe. Chuva-prenhe. É dessa chuva que nascem as flores e os pensamentos bons. É como se Deus lançasse um véu sobre a terra. Véu tipo véu mosquiteiro de berço. Véu que protege. Vou caminhando pelas ruas lavadas e as árvores como que agradecendo fazem tapetes amarelos, rosas, roxos, brancos…
Ah! como é preciso agradecer! Pelos tons da minha vida, pela rotina encantadora de Deus renascendo em mim e na natureza.”
O artigo acima é inspiração do nosso estimado Bicarato que nos deixou e foi viver na eternidade ao lado de sua sempre querida Benê!
Vejam a bela série de seus artigos, frutos de grande sensibilidade de alma pura!
Fique com Deus para sempre caro amigo e colega e receba nossas plenas orações para esse caminho que passou a trilhar!
DESCANSE EM PAZ! Antônio Ierárdi Neto
Antonio Bicarato foi um dos meus grandes amigos no seminário. Foi meu professor de desenho e me colocou como desenhista da revista maior do seminário, a Redemptio,  tenho lá muitos desenhos. Até hoje uso os seus ensinamentos quando preciso desenhar algo com perspectiva. Tinha a minha idade.Uma das pessoas mais queridas que tinha no seminário. Ele me ensinou a desenhar e uso até hoje os seus ensinamentos e passo para frente. Ele plantou e deu frutos. Estou muito triste, minhas lágrimas tem um grande motivo. Perdemos um grande amigo, sem fanatismo, sem preconceito, e o ex que não deveria ser ex nunca. Mas na vontade de Deus, ninguém interfere. Ele está com sua esposa querida a Bene, ambos nos braços de Deus.Abner 
Fiquei sabendo as dezesseis horas e fui até o cemitério participei da missa de corpo presente celebrada pelo Pe Rogério das Neves (amigo particular do Bicarato) e concelebrada pelo Pe Ferdinando juntamente com o Diácono chanceler da Cúria Gerardo Paschoale. È mais um amigo que vai pra junto de Deus receber seu premio pois cumpriu sua missão com muito amor.José Hélio Reis 
Que pena pela perda da companhia dele; mas que bom, pois completou sua caminhada, e dignamente. Adeus.Antônio Cláudio Ferreira



Uma vez Redentorista sempre Redentorista, por ocasião de minha meu exame na filosofia o tema da redação foi: "Floresça onde Deus te colocou mesmo que seja sobre uma rocha". Muitos passaram pelo seminário mas quis Deus que florescessem em outros jardins. Abraços a todos. José Hélio dos Reis 
Queria falar sobre o Bicarato, fomos contemporâneos, ele mais novo, encontramo-nos em troca de turmas. Tivemos a felicidade de conviver por muitos anos na sociedade de Guaratinguetá, era respeitado, pessoa íntegra, sua esposa Benê, amiga de minha irmã Margarida, era doce, exemplo de fidelidade e fé. Seus filhos eram amigos dos meus filhos. Registro somente única divergência acontecida em um encontro da Uneser. Referindo-me ao padre Pereira, meu primeiro diretor, fiz comentários onde demonstrava frustrações em nosso relacionamento pregresso, coisas que guardo até hoje, ele não gostava de mim e sempre lutou pela minha exclusão do seminário em contraponto ao padre Ribolla. Bicarato se exaltou e não admitiu que eu continuasse a denegrir, a seu ver, essa pessoa que lhe era muito cara. Calei-me em nome do grande apreço que lhe dedicava e dedico para sempre.Alexandre Dumas 
Você, Dumas, sempre mostrando a grandeza de sua alma Quando entrei no seminário, o padre Ribola era diretor. Um dia fiz uma traquinagem e ele me deu uns tapas na orelha, que fiquei uns cinco dias com um zumbido de mil abelhas na cabeça.. Chorei bastante, pois era bem novo e estava ainda aprendendo a ser seminarista, e pensava nas surras que minha mãe me dava eram bem melhores. Agradeci a Deus quando ele saiu e foi ser provincial. Mas ele não largou de meu pé.; Um dia ele esteve lá e queria me mandar embora, mas não queria ter a responsabilidade do ato. Queria que eu pedisse demissão. Não pedi. O padre Vieira foi diretor no lugar dele. e foi o meu melhor amigo.Abner
Abner Ferraz de Campos , mudando o nome Ribolla por Pereira, eu poderia aproveitar seu texto "in totum" para relatar caso semelhante acontecido comigo. Respeitando, porém, este espaço dedicado ao Bicarato, contarei minha história em ocasião mais propícia.Alexandre Dumas

