sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

PALAVRA DO PROVINCIAL REDENTORISTA-SP

Pe. Inácio Medeiros CSsR
Confrades, irmãos e irmãs,
saudações

As festas de natal e ano novo estão se aproximando. Neste período, muitos tiram dias preciosos de descanso e convivência com seus familiares e amigos mais próximos.
É importante que não nos descuidemos, porém, daqueles que pedem de nós uma atenção mais acentuada como nossos doentes e idosos. Isso é obra de misericórdia!

Pedido de oração
Rezemos e cuidemos de nossos idosos e doentes, presentes em nossas comunidades.
De modo especial, peço a oração de todos pelo Pe. Viana que mora e trabalha em Rondônia. Ele está passando uma temporada junto aos seus familiares em Piracicaba (SP). Há poucos dias sofreu mais um AVT (Acidente Vascular Transitório). Foi medicado, está sendo acompanhado pelos médicos e realizando diversos exames necessários para avaliar bem o seu quadro clínico.
Peço também as suas orações pelo Pe. Renato Savassa, nosso querido "Sucata". Ele está hospitalizado em São Paulo, no Hospital Paulistano, realizando alguns exames médicos que foram solicitados.

Obrigado pela atenção!

Fraternalmente,
CONGREGAÇÃO DO SANTÍSSIMO REDENTOR
Pe. Inácio Medeiros
Superior Provincial

Tel. 11 4890-2980

PADRE FRANCISCO LENINE VIANA FILHO CSsR

PADRE RENATO SAVASSA CSsR

ELES NOS PRECEDERAM E VIVERAM CONOSCO - PE. ORLANDO LINO DE MORAIS CSsR E IR. PEDRO (LUSNICH) CSsR

PE. ORLANDO LINO DE MORAIS CSsR 
+16 de DEZEMBRO 1924 
O primeiro Redentorista brasileiro (dos nossos) chamado por Deus à gloria eterna. Era de Bonfim (Fazenda “Sozinha”) em Goiás, tendo nascido a 23 de setembro de 1888. Tímido, acanhado desde criança, assim ele foi a vida toda. E quase não sabia chorar. Já no Juvenato de Aparecida, foi o único que não conseguiu chorar, quando o velho diretor Pe. Valentim se despediu dos juvenistas, ao deixar o cargo. Recebeu o hábito a 3 de maio de 1906; durante o noviciado foi dispensado de fazer meditação em voz alta, como faziam seus companheiros, devido a sua insuperável timidez. Professou em 1908, partindo no ano seguinte para Gars (Alemanha) como um dos quatro primeiros estudantes brasileiros. Mas em 1911 teve de voltar, por motivo de doença. Tratou- se em Aparecida, e após alguns meses, regressou a Gars, sendo ordenado em 1912. Sem qualquer ouvido musical não pôde cantar sua primeira Missa; somente a rezou na Capela do convento. Em setembro do ano seguinte, chegaram da Alemanha os quatro primeiros redentoristas brasileiros, ficando Pe. Orlando em Aparecida, como professor do juvenato. Transferido depois para a Penha, aí ficou pouco tempo, indo em 1921 iniciar a fundação de Pelotas. Esta foi abandonada, e Pe. Orlando permaneceu em Cachoeira do Sul como missionário. Dedicado e escrupuloso, fazendo questão de acompanhar no trabalho os colegas mais sadios e vigorosos, acabou prejudicando sua saúde que já não era das melhores. Teve, por isso, que voltar para Aparecida, anêmico, e com sintomas de tuberculose. A 5 de maio de 1919, fora ele nomeado Bispo de Porto Nacional. Virtude para aceitar o cargo ele tinha; mas teve ainda mais virtude para renunciá-lo. E a renuncia, aceita pela Santa Sé, foi anunciada à comunidade, na hora do jantar, com recreio à mesa. Pe. Orlando reconhecia suas limitações, principalmente quanto à sua saúde. Em Aparecida, apesar de cada vez mais fraco, procurava trabalhar como os demais confrades. Mas seus dias iam chegando ao fim. A 7 de dezembro de 1924, sentindo que a morte já estava próxima, arrastou-se com dificuldade ao quarto do Superior, Pe. Francisco Wand, e pediu-lhe a bênção para morrer. P. Francisco lhe disse: “Nem hoje, nem amanhã que é dia de festa, e de muito trabalho; espere um pouco”. No dia 16, oitava da Imaculada Conceição, ele voltou ao quarto do Superior, pedindo novamente a licença “para viajar”. — Agora sim — respondeu Pe. Francisco. O enfermo voltou a seu quarto, e entrou em agonia. Após algumas horas faleceu nos braços do enfermeiro Irmão Carlos, que o tinha como um santo. Poucos dias antes da sua morte, Pe. Francisco que bem conhecia a virtude do seu súdito, pediu-lhe que, chegando aos céus, lhe mandasse um conto de reis, para pagamento de uma dívida urgente da Basílica. Após o enterro do Pe. Orlando, uma senhora desconhecida apresentou-se no convento, entregando ao Superior uma rosa feita com cinco notas de duzentos mil réis, cada. Não foram poucas as pessoas que, após a morte de nosso confrade, falavam de graças alcançadas por sua intercessão. E para a nossa Província, não terá sido uma graça o exemplo de virtude que esse o confrade nos deixou?  
IR. PEDRO (LUSNICH) CSsR 
+16 de DEZEMBRO 1968 
Era de Araraquara, onde nasceu a 16 de julho de 1912. Freqüentando sempre a nossa igreja (Santa Cruz) travou amizade com os nossos, e acabou ingressando na C.Ss.R. em 1949. Professou em 1955, trabalhando depois em Tietê, Jardim Paulistano, Penha e Campinas (GO) — Alegre e brincalhão, Irmão Pedro sabia ser dedicado ao trabalho, e atencioso com todos. Enfermeiro de diversos confrades (PP. Agostinho e Antão entre outros) cuidava de tudo, para que nada lhes faltasse, com muita paciência e caridade. Atrás do seu modo, às vezes um tanto rude de tratar, escondia um coração reto, bem intencionado e serviçal. Foi em dezembro de 1968, que ele resolveu ser operado de hérnia e apêndice, coisa que já vinha protelando, fazia tempo. No dia 10 foi operado em nosso Hospital da Penha, e estava se restabelecendo normalmente, mas dias depois, manifestou-se a diabete, e de maneira incontrolável. Lúcido e até alegre, ele não percebeu a gravidade do caso. Mas, diante da movimentação dos médicos, sua experiência de enfermeiro o convenceu de que era chegado o fim. Recebeu os últimos sacramentos, para falecer a 16 de dezembro de 1968. A seu lado estavam os confrades, e sua mãe, que se mostrou muito conformada e corajosa.
CERESP

Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. GUILHERME SÔNEGO CSsR

PE. GUILHERME SÔNEGO CSsR
+15 de DEZEMBRO 1969 
Nasceu em Santa Cruz do Rio Pardo e contava, entre seus irmãos, três padres, e duas religiosas. No Juvenato (Aparecida) mostrou-se “piedoso, obediente, sincero e de um gênio forte”. Professando a 2 de fevereiro de 1945, estudou em Tietê, e foi ordenado em 27 de dezembro de 1949. Durante 16 anos trabalhou no setor de Formação, como Diretor nos Seminários de Aparecida, Passo Fundo e Goiânia. Dedicado no trabalho, exato e responsável em tudo, sempre soube ganhar a confiança dos seminaristas que nele viam o religioso alegre, piedoso e trabalhador.(*) Deixando a formação, passou a integrar a equipe missionária de Araraquara. Com seu zelo, piedade sincera e grande disposição, muito prometia realizar no trabalho das missões. Mas sua saúde não correspondeu. Um reumatismo infeccioso foi minando suas forças, e logo o coração também começou a apresentar falhas. À força de muito tratamento, dava a impressão de ter recuperado a saúde. No entanto, a 15 de dezembro de 1969 seu coração parou definitivamente. Era o último dia do seu Retiro anual. À noite, deitando-se para dormir, repousou in sommo pacis. Foi o que constataram os confrades, quando o procuram no dia seguinte. 
(*) Foi o fundador e primeiro diretor do Pré-Seminário da Pedrinha. Em Aparecida, enfrentou os primeiros anos de instalação do Seminário Santo Afonso no prédio novo. Também em Pinheiro Marcado e em Goiânia foi o diretor corajoso e trabalhador da construção e mudanças dos seminários. (nota do editor)
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

MINHA NOTA: Padre Sônego recebeu-me no SRSA em Aparecida, 1958, após 1 ano que estive no PRÉ-SEMINÁRIO da Pedrinha com o Padre Brandão. Ele era sisudo!Apenas um olhar seu me transmitia o respeito aos regulamentos. Baixinho, mas bem maior que eu, o Tampinha. Tratou-me de um pequeno problema de saúde que muito me beneficiou no momento. Pelo que me lembro, não foi professor, apenas diretor e administrador do Seminário Santo Afonso.
DESCANSE EM PAZ, PADRE AMIGO! (IERÁRDI)

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

ELES VIVERAM CONOSCO - PE. GERALDO AFFONSO BONOTTI CSsR

PE. GERALDO AFFONSO BONOTTI CSsR
+13 de DEZEMBRO  2002 
Nasceu na Penha, em S.Paulo, no dia 16de agosto de 1917. Eram seus pais: André Bonotti e Geni Tommasi Bonotti Fez seus estudos primários no Colégio S. Vicente, na Penha, e no Liceu N.S.Auxiliadora, de Campinas SP. Entrou para o Pré Seminário de Pindamonhangaba, em 06.07.1929 Em abril de 1930 passou para o Seminário S. Afonso, em Aparecida, onde completou o curso em dezembro de 1935. Fez o Noviciado em Pindamonhangaba, durante o ano de 1936, onde fez a Profissão Religiosa na CSSR a 02.02.1937. O Seminário Maior foi feito em Tietê. Ali fez a Profissão Perpétua a 02.02.1940. Foi Ordenado Sacerdote em S.Paulo, na Igreja de S. Efigênia (Catedral Provisória), em 08.12.1941, por Dom José Gaspar da Fonseca e Silva, Arcebispo de S.Paulo. Celebrou sua Primeira Missa Solene, na Matriz da Penha, em 14.12.1941. Deixou o Seminário Maior em janeiro de 1943, iniciando seu apostolado como Professor no Seminário S.Afonso. Em 1945 foi transferido para Goiás, para ser professor no Pré Seminário de S. José Trabalhava também na Paróquia. Em 1948 foi trabalhar na Igreja de S. Cruz, em Araraquara. De 1949 a 1952 esteve novamente como Vigário Cooperador em Aparecida. Em 1953, no primeiro semestre, fez, em Pindamonhangaba, o 2º Noviciado. Aí continuou o resto do ano, como Missionário. De 1954 a 1956 morou em Araraquara, como Missionário. De 1957 a 1969 trabalhou no Seminário S.Geraldo, na formação dos futuros Irmãos. Desde março de 1970, mora no Convento da Basílica, em Aparecida, dedicando-se ao atendimento dos romeiros. Em 08.12.1991 celebrou no Seminário S. Afonso, em Aparecida, o Jubileu de Ouro de Sacerdócio. Pe. Geraldo tinha mais dois irmãos Redentoristas: Pe. Mário Antonio Bonotti e o falecido Pe. Artur Natale Bonotti. No dia 02.02.1997 celebrou 60 anos de Profissão Religiosa. Dia 08.12.2001 celebrou seu Jubileu de 60 anos de Sacerdócio. Nos últimos tempos estava com a saúde muito combalida. Faleceu na manhã de 13.12.2002, no Hospital em Guaratinguetá. Sepultado em Aparecida, no dia 14.12.2002, depois da missa de corpo presente no Santuário Nacional. Estava com 85 anos de idade, 61 anos de Sacerdócio e 65 anos de Vida Religiosa.
CERESP

Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

ELES VIVERAM CONOSCO - DOM JUVENAL RORIZ CSsR

DOM JUVENAL RORIZ CSsR
+13 de DEZEMBRO 1994 
Dom Juvenal Roriz, arcebispo emérito de Juiz de fora – MG, nasceu em Goiás – GO, antiga capital do Estado, a 12 de outubro de 1920. Eram seus pais Nazareno Roriz e Bárbara Lobo Roriz. Entrou para o Pré-Seminário de Pindamonhangaba a 11 de junho de 1932. No dia 05 de janeiro de 1934 passou para o Seminário Santo Afonso, em Aparecida – SP. Durante o ano de 1939 fez o noviciado em Pindamonhangaba, onde também fez a profissão religiosa na C.Ss.R. a 02 de fevereiro de 1940. O Seminário Maior foi feito em Tietê, de 1940 a 46. Foi ordenado sacerdote em São João da Boa Vista – SP por Dom Manuel da Silveira D’Elboux, Arcebispo de Ribeirão Preto – SP. Iniciou sua vida apostólica como vigário coadjutor em Aparecida – SP. A 06 de novembro de 1947 viajou para Roma, onde laureou-se em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana. Regressou ao Brasil no segundo semestre de 1950.(P 1 P) Até 1953 foi professor de Filosofia, no Seminário Maior de Tietê e Sócio dos Estudantes.(P 2 P) De 1953 a 1956 morou em Roma, como Secretário do Pe. Geral e Vice Procurador Geral. Regressando ao Brasil, retomou suas aulas de Filosofia. Em 1958, no primeiro semestre fez o 2º noviciado, em Pindamonhangaba, preparando-se para as Missões Populares. Pregou missões em vários Estados do Brasil. De 1960 a 1962 foi pároco da 1ª paróquia redentorista de Brasília – DF, retornando depois às missões. Em 1964 foi nomeado o 1ºP PVice-Provincial da Vice-Província de Brasília, ficando nesse cargo até 28 de outubro de 1966, quando foi nomeado, pela Santa Sé, Prelado de Rubiataba, em Goiás. Em Rubiataba trabalhou muito para organizar a Prelazia. A 15 de agosto de 1967 foi nomeado pelo Papa Bispo titular de Lemelefa, sendo ordenado bispo pelo Sr. Núncio Apostólico Dom Sebastião Baggio, no dia 11 de outubro de 1967. Tomou posse em Rubiataba na qualidade de Bispo-Prelado. A 13 de maio de 1978 foi nomeado Arcebispo de Juiz de Fora MG. Enquanto era Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Roriz teve um enfarte, em Itaici, ao participar da Assembléia Geral da CNBB. A 07 de julho de 1990 o Papa João Paulo II aceitou o pedido de renúncia de Dom Roriz ao governo pastoral da Arquidiocese. O Arcebispo Emérito foi morar em Goiânia, em um apartamento. Nos últimos tempos Dom Roriz estava sofrendo da vista e já não enxergava bem. Participou com entusiasmo dos festejos do Centenário, em Aparecida, de 28 a 30 de outubro de 1994.(P 3 P) Mas Dom Roriz sentia que não estava bem. No dia 12 de dezembro, os médicos acharam que deviam operá-lo novamente do coração. No dia seguinte, durante a cirurgia, ele não resistiu e veio a falecer. Dom Juvenal Roriz criou a Vice-Província de Brasília e acompanhou seu crescimento até tornar-se Província de Goiás. Ele fez da Igreja de Rubiataba uma Igreja Missionária e alegrou-se com a transformação da Prelazia em Diocese. Aí teve que construir tudo: patrimônio, formar o clero, arranjar religiosas, cuidar do Seminário Diocesano, etc. Ele deixou para a Igreja o Instituto Missionário Mãe de Deus, que depois se tornou Sociedade de Vida Apostólica. Dom Juvenal Roriz foi sepultado em Rubiataba a 14 de dezembro de 1994. Estava com 74 anos de idade, 54 de Profissão Religiosa, 48 de sacerdócio e 27 de episcopado.(P 4 P) (Arquivo Provincial) 
(P 1 P)Dom Roriz foi o primeiro membro da Província a alcançar oficialmente o título de doutor. (nota do editor) 
(P 2 P)Sócio dos Estudantes era o título que se dava, na época, ao auxiliar do Prefeito dos Estudantes, o responsável primeiro pela formação dos clérigos. ( nota do editor) 
(P 3 P)Era o Centenário da vinda dos Redentoristas para o Brasil. (nota do editor) 
(P 4 P)Dom Roriz, além de muito inteligente e vivo, era alegre, expansivo, brincalhão, irreverente mesmo, gostando de aprontar molecagens com as quais se divertia, dando boas risadas ao contá-las. Durante os anos que foi professor de Filosofia, empenhou-se na elevação do nível de formação de nossos clérigos. (nota do editor)
CERESP

Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

O ADVENTO


ALEXANDRE DUMAS PASIN DE MENEZES
E
DA.LUCY FRAUZINO MENEZES
"Quando virá, Senhor, o dia em que apareça o Salvador e se efetue a profecia nasceu do mundo o Redentor." 'RORATE COELI DESUPER ET NUBES PLUANT JUSTUM' O advento era uma época muito festejada no seminário, o Salvador nasceria e transformaria o mundo, tínhamos uma fé inabalável, Jesus na manjedoura nos trazia esperança e amor, o Natal era festejado, preferíamos o Jesus menino ao Jesus da Cruz, a semana santa era muito triste com retiros, reflexões e cânticos fúnebres. Viva o ADVENTO, que Jesus nos traga esperança de uma vida melhor e realização de nossos sonhos junto àqueles que mais amamos. 
Exato, Dumas, bem lembrado. . . deixou-nos saudade!!! João Geiger 
Caro Dumas, nossos tempos de Seminário...Quanta saudade.... aprendíamos a seguir verdadeiramente a doutrina de Cristo.... Como nos diz o sábio redentorista Pe.Luiz Carlos de Oliveira, do meu tempo de SRSA: "Não é bom voltar ao passado pelo passado mas nele buscar sua energia evangelizadora!"Ierárdi 
Tem razão! Aquele tempo agora é apenas um lindo sonho! Faço coro: "Aquele dia prometido, à antiga Fé de nossos pais, dia em que o mal será banido, mudando em risos nossos ais? Rorate coeli de super et nubes ..."Antônio de Lima 
Você ajudou-me a lembrar a segunda estrofe. Na Harpa de Sião, vejo registrada uma letra um pouco diferente " QUANDO VIRÁ SENHOR O DIA, QUANDO VIRÁ O SALVADOR, PONDO-SE TERMO À PROFECIA, QUE NOS PROMETEU UM REDENTOR ! " A Harpa de Sião que tenho é de procedência salesiana, registra sendo a terceira edição, 1953, data posterior a 1949, ano em que entrei no seminário. Dumas 
Por falar, tenho aqui a HARPA DE SIÃO, ed.1957, organizada pelo Padre João Batista Lehmann, que usava no SRSA e ainda de quebra um JUBILATE, de 100 CANTOS SACROS, para meio-soprano, tenor e baixo....harmonizados pelo Padre Frederico Mauté, S.J., ed.1951....QUEM CANTA REZA DUAS VEZES!!!! Ierárdi 
Verdade, o nosso Natal era muito especial. O Presépio montado pelo último ano que era uma espécie de despedida, pois iriam para o Noviciado.Muito festivo, muito conforto no coração e na alma. A semana Santa era bem triste, totalmente diferente. Tempo de penitência. Numa das Semanas Santas, o Pedrotti, aluno do sexto ou sétimo ano comandava a Via-sacra e na terceira queda de Jesus o Pedrotti disse todo constrangido: "Jesus cai da cruz pela terceira vez" O pessoal que acompanhava as orações, fez um minuto de silêncio e em seguida foi kkkkkkkkkkk que demorou um pouco para voltar a seridade.Abner
O Natal no Seminário era muito legal. Quanta lembrança boa. Nélson Félix Vianna