terça-feira, 23 de novembro de 2021

ELES VIVERAM CONOSCO - VENERÁVEL PE. PELÁGIO SAUTER CSsR

VENERÁVEL PE. PELÁGIO SAUTER CSsR

+23 de NOVEMBRO 1961 

“Canonizado” pelo povo goiano como o “apostolo de Goiás”, Pe. Pelágio nasceu na Alemanha a 9 de setembro de 1878. Tinha 15 irmãos, dos quais um, de nome Gaspar, também se fez redentorista. Professou em 1902, sendo ordenado em 1907; e em 1909 chegou ao Brasil. Sua vida foi então, quase toda em Goiás, onde trabalhou como missionário, vigário, distinguindo-se sempre por uma extraordinária dedicação aos pobres e doentes. Sua simplicidade no trato com todos, sua piedade sincera, aliada a uma grande caridade para com os necessitados, foram a causa da veneração com que era procurado e acolhido em toda parte, nos 49 anos que trabalhou em terras goianas. Como missionário foi realmente incansável, tendo percorrido quase todo o Estado de Goiás, sempre no lombo...da sua condução. Como Vigário de Trindade, deu grande impulso ao movimento religioso do Santuário; mas se ele se tornou tão popular e querido por todos, foi devido à dedicação com que atendia os mais pobres e sofredores. De grandes distâncias vinham os caboclos a procura de uma palavra sua, sempre acompanhada de uma benção que ninguém dispensava, como forte e até miraculosa. Na comunidade ele era o confrade que todos estimavam, principalmente quanto a idade já avançada o prendia mais em casa. Alegre e disposto, sabia animar os recreios ou uma prosa com velhas histórias, marcadas de saudade, das suas andanças pelo sertão goiano. Nos seus últimos cinco anos, seu apostolado foi sempre com os doentes que o solicitavam, atribuindo à sua bênção curas extraordinárias. Indo, certo dia, visitar um pobre, apanhou muita chuva pelo caminho, sobrevindo-lhe depois um resfriado muito forte. Com as forças já combalidas, esse foi apenas o início de outras complicações que o levariam à Santa Casa de Goiânia. Após uma semana de sofrimento, sempre rezando e assistido .pelos confrades, faleceu a 23 de novembro de 1961, levando para eternidade mais de 50 anos vividos para a gloria de Deus e bem das almas. Por ocasião da sua morte, houve em todo o Estado, luto oficial de três dias, e ponto facultativo em Goiana, no dia do seu enterro. Este foi acompanhado por umas trinta mil pessoas, todos querendo tocar seu corpo com objetos de devoção ou com flores. Com muito jeito, alguém chegou a lhe cortar um pedaço da batina — como preciosa relíquia.
NOTA:Desde 1997 está introduzido em Goiânia seu processo canônico de beatificação, cujo vice-postulador da causa é nosso estimado Padre Clóvis de Jesus Bovo, missionário redentorista, que mantém um portal diário em honra deste servo de Deus. No dia 7 do mês de novembro de 2014, o Papa Francisco reconhece pela Santa Sé o processo desde então deste Servo de Deus que passa ser VENERÁVEL. Parabéns, Padre Clóvis pela sua incansável luta. Em breve tempo veremos beato nosso venerável Pe.Pelágio e, principalmente Goiás que o consagrou seu APÓSTOLO, o terá logo logo em seus altares como SANTO!(Ierárdi)
(https://www.facebook.com/pepelagiosauter/).
Dia 7 de novembro de 2014 o Papa Francisco, assinou o decreto proclamando as virtudes heroicas do servo de Deus, Padre Pelágio Sauter, recebendo o título de Venerável. Este título é o resultado da fase mais importante, mais trabalhosa e mais exigente de uma causa de canonização. É como o alicerce de uma construção. Em cima dele vão se erguendo os outros andares: beato, santo, intercessor, modelo de virtudes, glorificado na terra e no céu. O milagre exigido pela Igreja é apenas para confirmar o que foi dito sobre suas virtudes. Esse título abre caminho para se continuar as pesquisas sobre sua vida. Qualquer profissão ou carreira neste mundo exige uma porção de etapas ou degraus da escada que leva até a formatura! Coisa semelhante acontece quando se quer canonizar alguém. Cabe-nos agora conhecer melhor este modelo de santidade que a Igreja nos propõe para ser imitado. Ao invocá-lo ou ao falar dele, acrescentemos sempre seu novo título de Venerável.
PADRE CLÓVIS DE JESUS BOVO CSsR
Vice-Postulador da Causa
Venerável Padre Pelágio CSsR