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Padre Alberto Pasquoto (Missionário Redentorista).

❤ "Sob esse manto do azul do céu, guardai-nos sempre no amor de Deus. Eu me entrego ao vosso amor, ó Mãe querida, do Salvador. ❤ Dai-nos a bênção, ó Mãe querida, Nossa Senhora Aparecida." 🙏 Na foto: Padre Alberto Pasquoto (Missionário Redentorista). 
Padre Alberto Pasquoto, eu me lembro de você quando era rapazinho, na sexta série, Deus o abençoe sempre! Abner
De fato, em 1956, ele estava na sexta série e eu tinha saído no final de 1955. Ele entrou em 1950 no Colegião e eu estava na segunda série. Lembro-me bem daquele garoto falando com sotaque italiano na fila da lojinha do padre Matos, onde comprávamos cadernos, lápis e outros pertences de escola. Chegando a sua vez, falou bem alto e carregando o sotaque : "PADRE MATOS, EU QUERO COMPRAR UMA BICANCA " Dumas

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

MEU PRESENTE DE NATAL

Pe. Flávio Cavalca de Castro, 
redentorista
Nas manhãs de Natal era bonito ver as crianças na sala, ou mais ainda na calçada. À ponta de um barbante, vinha o caminhãozinho vermelho e amarelo. No carrinho de vime, a boneca de olhinhos arregalados. Era uma alegria que nos ensinava aos poucos a alegria do Natal de Jesus entre nós. Não deixamos de gostar de presentes, e na certa esperamos de Deus algum neste Natal. E certamente virá. Quem sabe um tanto surpreendente e bastante diferente do que esperamos. Nosso Senhor é muito inventivo. E poderá, quem sabe, dar-nos tanto amor que comecemos a amar um tanto mais, e nos leve a nos entregar ao serviço dos outros, sem nada esperar em troca. Ou, quem sabe até possa nos dar o maior dos presentes, tomando-nos para si, e ocupando o primeiro lugar em nossa vida. Bom Natal para você!

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. WOLFGANG (JOÃO SCHECK)CSsR

IR. WOLFGANG (JOÃO SCHECK)CSsR
+1 de DEZEMBRO 1971 
Nasceu no natal de 1900, na Alemanha. Em 1923 professou na C.Ss.R. vindo logo para o Brasil. Trabalhou em diversas casas de nossa Província, sempre como homem dos sete instrumentos: cozinheiro, hortelão, encanador, mecânico, etc. Não era homem de ficar esperando pelo trabalho; era ele quem o ia pegar onde estivesse. Observante e piedoso, apesar de sempre ocupado, não se descuidava dos seus exercícios de piedade.(*) Nos últimos anos foi transferido para a Província de Porto Alegre, e continuou sendo, no seminário de Passo Fundo, o mesmo religioso dedicado ao trabalho e à oração. Foi aí que ele faleceu de repente, quando fazia a limpeza da caixa d’água da casa. Procurado pelos confrades, foi encontrado morto, dentro da caixa. Era o dia 1º de dezembro de 1971. 
(*)Durante vários anos foi cozinheiro do Seminário Santo Afonso, em Aparecida, sempre muito respeitado e admirado pelos seminaristas (nota do editor)
CERESP

Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

terça-feira, 29 de novembro de 2016

ELES NOS PRECEDERAM - PE. BENEDITO JOÃO DIAS CSsR

PE. BENEDITO JOÃO DIAS CSsR 
+29 de NOVEMBRO 1946 
Era de Campinas (GO) onde nasceu a 17 outubro de 1915. Veio para o Juvenato de Aparecida em janeiro de 1927, professando em 1934, indo, depois, iniciar seus estudos superiores na Argentina. Em janeiro de 1937 regressou, continuando a estudar no recém-inaugurado Seminário Maior de Tietê. Era 1938 (18 de dezembro), foi ordenado sacerdote, e nomeado professor do Juvenato em Aparecida. Inteligente, alegre e espirituoso, Pe. Dias foi sempre um ótimo confrade. Teria sido um grande missionário, com a simplicidade e espírito de fé que o caracterizavam. Sabia ler e estudar, com um faro bastante aguçado para escolher seus livros. Dotes literários não lhe faltavam: fantasia desenvolvida, linguagem fluente e até elegante. Mas foram outros os planos de Deus a seu respeito. Sempre muito magro, já nos primeiros anos, como professor no Juvenato, contraiu a tuberculose; e, quando ele o notou, seu estado já não era dos melhores. Foi, por isso, internado em Campos do Jordão, para um tratamento sério. Mas a enfermidade já havia avançado demais. Passou alguns anos no sanatório mas não resistiu, falecendo aos 31 anos, no dia 29 de novembro de 1946. Embora abatido, vendo sua vida chegar ao fim tão cedo, Pe. Dias soube aceitar com resignação a vontade de Deus. Meses antes da sua morte, agradecendo aos confrades os parabéns e orações pelo seu onomástico, ele escreveu: “Meus caros, a mão do Senhor me tocou. Sonhei com um túmulo glorioso, em pleno campo de batalha pelo Reino de Deus. Agora só peço a Deus que suscite em vocês todos aquele espírito que animou nosso Pai Santo Afonso... no trabalho e na salvação das almas. Só me resta dizer-lhes o que outrora dizia Jerônimo ao Bispo Agostinho: ... basta-me um cantinho no deserto, para terminar os meus dias, e fazer penitência dos meus pecados. Firmes, pois meus amigos, na melhor parte que vocês escolheram, sem olhar para o século e seus falsos profetas!”
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

ELES VIVERAM CONOSCO - IR. LUCAS (BERNARDO ARNOLD) CSsR

IR. LUCAS (BERNARDO ARNOLD) CSsR
+28 de NOVEMBRO 1953 
A portaria do Convento de Aparecida o conheceu durante quase 30 anos. Era de Ittenhausen (Alemanha) nascido a 13 de agosto de 1871. Professou na C.Ss.R. em 1895, vindo para o Brasil em 1902. Foi logo designado cozinheiro em Aparecida, e desempenhando o mesmo ofício, esteve depois em Goiás, até 1912, ano em que veio para a Penha, como porteiro. Em 1926 foi para a portaria de Aparecida, onde trabalhou até a sua morte. Um “fora de série” — esse foi o nosso Irmão Lucas. Com invejável equilíbrio, era um homem sempre alegre, e profundamente recolhido. Em todo o seu modo de falar e agir, via-se o justo que vivia intensamente ex fide. Impressionava a todos pelo seu recolhimento e piedade, mormente quando na capela, onde costumava passar seus momentos livres. De uma simplicidade infantil, era a caridade em pessoa, não só para com os confrades, mas principalmente para os pobres que sempre o importunavam na portaria. Para todos, além de alguma esmola, tinha sempre uma palavra de consolo, de alegria e de animação. Nunca estava ocioso, porque não esperava que o trabalho se apresentasse; era ele quem o procurava onde pudesse estar. A alegria, a paz interior que sempre o distinguiram, já aparecem numa carta que escreveu em 1909, ao Provincial da Alemanha. Entre outras coisas ele diz nessa carta: “Onze anos atrás meu cavalo disparou morro abaixo com a carroça cheia; o eixo quebrou, e a carroça passou por cima de mim. Mas Deus seja louvado, tanto no sofrimento como na alegria. Deus seja mil vezes bendito pela ótima saúde que me deu, pois não sinto absolutamente nada com a mudança de clima. Até agora não me arrependi de ter atendido ao chamado de Deus, para vir trabalhar aqui no Brasil; pelo contrário, nem sei como agradecer”. E ele soube muito bem agradecer com sua vida de oração e trabalho, durante os cinqüenta anos que viveu entre nós. No fim da vida, percebendo que já não podia mais trabalhar como antes, aceitou a última doença com a mesma paz e tranqüilidade com que se sempre viveu. Quando a 28 de novembro de 1953 a irmã morte apresentou para levá-lo à presença do Pai, ele a recebeu com a segurança do servo bom e fiel, certo da recompensa final.
CERESP
Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

ELES VIVERAM CONOSCO - REGINALDO SILVA – ANTIGO SEMINARISTA REDENTORISTA

REGINALDO SILVA ANTIGO SEMINARISTA REDENTORISTA
+ 25 Novembro 1962
No dia 25/11/62 tivemos uma grande tristeza! Morreu o seminarista aparecidense Reginaldo Silva, filho de Luís Oliveira Silva e Maria Mercedes Silva. Durante a semana santa ele tivera um ataque convulsivo. Foi mandado para a sua casa para tratamento. Após algum tempo, Dr. Sigaud deu um atestado declarando que podia voltar aos estudos. Segundo o doutor, era problema de vermes. Reginaldo era alegrinho, bom cantor, bom jogador de futebol, bem comportado. Em setembro de 62 seus pais foram avisados que ele não podia continuar no seminário em 63 por causa da sua dificuldade nos estudos, apesar de boas qualidades. Não foi logo para casa para não perder o ano. Ele mesmo foi preparado por mim para enfrentar essa dura realidade. Chorou muito. À noite de 24/11, após um filme no refeitório, sofreu outra convulsão. Socorrido, ele se recuperou. Foi dormir. Mas, já na cama, um colega notou que ele não estava bom. Chamou o Diretor, Pe. Negri, Pe. Vieira e o Pe. Zulian. Imediatamente eu e o Pe. Furlani pegamos a condução, que estava na Pedrinha para levar no dia seguinte o Pe. Vieira para Aparecida, e fomos atrás do doutor e dos pais do Reginaldo. Estava chovendo muito. Tivemos que parar um bom tempo na passagem de um córrego transbordante logo após o Fazendão. Rezamos um terço. A chuva parou. Arriscamos atravessar e conseguimos. Acordamos primeiro o doutor em Guaratinguetá. Depois fomos ao Bairro de Santa Teresinha, em Aparecida, buscar o Sr. Luís Oliveira. Nesse meio tempo, Reginaldo piorou. Pe. Furlani deu ao menino a unção dos enfermos. Pe. Francisco Vieira ficou ajudando, junto com alguns seminaristas. Ele faleceu serenamente às 0:10 do dia 25/11/62, disse-nos o Pe. Zulian. Ao chegar, ali pela uma hora o médico, constatou que havia morrido de edema pulmonar.
Veja a crônica escrita pelo juvenista Antônio Benedito Martins, colega de curso do falecido: “Georgino Ribeiro (Zoza) nosso cozinheiro, Pe. Vieira e outros amigos da Pedrinha ajudaram a preparar o corpo. Às 5 horas da manhã o corpo de Reginaldo já estava na capela do SRSA. O velório se estendeu até as 16 horas. Durante todo o dia muitos amigos da família desfilaram diante do caixão rezando e trazendo as condolências. Pe. José Oscar Brandão, Pe. José Rodrigues de Souza, os prefeitos e professores do SRSA prestaram total solidariedade. José Borges Ribeiro e outros amigos de Aparecida ajudaram demais, nos preparativos do funeral e dos papéis necessários.
Às 16 horas houve Missa de Corpo Presente (em latim) celebrada pelo Pe. Silvério Negri e assistida pelos padres, irmãos coadjutores e muitos parentes e amigos da família enlutada. Carregamos o féretro em procissão com todos os seminaristas do Pré e do SRSA.
Os pais do Reginaldo, no dia do enterro, mostraram muita conformidade, embora com muita dor. Entretanto, alguns dias depois, apareceram algumas críticas sobre o diagnóstico do Dr. Sigaud e sobre o modo como ele cuidou do caso, justamente por seu um médico muito respeitado em Guaratinguetá e em Aparecida.

PADRE SILVÉRIO NEGRI CSsR+
Além de muito inteligente jogava muita bola. Infelizmente faleceu numa noite de grande tempestade, riacho transbordou e não conseguiu chegar à Santa Casa. Sebastian Baldi



ELES VIVERAM CONOSCO - PE. JUVENAL MARTINS RATTO CSsR

PE. JUVENAL MARTINS RATTO CSsR 
+ 25 de NOVEMBRO 1982 
Era paulista de Mogí das Cruzes, onde nasceu a 13 de novembro de 1911. Aos doze anos ingressou no Seminário Santo Afonso, de Aparecida- SP. Em 1931 fez o seu noviciado em Pindamonhangaba, onde professou a 26 de abril do ano seguinte. Os estudos de Filosofia e Teologia ele os fez em Villa Allende (Argentina, sendo ordenado em Tietê a 24 de janeiro de 1937. Até 1941 trabalhou em Goiânia e Aparecida, como cooperador. Dedicou- se depois à vida missionária nos Estados de São Paulo, Goiás e Rio Grande do Sul, tendo pregado perto de 100 missões. Durante vários anos exerceu, com muita dedicação, o cargo de Procurador Provincial. De ótima saúde, Pe. Martins foi sempre um Redentorista de grande atividade. Como Procurador, atento e minucioso, nada esquecia, preocupado em tudo prever para o bem da Província. Como missionário não se poupava, e soube aproveitar bem de sua saúde e da força de sua voz nas pregações. Ótimo confrade, sempre alegre e disposto, tanto para o trabalho, como para as festas, passeios e recreações. Nos seus últimos anos pouco pôde trabalhar, devido à sua saúde que começou a cair quase de repente. Mesmo assim não descuidava suas notas e apontamentos. Basta lembrar que na sua ficha pessoal, do Arquivo Provincial, acrescentou ao formulário já de quatro páginas, outras quatro, anotando pormenores dos seus trabalhos de missionário e procurador.(*) Membro da comunidade de Sacramento-MG em 1982, embora não fosse homem de se preocupar muito com sua saúde, acabou convencendo-se da necessidade de um tratamento em São Paulo. Tudo foi feito para impedir que uma grave infecção continuasse a lhe minar as forças. Mas já era tarde. E no dia 25 de novembro ele faleceu repentinamente em nossa casa do Jardim Paulistano, em São Paulo. Estreou como primeiro redentorista sepultado no jazigo da Província, no Cemitério Getsêmani, em São Paulo. (Arquivo Provincial) 
(*)Pe. Juvenal Martins, por alguns anos dirigiu a Ed. Santuário e administrou o Hotel Recreio em Aparecida. (nota do editor)