ELES VIVERAM CONOSCO - Irmão Vidal Vieira de Campos, C.Ss.R.

Irmão Vidal Vieira de Campos, C.Ss.R.
(*)09.12.1942 - (+)23.11.2019

Faleceu  o irmão Vidal Vieira de Campos, missionário redentorista. Ele estava com 77 anos e faleceu nas dependências da comunidade do Noviciado, em Tietê (SP). 

Irmão Vidal completou, em 2019, 55 anos de profissão religiosa. 
Irmão Vidal faleceu aos 77 anos, depois de 55 anos de vida consagrada. Nascido em Sorocaba (SP), irmão Vidal professou os seus votos na congregação no dia 02 de fevereiro de 1964 e a profissão perpétua no mesmo dia em 1970. Ao longo de seu ministério, o missionário exerceu diversas atividades, sempre com muita disponibilidade e solicitude. Irmão Vidal foi um verdadeiro irmão dos confrades, sempre serviçal e alegre. Humilde e de boa convivência, aceitou, com paciência e sem reclamar, a limitação que possuía na audição. Nos últimos anos, conviveu na comunidade de Tietê, servindo como sacristão na Igreja Santa Teresinha, onde veio a falecer no dia 23 de novembro, após ter servido como sacristão nas missas da tarde e da noite. Nesta missa da noite, após a coleta, dirigiu-se para o quarto e como demorava a retornar, foi procurado por um dos noviços, que o encontrou caído no chão, já sem vida. Veja por onde o missionário exerceu seu ministério: 
De 1964 a 1966, na Penha em São Paulo, porteiro, sacristão, auxiliar de cozinha. 
De 1967 a 1976, em São Paulo (Jardim Paulistano), porteiro, secretário paroquial e sacristão. 
De 1977 a 1979, em Aparecida, no Seminário Santo Afonso, serviços gerais e porteiro. 
De 1980 a 1984, em São João da Boa Vista-SP, sacristão. 
De 1985 a 1989, em Aparecida-SP, no Seminário Santo Afonso, colaborava na pastoral vocacional do Santuário de Aparecida. 
Em 1990 e 1991, São Paulo (Jardim Paulistano), sacristão e correios. 
Em 1992, em Tietê-SP, sacristão. 
De 1993 a 2005, São Paulo (Jardim Paulistano), sacristão e correios. 
De 2006 a 2008, em São João da Boa Vista-SP, sacristão auxiliar. 
Em 2009, em Tietê-SP, sacristão. Viveu também no Seminário São Geraldo, em Sorocaba-SP, auxiliando na formação e administração. 
Como Missionário Redentorista, Irmão Vidal volta à Casa do Pai para receber a Coroa que foi prometida àqueles que perseverarem na fé e na vocação. No dia em que celebramos solenemente, aqui na terra, Jesus Cristo Rei do Universo, seus restos mortais serão levados para o Cemitério de Tietê, após missa concelebrada pelos Padres e Irmãos redentoristas, com participação dos familiares e dos fiéis. A Missa de corpo presente aconteceu às 14h30, na igreja Santa Teresinha, e o enterro, às 16h00. Com Deus, para sempre, Ir. Vidal! Que a Mãe do Perpétuo Socorro, São Geraldo Majella e os Santos Redentoristas o acolham no Céu! E de lá, interceda por nós!