CERESP

Centro Redentorista de Espiritualidade - Aparecida-SP
Pe.Isac Barreto Lorena C.Ss.R.(In memoriam)
Pe.Vitor Hugo Lapenta CSsR
Pe.Flávio Cavalca de Castro CSsR

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

ELES VIVERAM CONOSCO - ANTÔNIO BICARATO, OBLATO REDENTORISTA E ANTIGO SEMINARISTA

ANTÔNIO BICARATO, OBLATO REDENTORISTA 
E ANTIGO SEMINARISTA
+24 DE NOVEMBRO 2014
Morreu em 24/11/14, o Oblato Redentorista Antônio Bicarato, aos 74 anos. Seu Toninho, como era conhecido, trabalhava desde 2011 na sede da CNBB, em Brasília, inicialmente como auxiliar de administração e, em seguida, como revisor de textos. Em nota de pesar, o secretário geral da Conferência, dom Leonardo Steiner, destacou que "Toninho, oblato redentorista, dedicou sua vida e seus dons com generosa fidelidade à Igreja, na oração diária da Liturgia das Horas e do Rosário de Nossa Senhora, na dedicação aos mais pobres, na educação da família e na pronta disponibilidade para servir. Na CNBB, passaram por suas mãos boletins de notícias, documentos, comunicados e tantas importantes publicações que animaram e colaboraram com a ação evangelizadora da Igreja no Brasil". Toninho estava em tratamento contra um câncer no pâncreas, descoberto em outubro passado. O sepultamento ocorreu em São José dos Campos (SP). Viúvo, deixou cinco filhos e duas netas. Na Província de São Paulo, entre diversas colaborações, trabalhou na Editora Santuário.
29/01/2013
Chove a noite toda. “Acho que começou a estação das águas”, pensou. Até seria bom chover assim. Uma chuva mansa e criadeira. Chuva-mãe. Chuva-prenhe. É dessa chuva que nascem as flores e os pensamentos bons. É como se Deus lançasse um véu sobre a terra. Véu tipo véu mosquiteiro de berço. Véu que protege. Vou caminhando pelas ruas lavadas e as árvores como que agradecendo fazem tapetes amarelos, rosas, roxos, brancos…
Ah! como é preciso agradecer! Pelos tons da minha vida, pela rotina encantadora de Deus renascendo em mim e na natureza.”
O artigo acima é inspiração do nosso estimado Bicarato que nos deixou e foi viver na eternidade ao lado de sua sempre querida Benê!
Vejam a bela série de seus artigos, frutos de grande sensibilidade de alma pura!
Fique com Deus para sempre caro amigo e colega e receba nossas plenas orações para esse caminho que passou a trilhar!
DESCANSE EM PAZ! Antônio Ierárdi Neto
Uma das pessoas mais queridas que tinha no seminário. Ele me ensinou a desenhar e uso até hoje os seus ensinamentos e passo para frente. Ele plantou e deu frutos. Estou muito triste, minhas lágrimas tem um grande motivo. Perdemos um grande amigo, sem fanatismo, sem preconceito, e o ex que não deveria ser ex nunca. Mas na vontade de Deus, ninguém interfere. Ele está com sua esposa querida a Bene, ambos nos braços de Deus.Abner 
Fiquei sabendo as dezesseis horas e fui até o cemitério participei da missa de corpo presente celebrada pelo Pe Rogério das Neves (amigo particular do Bicarato) e concelebrada pelo Pe Ferdinando juntamente com o Diácono chanceler da Cúria Gerardo Paschoale. È mais um amigo que vai pra junto de Deus receber seu premio pois cumpriu sua missão com muito amor.José Hélio Reis 
Que pena pela perda da companhia dele; mas que bom, pois completou sua caminhada, e dignamente. Adeus.Antônio Cláudio Ferreira
Uma vez Redentorista sempre Redentorista, por ocasião de minha meu exame na filosofia o tema da redação foi: "Floresça onde Deus te colocou mesmo que seja sobre uma rocha". Muitos passaram pelo seminário mas quis Deus que florescessem em outros jardins. Abraços a todos. José Hélio dos Reis